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16/01/2019
Contribuição Sindical é investimento para lojistas do Rio
 
Janeiro é o mês dos lojistas recolherem a Contribuição Sindical para o seu SindilojasRio. Não se trata de uma despesa, mas de investimento. Há 86 anos, o SindilojasRio corresponde a colaboração do lojista, servindo-o. Ajuda-o na administração de sua loja, assessorando-o com assistência jurídica trabalhista e cível, no registro de marcas e na comunicação de fatos de interesse de seu negócio. Representa a categoria junto à Prefeitura, à Câmara de Vereadores e ao Sindicato dos Comerciários.

Clique aqui e emita sua guia de recolhimento da contribuição Sindical 2019.

 
 
 
 
16/01/2019
Vendas do comércio sobem 2,9% em novembro
 
As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 2,9% em novembro, na comparação com outubro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado vem após duas quedas seguidas do setor.

Em relação a novembro de 2017, as vendas cresceram 4,4%. No acumulado até novembro, a alta é de 2,5%, enquanto nos últimos 12 meses é de 2,6%.

De acordo com a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, este foi o melhor resultado para um mês de novembro na comparação com outubro desde o início da série histórica do levantamento, em 2000. Além disso, considerando todos os resultados da série na comparação mês contra mês imediatamente anterior, foi o segundo maior resultado da série, ficando atrás apenas de janeiro de 2017, que na comparação com dezembro de 2016 teve alta de 4%.

"Isso serve para mostrar que não se trata de um resultado comum. É difícil vermos nos serviços um crescimento mensal superior a 2%", enfatizou.

Segundo a pesquisadora, a alta em novembro tem relação direta com a Black Friday. "Percebemos a influência desse evento quando observamos os resultados setorialmente. Os resultados mais fortes foram de atividades cujas receitas são estimuladas pelas vendas online, principal motor da Black Friday", analisou.

"Esse resultado converte a perda acumulada de 1,8% nos dois meses anteriores", destacou a gerente da pesquisa.

Apesar da alta expressiva em novembro, no acumulado em 12 meses, o comércio manteve uma trajetória de declínio iniciada em abril do ano passado. Isabella Nunes ponderou, no entanto, que se trata de uma estabilidade, conforme mostra o gráfico abaixo:

Desempenho por segmento

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o avanço foi de 1,5% frente a outubro. O acumulado no ano ficou em 5,4%, enquanto que o acumulando nos últimos 12 meses foi de 5,5%. Frente a novembro de 2017, o volume de vendas subiu 5,8% – a 18ª taxa positiva seguida.

Entre as atividades pesquisadas, de outubro para novembro, o destaque foi para os segmentos de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,9%), Móveis e eletrodomésticos (5%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,8%), beneficiados por promoções anunciadas em novembro pela Black Friday, segundo o IBGE.

Veja o desempenho de cada segmento:

Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 6,9%
Móveis e eletrodomésticos: 5%
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 2,8%
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,7%
Tecidos, vestuário e calçados: 1,7%
Combustíveis e lubrificantes: 0,1%
Livros, jornais, revistas e papelaria: -1,9%
Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -0,2%
Veículos, motos, partes e peças: -2,2%
Material de construção: -0,7%
O principal destaque, segundo a pesquisadora, partiu do setor de hipermercados, que responde por quase metade (48,4%) de todas as vendas do comércio. "É uma atividade de grande peso e também pode ter tido influência da Black Friday. Mas não podemos esquecer que houve deflação de alimentos naquele mês", salientou.

Isabella ressatou que, apesar de terem os maiores crescimentos no mês, os segmentos de outros artigos de uso pessoal e doméstico e móveis e eletrodomésticos não explicam sozinhos o resultado do mês, já que têm pouco peso no setor – respectivamente 12,5% e 9,3% de participação.

Livrarias e papelarias acumulam 7 meses seguidos de queda

O segmento de livros, jornais, revistas e papelaria registrou a 7ª queda mensal consecutiva. Em 12 meses, passou a acumular um recuo de 13,1% nas vendas. Em outubro, na comparação mensal, o recuo foi de 20,4%, o maior entre todos os segmentos, e em novembro a queda foi de 1,9%.

"A venda de livros despencaram com o fechamento de diversas lojas no país. A venda online de livros pode estar incluída também em outra atividades, como na de outros artigos de uso pessoal e doméstico. De toda forma, a atividade de livraria e papelaria tem um peso muito pequeno dentro do setor, de apenas 0,5%", ponderou a pesquisadora.

Fonte: G1
 
 
 
 
16/01/2019
Receita excluiu 521 mil empresas devedoras do Simples
 
A Receita Federal informou ontem (15) ter excluído 521.018 empresas do Simples Nacional, o regime simplificado de pagamento de tributos.

De acordo com a Receita, essas empresas não regularizaram débitos e foram excluídas do regime em 1º de janeiro.

As empresas excluídas, segundo o governo federal, devem mais de R$ 14,4 bilhões à Receita Federal ou à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Em setembro do ano passado, a Receita notificou 732.664 empresas do Simples que tinham débitos previdenciários e não previdenciários à época.

No Rio foram retiradas 40.734 empresas que devem juntas, R$1,2 bilhão.

Segundo a Receita, as empresas excluídas podem solicitar a reintegração ao regime simplificado até o dia 31 de janeiro, desde que paguei seus débitos antes dessa data. O pagamento pode ser feito à vista ou por parcelamento.
 
 
 
14/01/2019
Plantões para o feriado de 20 de janeiro de 2019
 
 Os seguintes plantões estarão disponíveis para as lojistas que quiserem funcionar no feriado de 20 de janeiro - São Sebastião, para aderir à Convenção Coletiva de Trabalho que permite o trabalho nos feriados, firmada pelo SindilojasRio e pelo Sindicato dos Comerciários (SECRJ).

14 de janeiro: Shopping Jardim Guadalupe;

15 de janeiro: Shopping Bangu e Park Shopping Campo Grande;

16 de janeiro: Sedes do SindilojasRio e do SECRJ, Delegacia de Serviços de Copacabana do SindilojasRio, Delegacia do SECRJ da Barra da Tijuca, Shopping Leblon e Park Shopping Campo Grande;

17 de janeiro: Sedes do SindilojasRio e do SECRJ, Delegacias de Serviços de Copacabana e Madureira do SindilojasRio; Delegacias do SECRJ da Barra da Tijuca, Campo Grande e do Norteshopping, Nova América, West Shopping e Shopping Tijuca.

Endereços e contatos:

SINDILOJASRIO

SEDE

Endereço : Rua da Quitanda, 3 - 10º, 11º, 12º e 13º andares
Bairro : Centro
Telefone : 2217-5000
E-mail : comunicacao@sindilojas-rio.com.br
WhatsApp: +55 (21) 98552-1822
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DELEGACIA DE SERVIÇOS DA BARRA DA TIJUCA

Endereço : Avenida das Américas, 4790 - sala 226
Centro Profissional Barra Shopping
Bairro : Barra da Tijuca
Telefone : 2431-5096/2431-5569


DELEGACIA DE SERVIÇOS DE CAMPO GRANDE

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Bairro : Campo Grande
Telefone : 3356-2597/3394-4384


DELEGACIA DE SERVIÇOS DE COPACABANA

Endereço : Rua Siqueira Campos, 53 - Salas 804 a 806
Bairro : Copacabana
Telefone : 2235-6873/2235-2992


DELEGACIA DE SERVIÇOS DE MADUREIRA

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Bairro : Madureira
Telefone : 2489-8066/2489-4600


SECRJ
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Bairro de Fátima - Centro - RJ
Tel: (21) 3266-4100
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14/01/2019
Janeiro: Empresas podem ser excluídas do Simples Nacional
 
Chamamos a atenção das Microempresas (MPE), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e dos Microempreendedores Individuais (MEIs) no que se refere ao regime de tributação Simples Nacional, em especial as que possuem débitos, já que no dia 31 de janeiro encerra o período de adesão ou desenquadramento no sistema.

"O faturamento das MPEs e EPPs no Simples Nacional não pode ultrapassar os R$ 4,8 milhões por ano no âmbito Federal e de até R$ 3,6 milhões por ano no Estadual, valor que pode variar de um Estado para o outro. No caso dos MEIs, o teto de faturamento anual é de R$ 81 mil. A regra inclui várias particularidades, como a exclusão das empresas com débitos em qualquer das esferas", explica o advogado tributarista e consultor do Sescap-Ldr, Paulo Pimenta.

O empresário contábil e diretor regional do Sescap-Ldr, Rodrigo Damas, alerta que não é somente os débitos com o Simples Nacional que ocasiona a exclusão, débitos com o IPVA e ITCMD na esfera estadual, por exemplo, também são motivos de exclusão, bem como com as taxas e impostos municipais ou ainda débitos com a Previdência Social.

De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional, em 2018, foram notificados 716.948 devedores que respondem por dívidas que totalizam R$ 19,5 bilhões. Essas empresas receberam no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN) os Atos Declaratórios Executivos (ADE) que notificam os optantes pelo Simples Nacional de seus débitos previdenciários e não previdenciários com a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Empresas que são excluídas do Simples Nacional ou optarem por outro regime devem estar cientes que terão de cumprir uma série de obrigações acessórias a mais, como DCTF, SPED contribuições, SPED ECF, SPED Contábil, Recolhimento de ICMS por regime de Débito e Crédito de imposto, recolhimento de ISSQN sobre alíquota própria do município, além dos tributos federais como COFINS, PIS, CSLL E IRPJ e, quando aplicável, IPI, elevando sua carga tributária, e mais o recolhimento previdenciário patronal sobre a folha de pagamento.

Tudo isso pode acabar por inviabilizar ou comprometer a continuidade das atividades da empresa, destaca Damas e acrescenta que "ao receber o ADE, é importante de imediato informar o empresário contábil para que possa orientá-lo a respeito da melhor forma de regularizar a situação".

Ao regularizar os débitos até o dia 31 de janeiro é necessário formalizar o reenquadramento no Simples Nacional. Vale lembrar, que os efeitos da exclusão são retroativos a 01 de janeiro de 2019.
 
 
 
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