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03/10/2017
A CNC oferece a cartilha da Reforma Trabalhista
 
 

A Divisão Sindical da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) produziu a cartilha da Reforma Trabalhista. A Confederação espera que as novas normas possam contribuir para a criação de um ambiente favorável ao investimento e à expansão econômica sustentada, levando em consideração a autonomia negocial como elemento principal para que os profissionais e empresários possam estabelecer, respeitadas a realidade de cada um dos setores, melhores condições de trabalho por meio da negociação coletiva, mantendo inalterados os direitos trabalhistas. Clique aqui e acesse a cartilha da Reforma Trabalhista. Clique aqui e acesse a cartilha
 
 
 
28/09/2017
Natal – A data mais aguardada pelo Comércio
 
Quem se planeja com antecedência, sai na frente dos concorrentes

Haroldo Monteiro, coordenador da Pós-Graduação
de Gestão Estratégica no Varejo pelo Ibmec/RJ


O Natal é considerado pelo comércio varejista como a melhor época do ano para as vendas. Em tempos de incerteza econômica, com o consumo retraído e mais limitado, levará vantagem o lojista que estiver mais bem preparado para aproveitar o momento. Isto significa ter começado a se planejar para as vendas do fim de ano com antecedência, realizando pesquisas, cuidando de todos os aspectos do negócio, da gestão dos produtos e do estoque à contratação e treinamento dos funcionários, passando pela decoração das lojas e pelas ações de promoção e de marketing.

De acordo com Haroldo Monteiro, coordenador da Pós-Graduação de Gestão Estratégica no Varejo pelo Ibmec/RJ, é uma tarefa difícil, mas não impossível, fazer o planejamento para o Natal com o atual momento da economia no País, pois não há sinais muito fortes de recuperação. “É preciso ter cautela na hora de planejar o estoque para o Natal. O varejista deve focar mais nos seus produtos campeões de vendas, buscando manter o mesmo nível de estoques do último Natal, com um pequeno acréscimo que, dependendo do produto, pode variar entre 2% e 5%”.

Monteiro ressalta que o lojista deve ter em mente que o planejamento do sortimento de produtos é vital para a rentabilidade da empresa. Em tempos de incerteza, o varejista deve focar mais no giro do estoque e trabalhar com o mínimo necessário para não perder vendas. Caso seja uma cadeia de lojas, deve-se concentrar boa parte dos produtos no estoque central, enviando as mercadorias para as lojas na medida em que forem sendo vendidas. Não apostar em um grande aumento de vendas, no momento, parece ser a estratégia mais correta.

Haroldo Monteiro diz, também, que é preciso tentar sempre manter o sortimento mais adequado ao consumidor da marca. Porém, este fator exige investimento em sistemas e pessoal especializado. “Para as empresas que possuem um e-commerce bem montado, informações de padrões de consumo podem ser obtidas por meio do mapeamento de suas preferências no site da empresa ou nas mídias sociais”, explica ele.

Ainda que seja um período de vendas mais fortes, hoje o varejista deve aproveitar para liquidar produtos que não estão girando há algum tempo. Ou, ainda, tentar “botar pra fora" aquele estoque antigo, dando destaque à promoção desses produtos. Outro ponto é acompanhar a venda dos produtos novos e fazer promoções progressivas neste período, até um pouco antes do Natal, pois, após a data, o varejista acabará tendo que dar descontos agressivos para aqueles produtos que não foram vendidos. Portanto, é melhor dar pequenos descontos nos produtos que não estão girando e, assim, aumentar suas vendas, do que esperar até o fim do período de Natal para fazer liquidações com grandes descontos, frisou.
 
 
 
28/09/2017
Vitrines Natalinas
 
 
Um dos aspectos mais importantes do planejamento das vendas natalinas a ser considerado são as vitrines. A revista O Lojista entrevistou Marta Kasznar, consultora empresarial e professora com formação em Arquitetura, Estilo e Design. É especializada em Varejo pela FGV, com mestrado em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ e doutorado em Engenharia de Produção pela UFRJ/COPPE. Participante assídua do maior evento de varejo do mundo, o Big Show da National Retail Federation (NRF), realizado anualmente em Nova Iorque (EUA), Marta possui um acervo fotográfico dos melhores exemplos de vitrines do varejo americano.

Marta Kasznar, consultora empresarial

O Lojista - Qual a importância das vitrines para atrair os consumidores nesta época do ano?

– É total, a começar pela teoria das cores quentes e frias. Umas atraem, enquanto outras afastam. As combinações entre si podem dar a sensação de que as cores vibram e se aproximam. A iluminação correta intensifica os efeitos com as cores. A comunicação deve ser muito simples e objetiva. As vitrines podem proporcionar forte incremento nas vendas, se forem adequadamente apresentadas e trabalhadas.

OL - Como preparar uma vitrine que valorize os símbolos da data, chame a atenção e destaque os produtos? Por quanto tempo usá-la?

– As velas de Natal podem enfeitar uma mesa posta em uma loja de presentes e de utilidades do lar, por exemplo. A luz emanada das velas simboliza a luz de Jesus Cristo que ilumina os caminhos da vida. Hoje em dia, temos velas cujas chamas não são de fogo de verdade e, portanto, não oferecem perigo. A chama pode ficar acesa por meio de uma minúscula lâmpada. Já um arranjo de velas pode decorar e criar um ambiente muito aconchegante, além de chamar a atenção dos consumidores. Quando se trata de produtos como joias e bijuterias, pode ser conveniente utilizar um presépio miniatura para apresentar a coleção. É preciso elevar o chão da vitrine à altura do olhar, reduzí-la de tamanho e expor estrategicamente as peças pelo estábulo, entre os pastores, nas mãos dos três Reis Magos e até no lugar da estrela guia. Os enfeites e a decoração da vitrine, em qualquer data comercial e festiva, nunca podem ser mais chamativos e mais importantes do que os produtos. Eles devem ser coadjuvantes, ou seja, ajudam a vender e chamar atenção do produto exposto. A vitrine natalina pode ser iniciada em meados de outubro e ser trocada nos primeiros dias de janeiro.

OL - Existe alguma fórmula que possa ser usada?

– Não existe uma fórmula a ser seguida. Um ótimo resultado alcançado em uma vitrine pode não dar certo em uma outra loja porque os negócios, o público-alvo e as dimensões do espaço da vitrine são diferentes. O que pode se levar em conta para criar a vitrine natalina é que as cores usadas, tradicionalmente, são o vermelho, o verde e o branco com um toque de metálicos (prata, bronze e ouro), que são sinônimos de glamour e magia. Atrelados a temas religiosos, as cores têm também seus significados. O vermelho é a cor do sangue de Jesus, cor mais quente e estimulante; o verde representa esperança; o branco remete a alegria, paz, união. Já o dourado e o prateado significam a luz solar e o brilho das estrelas. Há possibilidades de se conseguir efeito visual tão bonito quanto, saindo das cores clássicas para algo mais moderno, como algumas combinações do tipo: prata com branco, tons de vermelho e dourado, azul, branco e dourado, entre outras variações.

OL – Pode nos contar um case de sucesso em vitrines de Natal?

– O que determina o sucesso de uma vitrine de Natal é a magia de uma decoração feérica. Adultos deixam-se levar pelas instalações fantásticas, de fantasia, dos presentes, dos ambientes impactantes e cintilantes e sonham como se voltassem a ser crianças. Há algum tempo, fiz parte de um grupo de jurados para votar a melhor vitrine natalina de um shopping center. O primeiro lugar foi escolhido unanimemente. A vitrine panorâmica retratava a estrela guiando os três Reis Magos. Bastou um tecido de fundo azul escuro recoberto de cristais, que deixava entrever suavemente luzes piscando, ambientando um céu estrelado e, no alto, na extremidade direita, a estrela guia magnífica apontava para a porta de entrada da loja. Um visual criativo, barato e vencedor!

OL –Qual mensagem deixaria aos lojistas que vão preparar suas vitrines neste fim de ano?

– Nem sempre o material mais caro acarretará em vitrine vendedora. Sou a favor de ideias criativas, que possam reciclar e reaproveitar materiais, assim como fazem no carnaval. Apoio a vitrine sustentável. O Natal é tempo de amor, é tempo de embrulhar presentes, é a época da união das famílias. A comemoração é o momento propício para comunicar “esperança”. Nesse sentido, os sinos podem vir a badalar por meio das imagens e chamar os consumidores cariocas para ter fé e esperança. Desejo que todos os varejistas do Rio possam driblar a crise com vitrines que tragam mensagens político-humorísticas, lembrando que vale a pena festejar mais um Natal!
 
 
 
28/09/2017
Temporários para o Natal
 
Uma equipe bem selecionada e treinada pode fazer toda a diferença

Monica Simas, consultora de RH
 
O planejamento de Recrutamento e Seleção para o fim de ano inicia-se com a divulgação das vagas por meio de anúncios atraentes em setembro e outubro. Com essa antecedência é possível elaborar treinamentos criteriosos e tomar providências referentes a documentações, em novembro, para que as equipes estejam efetivamente prontas para um atendimento de qualidade em dezembro. Esta seria a agenda ideal para a realização do trabalho necessário.

Os anúncios podem ser feitos pelo site da empresa, nas mídias sociais, nas vitrines dos PDVs e/ou em locais onde acessam ou transitam as pessoas que possuem o perfil da marca, como universidades, escolas, academias, shoppings etc. Nesse período, quando o mercado dá início aos seus planos de divulgação para o fim de ano, é importante estar alinhado a este movimento para ter acesso a bons candidatos. Pode parecer muita antecedência, mas não é. Um bom recrutamento favorece uma seleção assertiva, a ser complementada por um treinamento bem elaborado, que propiciará as habilidades necessárias ao profissional para que ele seja bem-sucedido em suas tarefas e metas, beneficiando a empresa em que atua.

É importante que seja definida e, ao mesmo tempo, abrangente, a descrição do perfil ideal para a vaga. Devem ser citadas competências técnicas e comportamentais para a função. Dentre as competências técnicas estão o nível de escolaridade, experiência exigida, boa comunicação oral e escrita, idiomas, bom raciocínio lógico para contas necessárias a uma negociação e outras. Já as competências comportamentais são referentes ao “como fazer”: relacionamento interpessoal, iniciativa, empatia e tantas outras habilidades essenciais para lidar com pessoas no varejo.

Apesar de não serem divulgadas, sendo acordadas só internamente, outras características precisam ser avaliadas de acordo com a necessidade da empresa, como, por exemplo, sexo, idade, local de moradia e outras particularidades. Vale ressaltar que a marca precisa ter um cuidado especial para que as escolhas estejam alinhadas com o negócio e não tenham conotação discriminatória. Em geral, são analisados pontos de aderência dos candidatos com o perfil dos clientes, a proximidade do local de trabalho e outras variáveis, que buscam proporcionar melhores condições de trabalho e de relacionamento com os consumidores.

O treinamento deve ir além da abordagem dos processos internos da empresa, enfatizando o propósito da marca. Estar alinhado com a missão, visão, valores e filosofia de atendimento é fundamental para que os novos colaboradores possam transmitir aos clientes mais sobre a empresa, em vez de simplesmente vender seus produtos e/ou atender suas necessidades. O colaborador deve ser como um defensor dos princípios e propostas da marca. Aproveitar o momento de maior fluxo nas lojas é uma estratégia que pode virar um “tiro no pé”, se a equipe não estiver preparada para encantar os clientes. Os treinamentos mais eficazes são os que abordam temas técnicos e, também, os comportamentais, de forma que não deixe dúvidas sobre o papel de cada um na empresa.

Um bom recurso para superar o pouco tempo é entregar o treinamento a profissionais especializados, o que permitirá maior nível de assimilação. Devem ser trabalhados temas que levem ao conhecimento sobre os processos a serem cumpridos, com o “molho” do desenvolvimento do comportamento ideal nas diferentes situações que os colaboradores irão vivenciar no dia a dia. Em geral, as pessoas que querem atuar no fim de ano têm um ritmo que nada tem a ver com questões teóricas e pouco dinâmicas. Por isso, um treinamento que use vivências e jogos de aprendizagem lúdica poderá contribuir para uma assimilação rápida e efetiva dos conceitos abordados.

A participação dos líderes deve ser total no planejamento, no treinamento e no cumprimento de todas as etapas de preparo para o fim de ano. Os líderes podem contribuir muito acompanhando o treinamento aplicado. Uma atuação especializada em Educação Corporativa, com o conhecimento da andragogia e de técnicas práticas vivenciais, pode ser um excelente investimento para esta época tão importante para o varejo. O líder também pode, inclusive, ser treinado, para que possa adquirir ferramentas que permitam que atue como verdadeiro treinador ou líder-coach, que é quem vai saber desenvolver, de forma individualizada, cada talento de sua equipe, fazendo uso de alguns recursos e técnicas da metodologia de Coaching. Além das tarefas relacionadas ao planejamento, organização e controle dos processos internos de trabalho, um dos principais atributos dos líderes reside no desafio de desenvolver seus colaboradores, em busca do melhor resultado.

No fim de ano, a velocidade das ações deve ser proporcional à velocidade dos acontecimentos. Com esta perspectiva, programas e planos, tanto de seleção como de treinamento, se forem personalizados para as empresas, na medida de suas necessidades e seguindo a cultura e o propósito da marca, darão condições às empresas de colher efeitos mais assertivos sobre as pessoas e resultados positivos para os negócios.

Por fim, vale reforçar que as empresas são feitas de pessoas e, por isso, o investimento na profissionalização e no desenvolvimento de quem “vende a sua marca” é um dos mais rentáveis e inteligentes do planeta! Como diz um velho amigo meu, “não há produto que resista a um mau atendimento”. E eu complemento dizendo que não há marca que sobreviva sem clientes satisfeitos com ela. Portanto, qualidade nos processos de seleção e treinamento são excelentes princípios para colher “boas cifras” neste fim de ano!

Sucesso e boas vendas!
 
 
 
28/09/2017
Varejo carioca amarga 8º recuo seguido nas vendas
 
As vendas do comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro caíram 6,2% em agosto, em comparação ao mesmo mês de 2016. Essa foi a oitava redução consecutiva das vendas do varejo, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas, divulgada nesta terça-feira pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio). Foram ouvidos cerca de 750 estabelecimentos comerciais da capital fluminense.

“Nem o Dia dos Pais salvou o mês. Vamos ver agora em outubro, com o Dia da Criança, o que vai ser”, lamentou o presidente do SindilojasRio e do CDLRio, Aldo Gonçalves.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração das vendas atingiu 7,4%, em relação a igual período do ano passado. Já comparativamente a julho de 2017, a queda foi de 0,2%.

A pesquisa aponta que todos os produtos do chamado ramo duro (bens duráveis) tiveram queda de vendas, com as maiores reduções registradas nos segmentos joias (-10,7%), óticas (-7,5%), eletro-domésticos (-6,9%) e móveis (-6,4%). No ramo mole (bens não duráveis), apenas o segmento de calçados foi positivo (0,7%). As maiores baixas no ramo mole foram observadas em tecidos (-5,1%) e confecções (-3,2%).

“O grande problema permanece, que é o desemprego, além da sensação de insegurança da população que tem medo de perder o emprego amanhã. Isso tem afetado muito”, disse Aldo Gonçalves. No caso do Rio de Janeiro, lembrou que há outros agravantes, como a questão da segurança pública e da desordem urbana, com o comércio informal de camelôs.
Para o comércio voltar a crescer, Gonçalves acredita que o emprego tem que voltar a ter números positivos no país. Ele considera a questão do desemprego “mortal” para o comércio. “Quem não trabalha, não tem emprego, não pode comprar, não pode consumir”.

Fonte: Monitor Digital
 
 
 
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