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13/09/2018
País gera 392 mil empregos no primeiro semestre de 2018
 
 
O saldo de empregos com carteira assinada gerados no primeiro semestre deste ano foi de 392 mil em todo o país, um valor 452,37% superior ao mesmo período de 2017, quando foram criados 71 mil novas vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados(Caged), divulgados hoje (13) pelo Ministério do Trabalho. Com esse resultado, na comparação entre os primeiros seis meses de cada ano, em 2018 foram criadas 321 mil vagas a mais do que no ano anterior.

Dos oito setores da economia, sete tiveram saldo positivo nos primeiros seis meses deste ano. O melhor desempenho foi no segmento de serviços, que chegou ao final do primeiro semestre com 279.130 postos de trabalho criados, seguido pela indústria de transformação, que gerou 75.726 vagas, e a agropecuária, que gerou 70.334 empregos novos. Já o comércio fechou 94.839 postos de trabalho com carteira assinada.

A taxa de desemprego, segundo a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada em agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), abrange 12,3% da população economicamente ativa, volume 0,6% menor do que o apurado em março. O número representa um contingente de 12,9 milhões de pessoas sem trabalho no país.

Jovens empregados

Em uma análise por faixa etária, o levantamento mostra que a maior parte dos empregos gerados no primeiro semestre desse ano (104 mil) inclui jovens entre 18 e 24 anos. Houve também uma reversão no fechamento de vagas nas faixas etárias entre 25 a 29 anos e de 30 a 39 anos. Enquanto na primeira metade do ano passado esses dois grupos perderam 66 mil vagas de emprego, neste ano já foram abertas, nessas duas faixas, 46,3 mil novos postos de trabalho.

Por outro lado, continuaram sendo fechadas vagas para trabalhadores nas faixas de 40 a 49 anos (-16,2 mil), 50 a 64 anos (-122,1 mil) e acima de 64 (-29,6 mil), mas em ritmo menor do que no primeiro semestre de 2017, quando essas três faixas etárias viram o fechamento de 266,4 mil postos de trabalho com carteira assinada em todo o país.

Fonte: Agencia Brasil
 
 
 
11/09/2018
CNC revisa de +1,6% para +1,3% previsão para crescimento do PIB este ano
 
De acordo com dados divulgados hoje (31) pelo IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do País fechou o segundo trimestre do ano com crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Pelo segundo trimestre consecutivo, o resultado foi impulsionado pelo setor de serviços (+0,3% em relação aos três primeiros meses do ano), e o comércio registrou queda de -0,3%, a primeira desde o último quarto trimestre de 2016. Pela ótica da demanda, foram o consumo das famílias (+0,1%) e o consumo do governo (+0,5%) que impediram a retração da atividade econômica no curto prazo. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o quinto avanço consecutivo do PIB (+1,0%) foi o menor dos quatro últimos trimestres, sugerindo, novamente, que a economia se encontra em processo cada vez mais lento de recuperação.

Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o elevado grau de incerteza decorrente de desfecho do cenário político tem contaminado as expectativas quanto ao desempenho da economia brasileira desde o primeiro trimestre de 2018. As projeções relativas ao crescimento do PIB formuladas no início do ano, por exemplo, foram cortadas à metade, situando-se atualmente abaixo de 1,5%, segundo o relatório Focus do Banco Central. Do ponto de vista dos empresários, a incerteza se traduz em um menor nível de confiança para materializar investimentos. “Embora esse tenha sido o sexto trimestre sem quedas no PIB, a economia apresentou claras dificuldades em acelerar o ritmo de crescimento nos últimos três trimestres. Diante do modesto avanço, o nível atual de geração de riqueza gerada no País equivale àquele observado em 2011 e encontra-se 6,0% abaixo do pico de produção verificado no período pré-recessivo”, explica Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação.

Os dados das contas nacionais apontam, portanto, um lento processo de recuperação da atividade econômica. O fim da recessão com avanço de 1,0% da economia brasileira em 2017 deverá ser seguido por um avanço de 1,3% em 2018, segundo projeção da CNC. A expectativa anterior da entidade (+1,6%) foi revista para baixo após a confirmação do fraco desempenho da economia no segundo trimestre do ano corrente e baseia-se na percepção de que o atual processo de desvalorização do real deverá somar-se às pressões nos preços das tarifas, contaminando a inflação e, consequentemente, tornando iminente o início de um novo ciclo de aperto monetário.

Fonte: CNC
 
 
 
11/09/2018
PERCENTUAL DE FAMÍLIAS COM DÍVIDAS VOLTA A SUBIR EM AGOSTO
 
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 60,7% em agosto, apresentando alta em relação aos 59,6% observados em julho – a segunda alta mensal consecutiva. Porém, houve redução na comparação anual, quando o indicador alcançou 61,2% do total de famílias.
O estudo aponta que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também teve um leve aumento em relação a julho – passando de 23,7% para 23,8%. Entretanto, houve queda do percentual de famílias inadimplentes em relação a agosto de 2017, que havia alcançado 25,9% do total.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes aumentou de 9,4% em julho para 9,8% em agosto, mas apresentou queda em relação aos 10,6% de agosto de 2017.

“Apesar do aumento pontual, o indicador permaneceu em patamar inferior ao do ano passado, refletindo ritmo menor de recuperação do consumo das famílias e maior cautela na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, diz a economista da CNC Marianne Hanson.

Mais uma vez o cartão de crédito aparece como principal tipo de dívida, apontado por 76,8% das famílias entrevistadas. Em seguida, vêm os carnês (14,2%) e, em terceiro lugar, o financiamento de carro (10,4%).

Nível de endividamento

A proporção das famílias que se declararam muito endividadas apresentou um pequeno aumento em relação a julho, passando de 13,2% para 13,5% do total de entrevistadas. Já na comparação anual, houve queda de 1,3 ponto percentual.

Comparando agosto de 2017 e agosto deste ano, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 22,9% para 23,3%, e a parcela pouco endividada passou de 23,5% para 23,9% do total de famílias.

Prazo de endividamento

O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,4 dias em agosto de 2018, abaixo dos 64,7 no mesmo período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,1 meses, sendo que 32,0% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 20,5% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

Fonte: CNC
 
 
 
11/09/2018
Consumidor carioca coloca dívidas em dia, mas não volta às compras
 
O indicador de Dívidas Quitadas no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro cresceu 1,3% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com os registros do Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas (CDLRio). As Consultas (item que indica o movimento do comércio), recuaram 6,1%, e a inadimplência aumento 1,1%.

No acumulado do ano (janeiro/agosto) em relação ao mesmo período de 2017, as Dívidas Quitadas e a Inadimplência cresceram, respectivamente, 1% e 1%, e as Consultas caíram 6,1%. Ao comparar agosto com julho deste ano, os registros do CDLRio mostram que as Consultas e a inadimplência aumentaram, respectivamente, 1% e 0,7%, e as Dívidas Quitadas diminuíram 0,3%.

De acordo com o presidente do SindilojasRio e CDLRio, Aldo Gonçalves, o aumento do número das Dívidas Quitadas, que normalmente ocorre em datas comemorativas como foi o Dia dos Pais, não refletiu no aumento das vendas, visto que as Consultas recuaram 6,1% em agosto.

Fonte: Monitor Digital
 
 
 
10/09/2018
SINDILOJASRIO E CDLRIO NA EXPO BRASIL - RIO
 
A partir de hoje e até a 4ª feira, 12 de setembro, SindilojasRio e o CDLRio estão participando de feira de lojistas, a ExpoBrasil, no SulAmérica Centro de Convenções, junto à estação do Metrô do Estácio. No estande do SindilojasRio os visitantes poderão fazer consultas de natureza jurídica e também informações sobre a Medicina Ocupacional, que assiste aos empregados de empresas. Já no CDLRIO, os visitantes podem saber sua situação no Cadastro de Proteção ao Crédito na hora. A Feira é franqueada aos empresários mediante a citação do CNPJ. Na foto, os estandes das duas entidades dos lojistas do Rio
 
 
 
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