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17/07/2020
Comércio de rua do Rio teve queda de 80% após a reabertura em comparação ao mesmo período de 2019, diz levantamento
 
O comércio de rua ainda não deu sinais de reação após a reabertura de suas atividades no Rio. É o que indica levantamento do CDLRio e SindilojasRio​. Segundo as entidades, as vendas após a permissão para que o comércio retomasse as atividades, no dia 27 de junho, representaram só 20% do mesmo período do ano passado.

Segundo Aldo Gonçalves, que preside as duas entidades, o comécio do Rio já estava em crise mesmo antes da pandemia, mas a Covid-19 agravou ainda mais a situação dos 25 mil lojistas que as organizações representam.

“A economia já estava enfraquecida antes da pandemia de Covid-19 ocorrer. O movimento de vendas do ano passado foi um fracasso. Nenhuma data comemorativa, nem mesmo o Natal, apresentou o resultado esperado. Já neste ano, em plena pandemia, datas como a Páscoa, o Dia das Mães e o Dia dos Namorados tiveram resultados igualmente negativos. E o fraco movimento registrado nessas primeiras semanas de reabertura do comércio tem mostrado que o consumidor continua preocupado com a doença e seus reflexos tanto na saúde como na economia, e, por isso, sumiu", avaliou.

Para Aldo Gonçalves o bom resultado apresentado na pesquisa do IBGE, que apontou um crescimento de 13,9% das vendas do comércio varejista em maio, em relação ao mês anterior, deve ser visto com cautela. “Na mesma pesquisa, o IBGE mostra queda de 7,2% quando compara as vendas de maio deste ano com o mesmo mês de 2019. Por isso, os números devem ser analisados sem euforia. O comerciante sabe que o caminho da recuperação é longo e difícil, com muitos obstáculos a superar”, explica ele.

Aldo diz que apesar de o governo ter disponibilizado linhas de crédito na tentativa de amenizar a crise, os comerciantes, especialmente os micro e pequenos empresários, vêm encontrando dificuldades para acessá-las. “Se isso não mudar rapidamente, milhares de negócios do setor não sobreviverão, ceifando outros milhares de postos de trabalho”, alerta Aldo Gonçalves.
Fonte: G1
 
 
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