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17/09/2018
Mulheres empreendedoras já lideram quase 60% das lojas on-line
 
 As mulheres são maioria entre os empreendedores no mundo virtual. Uma pesquisa da Nuvem Shop entre julho de 2017 e julho de 2018 sobre uma base de quase 200 mil lojas virtuais cadastradas na plataforma apontou que quase 60% das lojas on-line são gerenciadas por mulheres.

No levantamento de 2016, o número de mulheres à frente de negócios on-line era de 48,2% contra 51,8% de homens. Já em 2017, as mulheres passaram à frente, liderando 50,3% dos e-commerces, com um salto de mais de 7 pontos percentuais neste ano, chegando a 57,6%.

O segmento de moda é o preferido das mulheres que empreendem na internet, com 64% da preferência, seguido por saúde e beleza, com 58%. Casa e decoração representam 45% e eletrônicos, 23%. Os números extrapolam os 100% porque há negócios que vendem mais de um segmento.

O crescimento da vertical de moda no ambiente on-line foi o mais acentuado nos últimos 12 meses, com 14% de aumento. Beleza e saúde cresceu 6%.

Negócios mais consistentes

A Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016 em parceria com o Sebrae apontou que a taxa de sucesso dos empreendimentos femininos naquele ano ficou em 15,4%, acima dos 12,6% dos negócios tocados por homens. Os dados contemplam as empresas com até três anos e meio de existência. O estudo indicou também que as mulheres foram responsáveis por 51,5% dos novos negócios criados no Brasil à época.

No segmento de startups, o desempenho das mulheres é ainda mais impressionante. Um relatório do The Boston Consulting Group apontou que startups fundadas por mulheres faturam 78 centavos por cada dólar investido, mais que o dobro das lideradas por homens, que tem uma média de retorno de 31 centavos por dólar investido.
 
 
 
17/09/2018
SindilojasRio conclui mais um ciclo do SEGS
 

O SindilojasRio recebeu na última sexta-feira (14), a visita das executivas do Secovi Rio - Sindicato da Habitação - para realizar última etapa do ciclo 2018 do SEGS (Sistema de Excelência em Gestão Sindical), programa da CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, criado para aprimorar com a gestão das entidades do sistema.

Na ocasião foi realizada a avaliação de consenso, que consiste em uma análise externa das práticas de gestão implementadas pelo SindilojasRio. Esta avaliação foi feita por Giovana Moura, coordenadora de Inteligência Corporativa, e Graziela Santos, coordenadora Financeira, do Secovi Rio. O grupo de trabalho do SindilojasRio no programa foi representado por Igor Monteiro, Paulo Roberto Marques Júnior e Rosangela Vicente, sob a coordenação do assessor da Diretoria, Luiz Bravo, e a consultoria de Luciano Santana. O superintendente Carlos Henrique Martins e o gerente de TI, Luiz Roif, também acompanharam a avaliação.

Participando ininterruptamente desde 2013 do SEGS, o SindilojasRio concluiu esta etapa no novo modelo do programa SEGS, instituído pela CNC, que se baseia no modelo de maturidade do CMMI - Modelo Integrado de Maturidade em Capacitação para avaliar os processos finalísticos das entidades em cada um dos seis eixos de atuação sindical: Relações Sindicais, Representação, Atuação Legislativa, Comunicação Institucional, Produtos e Serviços e Atuação Gerencial.

No próximo mês o grupo de trabalho do SindilojasRio no SEGS se reunirá para definir o Plano de Ação 2019, no qual irão constar propostas de melhorias para as atuais práticas de gestão, sempre visando ao aprimoramento da representação e da prestação de serviços do SindilojasRio para a comunidade lojista.
 
 
 
14/09/2018
Vendas do varejo caem 0,5% em julho ante junho, revela IBGE
 
As vendas do comércio varejista caíram 0,5% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira (13), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou aquém da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, positiva de 0,30%, com base nas previsões de queda de 1,20% a avanço de 1,10%. Foi o terceiro recuo seguido nessa base de comparação. Nos três meses de queda, as vendas do varejo restrito acumularam baixa de 2,3%, informou o IBGE.

Na comparação com julho de 2017, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram queda de 1,0% em julho de 2018. Nesse confronto, o resultado veio abaixo do piso das projeções, que iam de uma queda de 0,60% a uma alta de 2,40%, com mediana positiva de 1,10%.

Com isso, as vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 2,3% no ano. No acumulado em 12 meses, houve avanço de 3,2%.

Varejo ampliado

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas caíram 0,4% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam de uma queda de 1,70% a um avanço de 1,50%, mas abaixo da mediana positiva de 0,20%.

Na comparação com julho de 2017, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 3,0% em julho de 2018. Nesse confronto, coincidiu com o piso do intervalo das projeções (alta de 3,00% a 6,20%, com mediana positiva de 4,00%).

As vendas do comércio varejista ampliado acumularam alta de 5,4% no ano. Em 12 meses, o resultado foi de avanço de 6,5%.

Média móvel

O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito teve queda de 0,8% em julho, informou IBGE, ao divulgar a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o índice de média móvel trimestral das vendas recuou 1,1% em julho.

Revisões

O IBGE revisou a variação das vendas do varejo restrito de junho ante maio de -0,3% para -0,4%, ao divulgar os dados da PMC de julho.

O IBGE revisou ainda as vendas do varejo restrito de maio ante abril, de uma queda de 1,2% para um recuo maior, de 1,4%. Já as vendas do varejo restrito de abril ante março passaram de +1,1% para +1,2%.

Fonte: UOL




 
 
 
14/09/2018
Previsão da CNC para crescimento do varejo em 2018 cai para 4,3%
 
Apesar da queda na expectativa, setor deve ter seu 2º ano de expansão real no faturamento

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reajustou, pela quarto mês consecutivo, sua previsão para o crescimento do varejo em 2018. A expectativa, que antes era de +4,5%, agora está em +4,3%. A redução foi feita após a divulgação de queda de 0,4% no faturamento do varejo em julho, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE.

“Apesar da desaceleração no ritmo das vendas, o varejo caminha para o seu segundo ano de expansão no seu faturamento real”, afirmou o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes. “Contudo, o ritmo de crescimento até o final do ano certamente será menor do que o da primeira metade de 2018, que alcançou +5,4%”, complementou Bentes. Para o segundo semestre, a Confederação estima que o crescimento será de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Queda em julho retrata perda de confiança do consumidor

De acordo com a Divisão Econômica da CNC, a queda no mês de julho teria sido bem mais expressiva se não fosse o crescimento de 1,7% no setor de hiper e supermercados – todos os demais segmentos apresentaram variações negativas.

O destaque ficou por conta dos segmentos de móveis e eletrodomésticos (-4,8%), equipamentos de informática e comunicação (-2,7%) e materiais de construção (-2,7%). “A queda nas vendas de móveis e eletrodomésticos reflete um menor grau de confiança por parte dos brasileiros em assumir dívidas no atual cenário de incertezas, na medida em que nem mesmo o recuo nas taxas de juros e evolução ainda favorável nos preços de bens de consumo duráveis têm impulsionado as vendas desse tipo de bens”, concluiu Fabio Bentes.

Fonte: Jornal do Brasil
 
 
 
14/09/2018
Governo dificilmente conseguirá mexer nas regras do Simples Nacional
 
O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirmou na última quarta-feira (12) que dificilmente o governo conseguirá mexer nas regras do Simples Nacional, regime tributário diferenciado para micro e pequenas empresas. Ele ressaltou que o Congresso Nacional tem aprovado as medidas de interesse desse segmento, mesmo contrariando os interesses do governo. "Nós aprovamos tudo por unanimidade, contra a Receita (Federal)", disse.

Como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, na segunda-feira, o governo está fazendo um pente-fino nas renúncias tributárias, e o Simples deve ser um dos alvos da revisão. Uma das propostas é restringir os setores beneficiados e reduzir para R$ 3 milhões por ano o limite de faturamento para as empresas aderirem ao programa.

Hoje, esse limite é de R$ 4,8 milhões - considerado o mais elevado do mundo. A Receita considera que a fixação de um novo limite é uma questão de isonomia internacional e que a legislação atual desestimula as empresas a crescerem para permaneceram na tributação mais baixa do Simples.

"Essa é uma luta antiga, a Receita está louca para acabar com o Simples. Inclusive ela fala uma grande mentira, que o Simples é a maior renúncia fiscal ao lado da Zona Franca de Manaus. Isso é uma heresia total", rebateu Afif.

O presidente do Sebrae afirmou ainda que a alegação do governo de que há perda de arrecadação com o Simples é uma "falácia" e avisou que será difícil mexer nas regras atuais.

"O Simples é modelo que dificilmente eles vão conseguir mexer, por um fato muito simples, eles não podem editar MP (Medida Provisória, com vigência imediata) nem fazer lei ordinária. É lei complementar, e por lei complementar no Congresso eles não passam", disse Afif. A aprovação de lei complementar requer o apoio de 257 deputados e 41 senadores.

Em evento recente, a secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, afirmou que o limite de faturamento para que empresas nos Estados Unidos se enquadrem num regime diferenciado de tributação é muito menor do que no Brasil. Para Afif, a discrepância existe porque o regime fora do Simples é um "manicômio tributário", com uma rede muito complexa para arrecadar impostos. O presidente do Sebrae afirmou que é preciso proteger as empresas desse problema.

Fonte: Agencia Estado
 
 
 
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