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18/12/2019
Quase metade dos consumidores planejaram compras na Black Friday
 
Pesquisa realizada pela Ebit Nielsen apontou que 26% dos consumidores escolheram uma ou mais lojas internacionais durante o evento.

Pesquisa realizada pela Ebit Nielsen depois do evento promocional, traz dados que evidenciam uma tendência de mudança no comportamento do brasileiro, que agora pesquisa mais e aguarda a Black Friday para fazer suas compras, inclusive as de Natal. Segundo os números, 46% dos entrevistados declararam ter se planejado para fazer as compras no período de ofertas, 11% destes consumidores tiveram a compra de presentes de Natal como principal razão para desembolso.

"Neste ano, vimos que o consumidor ficou de olho nas promoções do varejo online para o período da Black Friday. Ele se programou para as aquisições no evento e, até mesmo, no esquenta, quando tivemos um crescimento 49% em relação ao mesmo período de 2018. Além disso, observamos que muitos também compraram por impulso motivados pelos descontos", explicou a líder de Ebit Nielsen, Ana Szasz.

Mas o consumidor não se mostrou apenas animado para as compras durante a Black Friday, ele deve seguir neste movimento e manter o bom desempenho do varejo virtual. Dados da pesquisa de intenção de compra de Natal da Ebit Nielsen, realizada depois da Black Friday, indicam que 60% dos consumidores virtuais devem ir às compras também nas festas de fim de ano. Desse percentual, 47% declaram que elas deverão ser feitas no comércio eletrônico uma semana antes do Natal.

"O consumidor brasileiro começa a enxergar o varejo como uma única solução, seja online ou offline. Apesar do grande incremento das compras via internet, 31% dos clientes de e-commerce que responderam a pesquisa da Ebit Nielsen disseram ter comprado também em lojas de rua e de shoppings", disse Szasz.

A especialista da Ebit Nielsen destaca ainda que 66% dos consumidores disseram ter gostado dos descontos no período de Black Friday no varejo online, 28% acharam regulares e somente 6% disse serem ruins.

Entusiasmados com as promoções e facilidades nas entregas durante a Black Friday, 26% dos consumidores online do Brasil decidiram ir às compras em sites internacionais. De acordo com o levantamento da Ebit Nielsen, os clientes escolheram uma ou mais lojas para suas aquisições no período. O gasto médio nesses sites foi de US$ 90.

Além de promoções e descontos como foco principal dos consumidores durante a Black Friday, outro fator importante para a tomada de decisão da compra foi o frete grátis. Para 25% dos participantes da pesquisa, a gratuidade da entrega foi decisiva. Ainda segundo o levantamento da Ebit Nielsen, 22% dos consumidores optaram por retirar suas compras feitas online em lojas físicas ou pontos de coleta.

Realizada entre os dias 28 e 29 de novembro deste ano, o evento alcançou o faturamento recorde de R$ 3,2 bilhões em 2019, uma variação de 23,6% frente a 2018. O total do faturamento do varejo online, entre os dias 28.11 e 02.12, contemplando Black Friday e também a Cyber Monday, chegou a R$ 4,77 bilhões, uma expansão de 22% sobre o mesmo período do ano anterior.

O levantamento foi realizao com o painel de consumidores virtuais no período de 4 a 11 de dezembro, considerando 2.290 pessoas entrevistadas de todo o país.

Aumento das vendas - De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta parcial do mês de setembro foi de 0,7%. O número que pode parecer baixo em um primeiro momento, representa muito para o setor.

Para o professor bacharel em Ciências Econômicas do Centro Universitário Internacional Uninter, Francisco Luiz Elache, o número é um bom indicativo.

"A alta de 0,7% de setembro reverte um cenário de baixo crescimento das vendas de agosto", disse.

O número é o quinto aumento consecutivo nas vendas do comércio brasileiro. No período, o acúmulo soma 2,4%, o que significa o melhor resultado do setor para meses de setembro desde o ano de 2009, quando a alta acumulou 1,1%. Ainda, se comparado ao mesmo período do ano anterior, as vendas aumentaram, em 2019, em 2,1%.

Segundo o IBGE, as áreas que mais têm vendido são os varejos de móveis e eletrodomésticos. De acordo com Elache, as pessoas têm visto a possibilidade de ter bens que antes não poderiam. "Existe uma demanda reprimida para estes tipos de bens. Por exemplo, poucas famílias possuem máquina de lavar louça, mas são bens com valores diversificados, o que possibilita o consumo por pessoas de diferentes faixas de renda"’, afirmou o especialista.

Para o professor, a justificativa vem com recursos liberados pelo governo, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), por exemplo, atrelados a campanhas publicitárias mais agressivas como a chegada da Black Friday. De acordo com Elache, essa é uma das formas de fazer com que a economia do país cresça.

Apesar de todo o crescimento, o brasileiro precisa ficar atento às dívidas. Segundo o professor, o crescimento das vendas no comércio pode ser bom para o setor, mas pode prejudicar quem não controla os gastos.

Fonte: Monitor Mercantil


 
 
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