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21/06/2017
Confiança do comércio no País se mantém estável em junho
 

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), no País, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 102 pontos no mês de junho, mantendo-se estável na comparação com o mês anterior e permanecendo na zona positiva (acima dos 100 pontos). Na base de comparação anual, a confiança dos comerciantes teve aumento de 23,8%. O resultado foi influenciado pelos subíndices: condições atuais dos empresários (+1,1%), expectativas de curto prazo (-2,8%) e de intenções de investimentos (-0,9%).
“A tramitação da agenda de reformas e a leve recuperação das vendas do comércio vinham incentivando as expectativas dos comerciantes nos últimos três meses. Os acontecimentos políticos de maio, no entanto, lançaram novas incertezas no cenário de retomada da atividade econômica, afetando a confiança dos tomadores de decisão no varejo”, aponta a economista da CNC Izis Ferreira.

Fonte: CNC
 
 
 
21/06/2017
Convocação da categoria
 

A Comissão de Economia, Industria e Comércio convida os empresários do setor varejista a comparecerem amanhã, 22, às 10h, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para Audiência Pública com o tema "Políticas Públicas para o setor de varejo do Rio de Janeiro".
 
22 de junho de 2017, às 10h
Auditório Nelson Carneiro
Rua Dom Manoel, s/nº, 6º andar - Centro
(Prédio anexo à ALERJ)
 
 
 
20/06/2017
Reforma Trabalhista pode criar 2,3 milhões de emprego
 
 
Estudo do Santander indica que a Reforma Trabalhista pode criar 2,3 milhões de empregos no País. Será uma das consequências das novas normas trabalhistas, caso o projeto seja aprovado. A flexibilização das regras poderá reduzir os custos para o empregador, incentivando a criação de vagas. Parcela de trabalhadores sem qualificação, entretanto, poderá ter dificuldades de se empregar.

Fonte; O Globo.
 
 
 
14/06/2017
Mudança de hábitos - Como conquistar o consumidor cada vez mais exigente e conectado
 

No rastro das velozes transformações tecnológicas e do alcance cada vez maior das mídias digitais, o comércio varejista vem passando por profundas mudanças em todo o mundo. Se antes era importante conhecer bem o cliente, agora isto tornou-se ainda mais necessário. Tornou-se uma questão de sobrevivência. Entender essas mudanças, sabendo identificar
oportunidades e como implementar ações visando conquistar seu público consumidor é o desafio permanente de empresas e marcas do varejo.

No Brasil, além da forte influência das inovações tecnológicas, o cenário político e econômico é, também, fator preponderante na mudança de hábitos do consumidor, que está mais exigente, mais informado e ainda mais atento aos seus gastos. Depois de um período de prosperidade, com um boom de consumo entre 2006 e 2012 que permitiu a ascensão das classes C, D e E, a chamada nova classe média, o país atravessa uma prolongada recessão, agravada pelas incertezas na esfera política. 

Sem saber o que vem pela frente, o consumidor se retrai, evita gastar além do necessário, troca as marcas
de sua preferência por outras mais baratas ou  com valores agregados, investe só no que realmente importa para ele. O consumidor não quer abrir mão de seu padrão de vida, mas precisa decidir com equilíbrio em tempos de incerteza econômica.
Com essa perspectiva, o consumidor está se reinventando. E as marcas, também, para atendê-lo de acordo com os seus novos desejos.

O QUE VOCÊ QUER DIZER, EM QUE VOCÊ ACREDITA E COMO VOCÊ FAZ O MUNDO MELHOR

Segundo a TrendWatching, agência que identifica e analisa tendências de consumo ao redor do planeta, com atuação em mais de 180 países para ajudar empresas a entenderem o novo consumidor e a identificarem oportunidades de inovação, o futuro ainda pertence àqueles que acreditam no progresso. E o progresso vem através da inovação.

Em entrevista para a Endeavor Brasil, a estrategista em tendências para as Américas do Sul e Central da TrendWatching, Luciana Stein, elencou cinco aspectos que devem servir, mais do que nunca, como pilares para a inovação: transparência, aspiração, impacto positivo, tolerância e fortalecimento ou, para usar um conceito em voga, empoderamento.
Ela afirma que, ao ter como referência um ou mais destes aspectos, os quais ela chama de “verdades”, a
empresa fundamentará sua inovação em algo significativo e duradouro.

Transparência – Pesquisa recente da Havas, com mais de 10 mil consumidores ao redor do mundo, mostrou que para 78% deles é “um pouco ou muito importante para uma empresa ser transparente”. E 70% disseram que “atualmente, faz questão de saber mais sobre as empresas das quais é consumidor”. Com esta perspectiva, a diferença entre o que é interno e o que é externo ao negócio está sumindo. Processos, cultura e valores internos são propriedade pública e parte da marca.
Por isto, é preciso falar a linguagem dos seus consumidores: rápida, prática, informal. Eles já têm muita
informação para lidar e algo que soa ineficiente pode não ser uma boa ideia. É preciso conectar os consumidores aos seus pares, porque eles confiam mais nas informações deles do que nas suas;

Aspiração – Com o incremento das mídias sociais, a busca pelo status cresce em tamanho e intensifica- se, com o surgimento de uma classe média realmente global. Mais do que ambição no sentido de ter, a aspiração é ser. Ser mais bonito, mais saudável, mais inteligente, ter mais seguidores. Como aproveitar sua expertise para se aproximar deste
consumidor? Mais uma vez, entre as respostas, está conectar seus consumidores uns aos outros.

Impacto positivo – Atuar com transparência e ética, investindo em modelos de inovação que priorizem o meio ambiente e o bem-estar social, é o caminho a ser trilhado pelas empresas que buscam perenidade. Causar impacto positivo, criando valores positivos para a marca é inserí-la no futuro.

Tolerância – Aos diferentes contextos sociais, estilos de vida, escolhas e identidades. Muitas marcas já perceberam isto e sinalizam para seus consumidores a mudança, através de novos produtos, campanhas e ações publicitárias tendo como ponto de partida a tolerância às diferenças.

Empoderamento – De acordo com Luciana Stein, esta verdade é a mais abrangente, por englobar as anteriores. “Estamos no meio de uma mudança de poder épico, que passa das instituições — leis-se governo, mídia e grandes empresas — para o indivíduo”, ressaltou a estrategista em tendências do consumo, lembrando que “ao colocar em prática uma dessas verdades, a empresa estará empoderando os indivíduos para que eles assumam o controle de suas vidas, seus espaços compartilhados e instituições, assim como o próprio futuro de cada um deles.” E conclui: “O que, por consequência, é
a melhor maneira de garantir um futuro brilhante para a sua marca.”

Fonte: Revista O Lojista maio/junho de 2017
 
 
 
13/06/2017
Feira Brasileira do Varejo
 

A Feira Brasileira do Varejo (FBV) já está com sua 5ª edição confirmada entre os dias 12 e 14 de julho de 2017, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre. Consolidada como um dos principais eventos do setor varejistas no Brasil, o evento reuniu em 2016 um público de 6.200 visitantes, em três dias de feira.

A FBV é realizada pelo Sindilojas Porto Alegre com o objetivo de reunir fornecedores e lojistas em um só espaço, permitindo interação e a formação de novas parcerias e negócios. O evento é a oportunidade perfeita para os lojistas buscarem inovação e serviços diferenciados para as suas lojas. Serão 45 palestras e 60 estandes de empresas com soluções tecnológicas voltadas para ponto de venda, gestão e marketing, automação comercial, segurança, visual merchandising, mobiliário, aromatização para o PDV, entre outras.

Mais informações: http://feirabrasileiradovarejo.com.br
 
 
 
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