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07/08/2020
Lojistas do Rio esperam pior desempenho para o Dia dos Pais
 
CDLRio e SindilojasRio dizem que o comércio varejista carioca ainda não reagiu após a reabertura.

O comércio carioca espera o pior desempenho das vendas de sua história para a data, estimam o CDLRio e o SindilojasRio, que juntos representam mais de 30 mil lojistas.

De acordo com Aldo Gonçalves, presidente das duas entidades, o comércio varejista carioca ainda não deu sinais de reação após a reabertura de suas atividades no Rio, no último dia 27 de junho.

“Diante desse cenário de incertezas causadas pela pandemia de Covid 19, as expectativas em relação ao movimento de vendas que a data pode alavancar são pessimistas, apesar do empenho do comércio em oferecer toda sorte de promoções, descontos e facilidades, além da necessária segurança sanitária para que o consumidor vá às compras. E os motivos de tamanho pessimismo são óbvios”.

Na opinião do presidente do CDLRio e do SindilojasRio, essa reação ainda vai demorar, pois o consumidor está sem dinheiro. “No rastro dos estragos causados a vida das pessoas, a pandemia vem provocando também uma devastação na economia, fechando empresas e aumentando a cada dia o desemprego. Nesse cenário desolador, a retração do consumo segue como principal tendência. ”

“E as empresas de menor porte, principalmente as micro e pequenas, estão cada vez mais acuadas, equilibrando-se no fio da navalha para pagarem suas despesas, não demitirem seus funcionários e manterem-se de portas abertas, enquanto buscam por um socorro que ainda não chegou”, conclui.

Valores de presentes

O presidente do CDLRio e do SindilojasRio, estima que o preço médio dos presentes por pessoa deve ficar entre R$ 80, e R$100 e que a maioria dos clientes, a exemplo de datas anteriores, deverão utilizar o cartão de crédito parcelado como forma de pagamento, seguido de cheque pré-datado, da venda a prazo (crediário), cartão de débito e cartão da própria loja e à vista (em dinheiro).

Ele citou ainda dois outros problemas que, ao lado da pandemia, continuam prejudicando bastante o comércio, especialmente o de rua: o crescente desemprego, a violência e a camelotagem, que cresceu muito nos dois últimos anos.

Fonte: G1
 
 
 
06/08/2020
O socorro que não chega
 
 
*Aldo Gonçalves

Às vésperas do Dia dos Pais, mais uma data importante para o comércio, a situação é desanimadora. Diante das incertezas geradas pela pandemia de Covid-19, as expectativas em relação ao movimento de vendas que a data pode alavancar seguem pessimistas, apesar do empenho do comércio em oferecer toda sorte de promoções, descontos e facilidades, além da necessária segurança sanitária para que o consumidor vá às compras. E os motivos de tamanho pessimismo são óbvios.

Enquanto não surge a vacina, os casos de contágio e de óbitos, infelizmente, não param de crescer, causando medo e dor a milhares de famílias. No rastro da doença nefasta vêm os estragos causados à economia, com empresas quebrando, e o índice de desemprego aumentando. Nesse cenário desolador, a retração do consumo segue como principal tendência. Mesmo o incremento das vendas pela internet não tem sido minimamente suficiente para alterar este quadro.

Grandes redes ou empresas ainda têm mais condições de enfrentar as dificuldades causadas pela pandemia. Mas as empresas de menor porte, principalmente as micros e pequenas, estão cada vez mais acuadas, equilibrando-se no fio da navalha para pagarem suas despesas, não demitirem seus funcionários e manterem-se de portas abertas, enquanto buscam por um socorro que não chega.

As micro e pequenas empresas (MPEs) exercem um papel fundamental para as economias locais e regionais. Contudo, se os números já eram desanimadores antes da pandemia, agora só pioram. O estudo “Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo”, divulgado no fim do ano passado pelo IBGE, mostrou que, pelo quarto ano seguido, no Brasil mais empresas tinham fechado do que sido abertas. Já pesquisas feitas pelo Sebrae Nacional registram que, em média, 24% das empresas fecham as portas com menos de dois anos de existência. Esse percentual chega a 50% em menos de quatro anos. Por vários motivos.

No Rio de Janeiro, os obstáculos enfrentados pelas MPEs devem ser somados à prolongada crise política e financeira que tanto estado como capital atravessam, que afugentou investimentos e ceifou milhares de empregos; à escalada da violência; à desordem pública; e, claro, ao caos provocado pela pandemia.

Depois de quase 100 dias de portas fechadas, o comércio do Rio ainda não enxerga luz no fim do túnel. As distintas esferas do poder público não se entendem e atuam de forma descoordenada, sem considerar as demandas e necessidades do setor. E os bancos retêm os recursos disponibilizados pelo Governo Federal, criando inúmeras dificuldades – excesso de exigências e garantias – para que as empresas tenham acesso às linhas de crédito.

Ou seja, enquanto esses impasses permanecem, o comércio definha. O crédito não chega à ponta, não beneficia aqueles que mais precisam, aqueles que dependem desses recursos para garantir a sobrevivência de seus empreendimentos e evitar, assim, mais perdas econômicas, a começar pelo desemprego.

O SindilojasRio e o CDLRio têm alertado para este problema e atuado incessantemente para sensibilizar tanto o governo como os agentes financeiros para a urgência de se encontrar uma solução que viabilize o acesso ao crédito, em especial para as micro, pequenas e médias empresas. Disso depende não apenas a recuperação do comércio, mas a recuperação econômica do Rio de Janeiro. Apoiar o comércio é gerar empregos e renda, é fortalecer a economia. Não há mais o que esperar!

*Presidente do SindilojasRio, do CDLRio e Diretor da CNC.

Publicado no jornal Monitor Mercantil em 6 de agosto de 2020.
 
 
 
06/08/2020
Castigo além da pandemia
 
 
*Aldo Gonçalves

Micros, pequenos e médios empresários se acham na linha de frente das grandes vítimas da Covid-19, do ponto de vista da economia. Assim como as pessoas contaminadas pelo vírus - algo que muito lamentamos - as pequenas empresas estão morrendo em massa. Por isso, o socorro do Governo Federal chega não como um amparo essencial à sobrevivência que todos esperavam, mas como enorme decepção. Estamos falando do critério escolhido pelo Banco Central ao liberar os R$120 bilhões do Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas - Pronampe, através dos bancos comerciais sem as garantias do governo.

O comércio e os serviços tinham a esperança de que tais créditos fossem disponibilizados diretamente para as empresas, ou seja, sem a interveniência de agentes financeiros que, a seu critério, podem cobrar as taxas de juros que lhes convier.

No último dia 12, em conjunto com mais doze entidades representativas do comércio e dos serviços, enviamos minuciosa correspondência à Casa Civil, pedindo que, entre as medidas adotadas pelo Governo Federal para o enfrentamento da pandemia, fosse disponibilizada uma linha de crédito do BNDES diretamente para as micros, pequenas e médias empresas. Tudo que o combalido setor esperava era que este socorro de emergência chegasse isento da interveniência de agentes financeiros. Não é o que o Governo acaba de anunciar por meio do Banco Central.

Na exposição de motivos enviada à Casa Civil, demonstramos o tremendo impacto que se abateu sobre os lojistas diante de tantas e tão severas limitações impostas pela pandemia. Destacamos a forte redução no consumo, seja pela não circulação das pessoas, seja pela queda generalizada do poder aquisitivo, e todos os fatores que tão dramaticamente afetaram não só a saúde financeira, como a própria sobrevivência do comércio.

Destacamos, também, as dificuldades que as micros, pequenas e médias empresas vêm sofrendo para a obtenção da linha de crédito do Governo Federal (BNDES e outros órgãos governamentais). Explicamos que os agentes financeiros intermediários (bancos), têm colocado sucessivos obstáculos na liberação do crédito. É uma torrente de exigências, condições de garantia, seguros, redução do valor do crédito, imposições burocráticas e, principalmente, a negativa para empresas eventualmente marcadas com restrições de crédito.

A verdade é que a imensa maioria dos empreendedores do comércio de bens e serviços não está conseguindo receber qualquer aporte financeiro originário dos programas de auxílio do Governo. Inúmeras empresas, entre lojas, bares e restaurantes, ficaram sem condições de reabrir. Outras irão fechar definitivamente as portas se não conseguirem alguma ajuda do Governo Federal. Isto obviamente ocasionará ainda mais desemprego e ampliará as probabilidades de agravamento dos problemas sociais.

É de conhecimento de todos que a crise econômica no Estado brasileiro é anterior à pandemia. Revela-se no elevado índice de desemprego, assim como na desordem urbana, na violência resiliente, na proliferação de camelôs, nas sequelas da corrupção desenfreada de governos anteriores.

Por tudo isso, o maior gerador de empregos do Brasil – o agonizante setor de comércio e serviços – esperava bem mais do Poder Público. Mas, ao anunciar a liberação dos recursos do pomposo Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas por meio dos bancos comerciais - sem as garantias do Governo e com as taxas de juros fixadas pelos bancos (!)– o Banco Central atinge com um castigo a mais o setor de comércio e serviços que, ao lado da população brasileira, enfrenta a maior crise da nossa História.

*Presidente do CDLRIo, do SindilojasRio e Diretor da CNC.

Publicado no jornal O Globo on-line em 6 de agosto de 2020.
 
 
 
06/08/2020
Abertura das lojas no domingo do Dia dos Pais
 
O termo de adesão à Convenção Coletiva de Trabalho entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro (SECRJ) que permite a abertura das lojas do Rio no próximo domingo, 9/8, Dia dos Pais, está disponível na nossa Central do Associado. Acesse: https://bit.ly/central_associado.

Os lojistas que fizeram o Acordo para o funcionamento das lojas em todos os domingos do ano estão dispensados deste. Já os lojistas que não fizeram e desejam abrir seus estabelecimentos, devem emitir o Termo e homologá-lo nos dois sindicatos.

Os estabelecimentos associados ao SindilojasRio (Ouro e Diamante) que fizerem adesão, estando em dia com as mensalidades sociais, que apresentarem comprovantes atualizados do pagamento das contribuições Sindical, Confederativa, Assistencial e Negocial estarão isentos da taxa devida ao SindilojasRio. Empresas associadas em dia com as mensalidades e duas das contribuições acima citadas pagarão apenas 50% (cinquenta por cento) da tabela prevista na cláusula Reposição de Despesas da CCT de Feriados.

Saiba como emitir o Termo: https://bit.ly/33C0Tar. Mais informações pelo e-mail sindilojasrio1@gmail.com ou pelos telefones 2217-5024 ou 2217-5055.
 
 
 
06/08/2020
Procedimento para adesão ao Termo do Dia dos Pais
 
O SindilojasRio disponibiliza a emissão dos termos para abertura das lojas no Dia dos Pais - na Central do Associado

Para o primeiro acesso, o login e a senha são o CNPJ da empresa (apenas números). Após o primeiro acesso recomenda-se a troca da senha. Caso já tenha acessado a Central, basta entrar com sua senha normalmente. Se a esqueceu, clique em “Esqueceu sua senha?” e receberá em seu e-mail cadastrado o procedimento para alterá-la.

Clique no Menu localizado à esquerda da página Abertura Domingos e Feriados. Insira o número de funcionários que irão trabalhar no feriado e escolha "Dia dos Pais". Inclua os dados de cada funcionário que irá trabalhar no dia escolhido: nome completo, CPF, data de nascimento, CTPS e o horário de entrada e saída. Todos esses dados são obrigatórios. Ao final, clique no botão “Imprimir”.

É obrigatória a impressão das cláusulas da convenção coletiva, disponibilizada nesta área, no verso de cada termo.

Com o termo impresso em três vias, o representante da empresa deverá fazer recolher as assinaturas dos funcionários constantes no termo, dirigir-se à sede do SindilojasRio no Centro ou na delegacia de serviços da Barra da Tijuca para homologar (carimbar) o termo. Cumprida as etapas acima, é necessário homologar junto ao Sindicato dos Comerciários.
 
 
 
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