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13/12/2017
Vendas com cartões de crédito por empresas do Simples Nacional serão monitoradas
 

A Secretaria de Estado de Fazenda implementou nesta semana um sistema de monitoramento de divergências em empresas optantes pelo Simples Nacional e que utilizam máquinas de cartão de crédito e débito em suas vendas. A partir do novo cruzamento de dados, que utiliza as informações fornecidas pelas operadoras dos cartões, o Fisco Estadual tem as informações exatas das vendas efetuadas pelo estabelecimento comercial nesta modalidade. Na primeira etapa, a estimativa inicial é que sejam regularizados R$ 200 milhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). No Estado do Rio, 500 mil empresas estão enquadradas no Simples Nacional.

Para verificar se a empresa está com pendências, o contribuinte ou o contador dos estabelecimentos deverão acessar o sistema Fisco Fácil no site da Secretaria de Fazenda, em www.fazenda.rj.gov.br. O sistema permite ao contribuinte se autorregularizar e acertar as pendências com a Fazenda Estadual. As empresas que não efetuarem este procedimento serão alvo de ações fiscais, cobrança de multas e poderão ser desenquadradas do Simples Nacional.
 
 
 
12/12/2017
Carioca terá ceia de Natal menos farta este ano
 
 

De acordo com pesquisa feita pelo CDLRio/SCPC, com cerca de 500 consumidores, 47,5% apontaram que o Natal será mais magro.

Apenas 10% dos consumidores afirmaram que estão apostando em uma ceia mais farta. Outros 42,5% acreditam que a celebração será igual a do ano passado.

O desemprego e a atual situação econômica do RJ foram apontados como as principais causas da ceia mais modesta. Os servidores estaduais, por exemplo, estão com salários atrasados, ainda não receberam o 13º salário de 2016 e não têm previsão de pagamento do benefício em 2017.

De acordo com os pesquisadores, 75% dos entrevistados pretendem gastar até R$ 350 com a ceia; 20% entre R$ 360 e R$ 450 e somente 5% devem pagar mais de R$ 500.

As despesas devem ser pagas com cartão de crédito parcelado por 71% dos consumidores. Para 23%, o pagamento será com cartão alimentação, para 5% à vista e 1% com cheque pré-datado.
 
 
 
12/12/2017
Comércio do Rio deve contratar 10 mil trabalhadores temporários
 

Levantamento feito pelo Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) aponta para 10 mil contratações temporárias neste final de ano no Rio. Sendo que o maior número de contratações deve se concentrar em vestuário e nos setores de hiper e supermercados.

"Mesmo com o atual cenário da economia no estado, o resultado da pesquisa reflete a esperança da expectativa de vendas para o Natal - a grande data comemorativa para o comércio, que representa 30% do faturamento do ano, e também porque precede a alta temporada do verão, que é a estação mais importante para a economia carioca. A combinação desses fatores motivaram essa estimativa de contratação de temporários", diz o presidente do SindilojasRio e do CDLRio, Aldo Gonçalves.
 
 
 
11/12/2017
Lojas do Rio podem abrir nos domingos de dezembro
 
O termo de adesão à Convenção Coletiva de Trabalho entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Comerciários (SECRJ), que permite o funcionamento das lojas especificamente nos proximos domingos de dezembro, 17 e 24, sendo este último até às 18h, está disponível em nossa sede e delegacias de serviços.

Os lojistas que fizeram acordo para o funcionamento das lojas em todos os domingos do ano estão dispensados do acordo para os domingos de dezembro.

Já os lojistas que não possuem e desejam abrir seus estabelecimentos, devem retirar o formulário e homologá-lo nos dois sindicatos. Haverá plantão conjunto no dia 15 de dezembro nos seguintes locais:

Sede do SECRJ – Rua André Cavalcanti, 33 – Bairro de Fátima
Sede do Sindilojas-Rio – Rua da Quitanda, 3 – 10º andar – Centro
Saara – Sociedade dos Amigos e Adjacências de Rua da Alfândega, na rádio Saara, no Edifício Monte Líbano - Av. Passos, 91
Delegacia da Barra da Tijuca do SindilojasRio e do SECRJ
Delegacia de Copacabana do SindilojasRio
Delegacia de Campo Grande do SindilojasRio e do SECRJ
Delegacia de Madureira do SindilojasRio e do SECRJ

As principais normas a serem seguidas são:

Jornada máxima de 7 horas e 20 minutos; adicional por horas trabalhadas; ajuda alimentação de R$18,00; folga remunerada, ajuda transporte (ida e volta) em vale transporte e para apuração do valor/hora pelo trabalho excepcional aos domingos será considerado o divisor 220 para aqueles com jornada de 8 horas diárias e 180 para os que laborem 6 horas diariamente.

Os lojistas associados ao SindilojasRio em dia com suas mensalidades e as contribuições (Sindical, Confederativa e Assistencial) estão isentos do pagamento da taxa, devendo recolher apenas o valor referente ao SECRJ, sendo R$85,00 para dois domingos ou R$125,00 para três domingos.

Os lojistas não associados pagam uma taxa de R$5,00 pelo formulário, R$170,00 para dois domingos e mais os valores acima mencionados para o SECRJ.
 
 
 
11/12/2017
Varejo reforça segurança
 
Para dar conta do aumento de demanda natalina, o comércio terá de driblar desafios, principalmente no Rio, onde a crise de segurança pública é entrave para as entregas. Só entre janeiro e outubro, foram registrados 8.508 casos de roubo de cargas no Estado, aumento de 14,3% em relação a 2016, conforme dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). Segundo empresas e analistas do setor, a operação especial para lidar com esse cenário já começou. De acordo com levantamento da empresa de logística Intelipost, feito a pedido do jornal O GLOBO e baseado em cinco milhões de pedidos, 12,9% das entregas dos Correios no Estado, nos últimos três meses, foram feitas com algum tipo de medida adicional de segurança, em geral escolta armada. Na média nacional, esse percentual é de apenas 1,6%. O uso de escolta se soma a outras estratégias para garantir a segurança da mercadoria, como ampliação de frota própria, geolocalização e serviços que permitem comprar on-line e retirar em lojas físicas. Clique aqui e leia na íntegra matéria do jornal O GLOBO.

Lojas enfrentam desafio de manter estoque baixo

Nas lojas físicas, a preocupação é equilibrar o ritmo de reposição de estoques com o aumento da demanda. Os setores mais críticos são os de celulares e produtos eletroeletrônicos. As operadoras de telefonia, por exemplo, concentraram investimentos para reforçar equipes de inteligência e segurança nos pontos de vendas físicos. Para especialistas, o varejo precisou se preparar para garantir estoques suficientes e, ao mesmo tempo, não amargar prejuízos elevados se o centros de distribuição ou lojas forem alvo de grupos criminosos.

Mudança no perfil do consumidor

O Coordenador do MBA em Gestão de Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ulysses Reis, avalia que, além do risco de segurança, a mudança de perfil do consumo, com expansão de compras pela internet, contribuiu para ajustes no sistema de distribuição e estoque de produtos nas lojas físicas:

- O risco é menor ao concentrar os produtos em um centro de distribuição que abastece as lojas sob demanda, afirma Reis.


Fonte: O Globo

Nota: Pesquisa do CDLRio informou que o comércio varejista carioca gastou 996 milhões com segurança no 1º semestre de 2017 com a contratação de vigilantes, equipamentos eletrônicos, grades, blindagens de portas e reforço nas vitrines.
 
 
 
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