Sindilojas RioTelefone
   
 
Novidades
Busque no site
 
 
CapaSindilojas RioCentral do AssociadoServiçosConvêniosInformaçõesRevistaImprensaContato
Capa
 
Informações      
Mural
Notícias
Perguntas Frequentes
Downloads
Links Úteis
 
20/09/2018
Varejo só deve recuperar patamares pré-crise em 2020 ou no início de 2021
 
 
Crescendo em marcha lenta após a greve dos caminhoneiros, o varejo brasileiro enfrenta um período de “provação” no segundo semestre. Dessa forma, a recuperação de patamares pré-crise não deve ocorrer no ano que vem, “ficando para o segundo semestre de 2020 ou início de 2021”.

O diagnóstico é do chefe da divisão econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes. De acordo com ele, mesmo que a previsão de crescimento para o ano (4,3%) se concretize, o resultado representará a recuperação de “menos da metade do estrago feito pela recessão.”

“O setor só volta ao patamar pré-crise na segunda metade de 2020 ou muito provavelmente no começo de 2021”, sinalizou o economista ao DCI.

A perspectiva pouco otimista já considera o cenário repleto de incertezas para o setor durante a segunda metade do ano. A situação ficou evidente após a queda de 0,4% no volume de vendas em julho ante junho verificada na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).

Os resultados levaram a CNC a diminuir de 3% para 2,8% a expectativa de crescimento para os seis últimos meses do ano. Além da incerteza eleitoral, a revisão tem a ver com o novo momento criado na esteira da greve dos caminhoneiros de maio.
“Em março e abril, as vendas do varejo ampliado cresciam acima de 8%. Ou seja, parecia que estávamos engatando a tão esperada recuperação, mas houve uma mudança de comportamento após a paralisação”, afirmou o economista da CNC. “Maio, junho e julho foram os piores meses em termos de crescimento desde abril de 2017.”

Entre as causas da mudança estão a rápida desvalorização do real após a crise logística e a alta na inflação – sobretudo entre os preços administrados como tarifas de energia elétrica e combustíveis. “Antes da greve, o IPCA estava abaixo de 3%; agora ele está em 4,2%. Já a inflação dos preços administrados estava na casa dos 4%. Hoje, ela está superior a 9%”, afirmou Bentes.

Exemplo dessa tendência seria o comportamento dos preços administrados como gasolina, energia elétrica, planos de saúde e gás de cozinha que, segundo Bentes, “representaram metade da inflação dos últimos doze meses”. “O aumento nas tarifas pesa muito no bolso do consumidor, que acaba sacrificando os gastos no comércio, e eleva os custos do varejo”, prosseguiu.
“Em uma situação normal haveria repasse para o preço final, mas agora não dá porque a demanda está fraquíssima e o consumidor, sem condições de arcar”, sinalizou o economista, lembrando que o tabelamento do frete instituído pelo governo federal também pressionará custos. Para a CNC, a nova política deve custar cerca de R$ 1 bilhão ao setor neste ano.

Somados, os fatores também podem influenciar negativamente o número de estabelecimentos abertos ao longo do ano: no início de 2018, a estimativa da CNC era de saldo positivo de 20 mil pontos de venda após três anos de retração. Durante o primeiro semestre, contudo, apenas 2,2 mil novas lojas foram criadas – em resultado “decepcionante”. Vale lembrar que o varejo fechou 226,5 mil estabelecimentos entre 2015 e 2017.

Curto prazo

Conforme sinalizado pelo DCI na última sexta-feira, a desaceleração do crescimento no varejo também está relacionada com a ausência de fatores excepcionais como a liberação de recursos do FGTS realizada em meados de 2017.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, as propostas dos presidenciáveis para o destravamento do consumo no ano que vem teriam o mesmo perfil “de curto prazo”.

“Não adianta botar dinheiro na economia se isso não gerar emprego e renda de forma sustentável”, afirmou Marcela, mostrando preocupação com o contingente de 27,6 milhões de pessoas desempregadas, em desalento ou que trabalham menos que gostariam. “A recuperação do mercado de trabalho está muito lenta.”

A economista ainda lembrou que “assim que as pessoas voltarem ao mercado de trabalho, elas precisarão pagar as contas em atraso antes de voltar a consumir”. Mesmo assim, Marcela mostrou ceticismo frente ideias de candidatos do PT e PDT, que propõem refinanciar as dívidas de pessoas físicas inadimplentes com ajuda de recursos públicos.

Fonte:DCI
 
 
 
20/09/2018
Danos a produtos e furtos provocam perdas de R$ 19,5 bi ao varejo no País
 
 
O varejo brasileiro perdeu cerca de R$ 19,5 bilhões no ano passado, equivalentes a 1,29% do faturamento anual do setor, com prejuízos causados no dia a dia da operação, como vencimento de produtos, problemas no manuseio dos itens pelos clientes ou pelos funcionários, entre outros aspectos.

Os dados fazem parte de pesquisa elaborada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) em parceria com a consultoria da EY Parthenon. Participaram do levantamento cem empresas de varejo, incluindo as maiores do país. Fazem parte da entidade cerca de 500 companhias, como Carrefour, Riachuelo, Drogaria Pacheco São Paulo (DPSP) e Lojas Pernambucanas.

Fonte:Valor Economico
 
 
 
19/09/2018
Alta do frete custará R$ 1 bi ao comércio
 
 
O reajuste médio de 5,5% na tabela do frete anunciado há duas semanas vai custar R$ 1,09 bilhão ao comércio brasileiro até o fim deste ano, segundo cálculo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) obtido com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.

O resultado deve ser um achatamento da margem de lucro dos negócios. Diante do cenário de atividade econômica fraca, os comerciantes não terão espaço para repassar a elevação do custo com transportes aos preços das mercadorias vendidas aos consumidores, avaliou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

"A grande consequência é o sacrifício da margem, investimentos mais fracos e menos con tratações de funcionários", diz Bentes. "Alguns comerciantes vão acabar repassando para os preços, mas outros não vão conseguir e vão ter que sacrificar margem. Isso vai afetar a recuperação, a abertura de lojas e a geração de vagas. Tudo fica mais lento com esse gatilho de custo do comércio."

Os gastos com serviços de frete representam 10,5% das despesas anuais do comércio, mas em alguns segmentos a logística supera 20% dos custos totais do negócio. As atividades mais penalizadas serão as atacadistas de matérias-primas, de combustíveis e de alimentos.

"Realmente nesse momento de capacidade ociosa muito elevada na economia isso tende a diminuir o repasse para os preços ao consumidor", diz José Ronaldo de Castro Souza Júnior, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "Temos que ver se essa medida será duradoura ou não. Pode ser que o próximo governante faça alguma alteração, ainda não sabemos se haverá manutenção dessa medida."

A nova tabela com os valores mínimos do frete em todo o território nacional, divulgada no último dia 5, corrige a primeira versão editada em 30 de maio para atender a uma das principais exigências feitas pelos caminhoneiros durante a greve que bloqueou estradas pelo País ao longo de onze dias no fim de maio. O cálculo da CNC considera apenas a última elevação na tabela do frete e não prevê novos aumentos até o fim de 2018.

"Como o comércio está no fim da cadeia, o custo é acumulado: a mercadoria já chega com preço mais elevado, que vem desde o fornecedor primário (produtor agrícola ou industrial)", ressaltou Bentes.

No comércio atacadista, as despesas com a logística de mercadorias têm uma participação maior nos custos das empresas, de 15,4%. No varejo, o frete responde por 6% dos custos, enquanto no comércio automotivo o peso é de 5,1%. No comércio atacadista de combustíveis e lubrificantes, o transporte responde por 23% dos custos.

O empresário Guilherme Neves, de 52 anos, conta que paga de frete 10% do valor das mercadorias que vende. Dono de uma loja de produtos artesanais no principal polo comercial popular do centro do Rio, ele vende de queijos mineiros a doces pernambucanos. "Tenho um acordo com outros 20 comerciantes da região, juntamos a encomenda e pagamos o preço do frete por unidade, se fosse por peso seria pior. Mesmo assim, pagar 10% de frete é coisa para caramba. O pequeno comerciante se lasca todo."

A CNC estima que as despesas com frete somaram R$ 50,7 bilhões em 2017 considerando todas as empresas comerciais brasileiras, sendo R$ 35,0 bilhões no comércio atacadista, R$ 13,6 bilhões no varejista e R$ 2,2 bilhões no automotivo.

Ainda que nenhum outro reajuste seja autorizado na tabela até o fim deste ano, o impacto dos gastos adicionais com fretes corresponderá a um acréscimo final de 0,6% nas despesas totais do comércio em 2018.

Fonte: Agência Estado
 
 
 
18/09/2018
Indio da Costa, candidato ao governo do Rio de Janeiro, se reunirá com lojistas
 
 
 
 
 
18/09/2018
Receita notifica 716 mil empresas do Simples Nacional para cobrar R$ 19,5 bilhões em atraso
 
A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (17) que está notificando 716.948 empresas inscritas no Simples Nacional, regime simplificado de pagamento de tributos, para cobrar dívidas que somam R$ 19,5 bilhões.

"As Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) devem ficar atentas para não serem excluídas de ofício do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devido pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) por motivo de inadimplência".

De acordo com o órgão, as notificações estão sendo feitas por meio de Atos Declaratórios Executivos (ADE), envolvendo débitos previdenciários e não previdenciários, com a própria Receita Federal e também com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

"A contar da data de ciência do ADE de exclusão o contribuinte terá um prazo de 30 dias para a regularização da totalidade dos débitos à vista, em parcelas ou por compensação", informou a Receita Federal.

O teor dos ADEs de exclusão, informou o órgão, pode ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Atendimento Virtual (e-CAC), no sítio da Receita Federal, mediante certificado digital ou código de acesso.

"O prazo para consultar o ADE é de 45 dias a partir de sua disponibilização no DTE-SN e a ciência por esta plataforma será considerada pessoal para todos os efeitos legais", acrescentou.

A Receita Federal informou que as empresas que regularizarem a totalidade dos débitos dentro do prazo terão sua exclusão do Simples Nacional "automaticamente tornada sem efeito, ou seja, o contribuinte continuará no Simples Nacional não havendo necessidade de comparecer às unidades da Receita Federal para adotar qualquer procedimento adicional".

Por outro lado, explicou que "aqueles que não regularizarem a totalidade de seus débitos no prazo de 30 dias, contados da ciência, serão excluídos do Simples Nacional com efeitos a partir do dia 1/1/2019".

Fonte: Globo
 
 
 
Página: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 »
 
Contribuições
Obrigações do Mês
Associe-se
Convênios
 
Revista
 
 
 
         
 
   
Sindilojas Rio
Telefone

Rua da Quitanda, 3 - 10º, 11º e 12º andares
Centro Rio de Janeiro RJ
CEP 20011-030