Sindilojas RioTelefone
   
 
Novidades
Busque no site
 
 
CapaSindilojas RioCentral do AssociadoServiçosConvêniosInformaçõesRevistaImprensaContato
Capa
 
Informações      
Mural
Notícias
Perguntas Frequentes
Downloads
Links Úteis
 
09/07/2018
Inadimplência cresce 0,9% no comércio do Rio
 
A inadimplência no comércio carioca cresceu 0,9% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio). As consultas - item que indica o movimento do comércio - diminuíram 6,3% e as dívidas quitadas aumentaram 1%.

No acumulado dos seis meses do ano (janeiro/junho) de 2018 em comparação com o mesmo período de 2017 as consultas recuaram 5,9% e a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 0,9% e 0,7%.

Ao comparar junho com maio, os registros do CDLRio mostram que as consultas diminuíram 0,8% e a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 1,8% e 5,7%.

De acordo com Aldo Gonçalves, presidente do SindilojasRio e do CDLRio, estes números mostram o quadro atual da economia no Estado do Rio de Janeiro, com o desemprego e a violência influenciando o comportamento do consumidor, afetando a sua disposição de compra. “Aliado a tudo isso, o comércio continua sendo bastante prejudicado pela a informalidade, que tomou conta da cidade e cresceu ainda mais quando ocorrem eventos de grande porte como é o caso da Copa do Mundo”, conclui.

Cheque

Segundo o registro de cadastro do LIG Cheque da entidade, em junho em relação ao mesmo mês do ano passado as consultas e as dívidas quitadas diminuíram, respectivamente, 9,1% e 2% e a inadimplência cresceu 1,2%.

No acumulado dos primeiros seis meses de 2018 (janeiro/junho) em relação ao mesmo período de 2017, as consultas e as dívidas quitadas recuaram 7,6% e 3%, respectivamente, e a inadimplência aumentou 1,1%.

Comparando-se junho com o mês anterior (maio), as consultas caíram 4,5% e a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 0,4% e 3,3%.
 
 
 
06/07/2018
Prazo para aderir ao Refis do Simples Nacional termina no dia 9 de julho
 
O prazo para aderir ao Refis do Simples Nacional – cujo nome oficial é Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) – termina nesta segunda-feira (9).

O prazo se iniciou no dia 4 de junho de 2018, sendo que as inscrições só podem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do portal do Simples Nacional ou via portal E-CAC da Receita Federal.

Com isso, as dívidas apuradas na forma do Simples Nacional ou do Simei, vencidas até 29 de dezembro de 2017, podem ser renegociadas em condições especiais.

Além da redução de litígios tributários, o Refis tem como objetivo proporcionar às Micro e as Pequenas Empresas e aos Microempreendedores Individuais melhores condições de enfrentarem a crise econômica por que passa o país, permitindo que voltem a gerar renda e empregos e a arrecadar seus tributos.

Dentre os benefícios concedidos estão:

Redução de 90% dos juros de mora e de 70% das multas de mora, de ofício ou isolada, para os débito liquidados integralmente;
Redução de 80% dos juros de mora e de 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas, para os parcelamento realizados em até 145 parcelas mensais sucessivas,
Redução de 50% dos juros de mora e de 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas, para os parcelamentos realizados em até 175 parcelas mensais sucessivas.
O contribuinte que tenha débitos a quitar junto à Receita Federal poderá ser impedido de emitir Certidão Negativa de Débitos (CND), bem como ser excluído do Regime de Simples Nacional, caso não regularize sua situação junto ao órgão.

O valor mínimo da parcela é de R$300 para ME e EPP e R$50 para o MEI.

Adesão

O empreendedor que já estiver em outros refinanciamento poderá, à sua opção, continuar ou aderir ao Refis. O devedor também pode migrar os débitos dos outros programas para o Pert-SN.

Quem desejar parcelar débitos que estão em discussão administrativa ou judicial, deverá desistir previamente do litígio em uma unidade da Receita Federal.

Isso tem que ser feito até três dias antes da adesão ao Refis.

O refinanciamento das dívidas das empresas do Simples Nacional foi aprovado em 2017 pelo Congresso, mas a lei foi vetada pela Presidência da República. Em abril deste ano, porém, o veto foi derrubado por unanimidade pela Câmara e Senado.
 
 
 
05/07/2018
Novas Leis
 

A Lei 8.017 de 29 de junho de 2018 veda a cobrança de juros de mora sobre títulos, faturas ou boleto de qualquer natureza, por estabelecimentos bancários, financeiras e de créditos, cujo vencimento ocorra aos sábados, domingos ou feriados estaduais ou municipais no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, desde que seja quitado no primeiro dia subsequente. A Lei entrou em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, em 03.07.2018.

A Lei 8.041de 29 de junho de 2018 altera o artigo 1º da Lei 2.486/1995 tornando obrigatória a instalação de balanças de precisão nos supermercados, hipermercados e congêneres, para uso dos consumidores com a finalidade de conferência do peso das mercadorias previamente embaladas pelo estabelecimento comercial ou de responsabilidade do próprio fabricante. Devem estar dispostas em lugar visível, de fácil acesso e com ampla divulgação. A Lei entrou em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, em 03.07.2018.
 
 
 
05/07/2018
Peic: Percentual de famílias endividadas recua pelo terceiro mês consecutivo
 
 A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com dívidas alcançou 58,6% em junho, apresentando uma queda em relação aos 59,1% observados em maio. Houve redução também na comparação anual, quando o indicador alcançou 59,4% do total de famílias.
O estudo mostra que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também diminuiu este mês, passando de 24,2% para 23,7% do total. Na comparação anual, houve redução de 1,9 ponto percentual.

A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes passou de 9,9% em maio para 9,4% em junho de 2018, apresentando queda também em relação aos 10,1% verificados no mesmo período do ano passado.

Segundo a economista da CNC, Marianne Hanson, a redução do endividamento observada nos últimos meses reflete um ritmo menor de recuperação do consumo das famílias. “Além disso, há também uma cautela maior na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, completa.

O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida, apontado por 76,3% das famílias entrevistadas. Em seguida, vêm os carnês (15,2%) e, em terceiro lugar, o financiamento de carro (11,2%).

Nível de endividamento

A proporção das famílias que se declararam muito endividadas diminuiu em relação a maio, passando de 13,4% para 13,0% do total de entrevistadas. Na comparação anual, também houve queda de 1,4 ponto percentual.

Prazo de endividamento

O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,6 dias em junho de 2018, acima dos 62,8 no mesmo período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,2 meses, sendo que 32,9% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 20,2% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.
 
 
 
05/07/2018
GFIP é aprovada em Comissão da Câmara dos Deputados
 

O projeto de lei (PL) que visa anular os débitos tributários por atraso na entrega da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (04).

O PL 7512/2014,relatado pelo deputado Jorginho Mello (PR-SC), que recomendou a aprovação do texto, extingue as sanções por atraso na entrega da GFIP geradas no período de 1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2013. Por tramitar em caráter conclusivo, a proposta deve seguir para análise do Senado Federal.

Para o presidente da Fenacon, Sérgio Approbato Machado Júnior, a aprovação da matéria é coerente com a demanda das empresas de pequeno porte que não têm recursos para arcar com esta imposição dos órgãos fiscalizadores. “A cobrança destes valores de 2009 a 2013 é injusta por ser referente a um período em que não havia fiscalização. Por isso, ficamos contentes com o fato de os deputados Laércio Oliveira, autor da proposta, e Jorginho Mello, relator, terem compreendido o projeto e o impacto desta decisão nas empresas. Esta foi uma importante vitória do Sistema Fenacon que, desde o princípio trabalha neste tema”, relatou.

Fonte: Fenacon - Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas.
 
 
 
Página: « 1 2 3 4 5 6 7 8 9 »
 
Contribuições
Obrigações do Mês
Associe-se
Convênios
 
Revista
 
 
 
         
 
   
Sindilojas Rio
Telefone

Rua da Quitanda, 3 - 10º, 11º e 12º andares
Centro Rio de Janeiro RJ
CEP 20011-030