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17/08/2018
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17/08/2018
Pequenas empresas serão as mais afetadas pela lei de proteção de dados
 
Empresas de pequeno porte serão as mais impactadas pela lei de proteção de dados pessoais, que foi sancionada nesta terça-feira (14) pelo presidente Michel Temer, segundo especialistas em segurança da informação.

“Qualquer companhia que armazenar dados de clientes e funcionários, desde escolas de informática a grandes companhias de call center, terão de se adaptar às novas normas em até 18 meses para garantir que os dados estejam seguros”, afirma Rafael Batista, sócio-diretor da consultoria IT Secure.

Como a maioria das grandes empresas já possui uma equipe estruturada de segurança da informação, os pequenos negócios serão os mais impactados, uma vez que terão de montar uma estrutura para seguir as normas. “Haverá uma completa mudança de consciência dos empresários sobre os dados que recebem e fornecem aos parceiros”, considera.

Ricardo Rodrigues, cofundador da empresa de marketing Social Miner, afirma que muitas empresas estão se adaptando às mudanças pela própria necessidade de mercado. “Com os recentes escândalos de vazamento de dados, é mais do que necessária uma regulamentação que deixe mais claro para os usuários quais são as informações cedidas e como elas serão utilizadas.”

Para a Associação Brasileira de Internet das Coisas, as empresas deverão agir em duas frentes: “Regularizar, quando possível, o banco de dados existentes e tratar os novos dados de acordo com a legislação”.

“Se a empresa coletar dados pessoais de forma correta, mas incluí-lo em um banco ‘viciado’, todo histórico pode ser perdido. Por isso, investir nas duas frentes é essencial para manter a regularidade do tratamento das informações”, indica Márcio Cots, diretor jurídico da associação.

Principais regras

Entre as principais regras, estão a que proíbe o uso de dados para fins não informados ao usuário e a que obriga as empresas a adotarem medidas que protejam essas informações – de forma que elas não sejam vazadas, tampouco roubadas.

Além disso, a companhia não pode usar as informações para fins discriminatórios, ilícitos ou abusivos. “O titular dos dados também deve ter liberdade para acessar suas informações e saber como elas estão sendo utilizadas pela empresa”, acrescenta Rodrigues.

Fonte: Veja/Abril
 
 
 
17/08/2018
CNC reduz previsão de abertura de novas lojas no país de 20,7 mil para 5,2 mil em 2018
 
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) passou a projetar a abertura de apenas 25% do total de novas lojas inicialmente previstas para o ano. Diante da lenta recuperação econômica e cautela nos investimentos, a entidade reduziu nesta quarta-feira (5) sua previsão de 20,7 mil pontos de venda no varejo brasileiro em 2018 para a 5,2 mil novas lojas.

Para a CNC, além das paralisações ocorridas em decorrência da greve dos caminhoneiros em maio, a fraqueza do mercado de trabalho, a desvalorização do real, as pressões de custos impostas pelo ritmo mais acelerado de preços administrados e a elevada incerteza com relação ao cenário político são alguns dos principais fatores que inibem os investimentos.

“Apesar do saldo positivo de lojas ao longo dos últimos seis meses, o ritmo de expansão do número de pontos de venda pode ser considerado tão frustrante quanto a percepção de desaceleração no ritmo de atividade econômica”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação.

A entidade reduziu também de 4,7% para 4,5% a projeção do volume de vendas do setor para 2018.

No 1º semestre, o saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais foi de 2.252 pontos de venda. Apesar do ritmo ainda fraco, foi o maior saldo semestral desde a segunda metade de 2013 (+16,7 mil lojas). No primeiro semestre do ano passado, o setor acumulou a perda de 226,7 mil pontos de venda em todo o país.

A crise no varejo brasileiro teve início em 2014, quando as vendas encolheram pela primeira vez em 11 anos. Nos dois anos seguintes, o quadro se agravou, com o faturamento do comércio registrando perdas reais de 8,6% e 8,7% em 2015 e 2016, respectivamente, segundo a CNC.

Setores e regiões

O destaque na abertura de lojas no 1º semestre deste ano são os hiper e supermercados, com um saldo de 1.378 novas lojas, seguidos pelas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico (+841) e pelo ramo de vestuário (+782). Por outro lado, estabelecimentos especializados em venda de materiais de construção foram os que mais fecharam portas (-915).

Regionalmente, os estados de São Paulo e Santa Catarina foram os com o maior número de abertura, com 2.468 e 852 novas lojas, respectivamente. Já o Rio de Janeiro liderou os fechamentos, com a perda de 1.038 pontos de venda.

Fonte: Globo
 
 
 
17/08/2018
Falta trabalho para 27,6 milhões de pessoas no país, aponta IBGE
 
No segundo trimestre de 2018, faltou trabalho para 27,6 milhões de pessoas no Brasil. A chamada taxa de subutilização da força de trabalho foi de 24,6%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O indicador inclui os desempregados, os subocupados (que trabalham menos de 40 horas semanais) e a força de trabalho potencial (pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar).

De acordo com o IBGE, o resultado é considerado estável em relação ao primeiro trimestre de 2018 (24,7%) e teve alta na comparação com o segundo trimestre de 2017 (23,8%).

Desemprego foi de 12,4%


No segundo trimestre do ano, o desemprego no país foi de 12,4%, em média, de acordo com dados do IBGE.

Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 13 milhões de pessoas. Isso representa queda de 5,3% em relação ao primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo período de 2017, são 520 mil desempregados a menos, uma queda de 3,9%.

Fonte: UOL
 
 
 
17/08/2018
Empresa do futuro é flexível e ‘clientocêntrica’
 
Uma ampla gama de tendências tecnológicas, comportamentais e culturais está exercendo influência decisiva sobre a dinâmica global de consumo, em movimento que se acirrará na próxima década. Dentro das empresas, tais mudanças já estão exigindo uma abordagem inovadora, flexível e ‘clientocêntrica’ durante a concepção de novos negócios, produtos, serviços e marcas.
Essa é a conclusão da Inova Consulting após mapeamento dos principais trends do planeta até 2030. “Nosso objetivo é saber como empresas podem se aproveitar dessas tendências, melhorando negócios”, explicou o CEO da consultoria de negócios, Luis Rasquilha – que também faz um aviso. “Muitos destes aspectos estão acontecendo e devem se manifestar com mais força nos próximos anos”.

Este é o caso das tendências classificadas como emergentes pela Inova Consulting. Capazes de gerar “grande disrupção em 12 ou 24 meses”, os aspectos englobam tanto tecnologias como vestíveis, inteligência artificial, internet das coisas, criptomoedas e blockchain quanto conceitos como gamificação, educação híbrida, empreendedorismo, individualidade e multiculturalismo.

Ao DCI, Rasquilha explicou que os temas emergentes não surgem do zero, mas de mudanças comportamentais motivadas por mega trends – ou as grandes tendências globais. Fazem parte desta lista a conectividade permanente, a globalização, a preocupação com alterações no clima, o envelhecimento populacional e até mesmo a influência de novas potências como a China.

“Na medida que são impactadas pelas mega tendências, as pessoas ajustam comportamentos”, afirmou Rasquilha. Desta fricção surgem as chamadas tendências comportamentais – que estarão plenamente “cristalizadas” em cinco anos. Neste rol figuram noções como compartilhamento, instantaneidade, busca pelo bem estar, a economia da experiência e a transferência de poder ao consumidor.

Frente tal cenário, a reação das empresas possibilitou o surgimento de trends – chamados, neste caso, de tendências de negócios. Tal adequação permitiu a ascensão de organizações com liderança compartilhada, de equipes ágeis inspiradas em startups, do foco na mobilidade, da cocriação a da economia da reputação, entre outros.

O diagnóstico da Inova Consulting é que em dois anos todos esses aspectos estarão consolidados no cotidiano corporativo. Rasquilha, contudo, chama atenção para a relevância de dois trends específicos: as empresas clientocêntricas – “que dão ao consumidor o que ele precisa, e não o que elas acham que ele precisa” – e as flexíveis, sempre dispostas a empreender mudanças.

“Planejamentos estratégicos normalmente são de longo prazo. Quanto mais consolidado o negócio, mais difícil é mudá-lo dentro do tempo útil”, afirmou. “Só que uma empresa não pode ficar engessada em convicções. A flexibilidade deve ser maior, mesmo que para mudar de um mercado para o outro. Você pode manter seu propósito, mas precisa se adaptar todos os dias.”

Ir e voltar

Gerente de inovação da rede de materiais de construção Leroy Merlin, Charles Schweitzer deu ao DCI um exemplo prático de flexibilidade nos negócios.

“No início da década lançamos um aplicativo, seguindo algo que todos queriam na época”. O número de downloads baixo e o custo de desenvolvimento alto, contudo, levaram a empresa a abrir mão do projeto pouco depois – mas apenas temporariamente. “Hoje os apps ganharam força de novo, com possibilidade de descontos personalizados e de melhor experiência de marca. Por conta disso, estamos concebendo um app novamente. Estar aberto para ir e voltar é importante”.

A Leroy Merlin usa a identificação de tendências para otimizar negócios desde 2010, quando um plano de transformação de dez anos foi iniciado. Desde então, relata Schweitzer, uma série de novidades foi inspirada pela filosofia – entre eles a própria área de inovação.

Saíram da mesma fonte a divisão de mídias sociais da rede, a política de atender todas as reclamações no Reclame Aqui, o relacionamento forte com startups e até a integração total de ambientes físico e online que registra em tempo real o estoque dos pontos de venda. “Hoje, algumas lojas têm até um conselho de clientes que se reúne mensalmente para discutir o nosso futuro”, diz Schweitzer.

Fonte: DCI
 
 
 
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