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06/11/2019
Plantões para homologar o Termo de adesão dos feriados de 15 e 20 de novembro
 
 Os plantões do SindilojasRio e do SECRJ disponíveis para os empresários que irão abrir suas lojas, nos feriados de 15 e 20 de novembro, homologar o Termo de Adesão à Convenção Coletiva de Trabalho, que permite o trabalho neste dia são:

12 de novembro - Shoppings Bangu e Leblon;

13 de novembro - Sede e Delegacia de serviços da Barra da Tijuca do SindilojasRio; Sede e Núcleo da Barra da Tijuca do SECRJ; Park Shopping Campo Grande e Botafogo Praia Shopping;

14 de novembro - Sede e Delegacias de serviços da Barra da Tijuca, Madureira e Campo Grande do SindilojasRio; Sede e Núcleos da Barra da Tijuca, Madureira, Campo Grande e Norte Shopping do SECRJ; West Shopping, Shopping Tijuca e Shopping Nova América;

19 de novembro - Sede do SindilojasRio, Sede e Núcleo da Barra da Tijuca do SECRJ.
 
 
 
06/11/2019
Lojas do Rio pode abrir nos feriados de 15 e 20 de novembro
 
O comércio do Rio poderá funcionar nos feriados de 15 e 20 de novembro, Proclamação da República e Zumbi dos Palmares, respectivamente. Os empresários que quiserem abrir suas lojas nestes dias deverão aderir à Convenção Coletiva de Trabalho que permite o trabalho nos feriados, firmada entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Comerciários (SECRJ).

É indispensável o Termo devidamente homologado junto ao SindilojasRio e ao SECRJ, que deverá ser emitido na Central do Associado. Clique aqui para conhecer o procedimento.

Os estabelecimentos associados ao SindilojasRio (Ouro e Diamante) que fizerem adesão, estando em dia com as mensalidades sociais, que apresentarem comprovantes atualizados do pagamento das contribuições Sindical, Confederativa, Assistencial e Negocial estarão isentos da taxa devida ao SindilojasRio. Empresas associadas em dia com as mensalidades e duas das contribuições acima citadas pagarão apenas 50% (cinqüenta por cento) da tabela prevista na cláusula Reposição de Despesas da CCT de Feriados.

Mais informações pelos telefones 2217-5037 ou 2217-5055.
 
 
 
01/11/2019
Comércio do Rio pode perder até R$ 5 bilhões com os feriados em 2020
 
Com o excesso de feriados em 2020, todos caíndo em dias úteis com possibilidade de prolongamento – o chamado “enforcamento” - o comércio varejista da Cidade do Rio de Janeiro pode perder R$ 4,8 bilhões em receitas de vendas no ano. Cada dia parado representa uma perda média de cerca de R$ 405 milhões. Ao longo do ano o comércio terá mais de 20 dias de movimento prejudicado. A estimativa é do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio.

Segundo o presidente do SindilojasRio e do CDLRio, Aldo Gonçalves, apesar dos acordos feitos com o Sindicato dos Empregados do Comércio permitirem as lojas abrirem, os feriados do ano e seus possíveis prolongamentos vão penalizar os lojistas, principalmente as lojas de rua que são as que mais sofrem, especialmente o centro da cidade que fica completamente deserto. Com os chamados “enforcamentos” há a possibilidade do cidadão folgar cerca de 20 dias, incluíndo os sábados, considerado pelo varejo o melhor dia de vendas da semana.

“Não há dúvida que este excessivo número de dias parados prejudicará o comércio. São mais de 20 dias (quase um mês) de vendas depreciadas. E não são apenas os empresários lojistas que perdem com isso. Perdem os comerciários que deixarão de vender, o próprio consumidor que não pode comprar e o governo que deixa de arrecadar impostos. No caso dos comerciários, estimativa do Centro de Estudos do CDLRio mostra que eles podem perder quase um salário no ano, um verdadeiro 14º jogado fora. Não somos contra os feriados em datas comemorativas – e até mesmo, quando possível, o adiamento deles. Mas somos a favor de que a sociedade civil organizada, empresários, líderes de classe e autoridades se sentem à mesa para discutir outras soluções que evitem tamanho desperdício”, conclui Aldo Gonçalves.
 
 
 
28/10/2019
Fiscalização ineficiente faz camelôs ocuparem calçadas, estações e passarelas
 
Vamos separar o joio do trigo. Quem é legal fica no seu lugar, arrumadinho. Quem não é legal não pode”. A frase foi dita na última semana pelo prefeito Marcelo Crivella durante mais uma solenidade de entrega de crachás do programa Ambulante Legal, lançado por ele em agosto do ano passado e que até quinta-feira havia distribuído 4.221 autorizações em 69 bairros. Na prática, basta uma circulada pela cidade para ver que a ordem tem ficado só no papel.

Nos bairros já atendidos pelo programa, como Madureira, Méier, Copacabana e Centro, há camelôs ilegais atuando livremente e lado a lado com os legais, alguns vendendo até mercadorias proibidas para ambulantes, como óculos de grau, frutas, caldo de cana, frituras, churrasquinho e roupas de marca. Quando o programa foi lançado, a própria prefeitura estimava em 14.300 os ambulantes regulares na cidade e em quase 56 mil os irregulares.

A gente entende que o país está em crise e as pessoas precisam trabalhar, mas é necessário um mínimo de organização. Tem lugar onde a gente mal consegue andar na calçada — reclama a advogada Mariana Bezerra, de 42 anos, moradora de Copacabana.

Em alguns casos, a falta de fiscalização permite aberrações, como a ocupação de passarelas e estações de BRT e até o surgimento de um bar ao ar livre no entorno da Central do Brasil. Ali, no fim da tarde, os vendedores de cerveja com seus isopores espalham mesas e cadeiras, pela calçada do lado de fora da grade do terminal.

Produtos proibidos

Na calçada da Avenida Ministro Edgard Romero, em Madureira, havia pelo menos dez bancas de frutas, verduras e legumes, na última quinta-feira. Na Estrada do Portela, dos cerca de 80 camelôs que trabalhavam entre a Rua Dagmar da Fonseca e início da Ministro Edgard Romero, mais de 20 eram irregulares. Mesmo entre os legais, que trabalham com bancas padronizadas, é possível encontrar diferentes situações, que vão desde os que possuem apenas o protocolo que garante o ponto até aqueles que não conseguiram se recadastrar mas continuam trabalhando normalmente.

— A vantagem de ter o crachá (com QR Code, que identifica o camelô legal) é que não preciso guardar tudo e sair correndo quando avisto a fiscalização. Também tira aquela insegurança de trabalhar um dia e não saber se no outro vai ser possível. Eu ainda não consegui o meu, mas tenho o protocolo que me dá o direito de ficar aqui sem temer os fiscais. É só mostrar o papel para eles. Mas tem gente que trabalha há muito tempo e não foi contemplado, como o meu irmão, que tem uma banca do outro lado da rua. Outros que nunca trabalharam conseguiram a licença. Acho que foi uma falha — opinou Isac Soares Marchado, de 53 anos, que tem banca padronizada onde vende óculos.

Em frente à Estação Mercadão do BRT, em Madureira, a travessia de pedestres está tomada por camelôs. A irregularidade se repete até dentro da parada, onde pelo menos dois ambulantes montaram balcões com caixotes, sobre os quais expõem biscoitos e doces. Ao lado, há isopores com cerveja. Na passarela sobre a estação de trem do bairro, dezenas de camelôs vendem de roupas a eletrônicos, posicionados nas duas margens e deixando apenas um estreito corredor para os pedestres.

— Os fiscais aparecem de vez em quando, mas é só eles darem as costas que volta tudo a ficar como antes. É como enxugar gelo — compara um comerciante de loja próxima à passarela, que preferiu não se identificar.

Na Tijuca, a Rua Conde de Bonfim, entre as ruas Major Ávila e a General Roca, tinha mais de 60 ambulantes na quinta-feira. Alguns montam suas bancas junto às portas das lojas. Nem ponto de ônibus escapa.

— Não satisfeitos de terem tomado toda a calçada, agora ocuparam também a faixa de pedestres e ali vendem de tudo, de óculos a aparelhos auditivos. Perto da General Roca, os ambulantes que vendem churrasquinho estão colocando mesas e cadeiras. O idoso é o que mais sofre. O prefeito abandonou a cidade — desabafou o médico Paulo Gomes, morador da Tijuca e dono de um consultório geriátrico no bairro.

Para o presidente da Saara, Eduardo Blumberg, se o comércio ambulante no Centro foi organizado, ele ainda não percebeu. O que ele observa é o crescimento do número de camelôs, sobretudo na Rua Uruguaiana. Na quarta-feira à tarde, entre a Igreja Nossa Senhora do Rosário e a Rua Sete de Setembro, havia dezenas.

Par ao presidente do Sindicato dos Lojistas do Rio, Aldo Gonçalves, a concorrência desleal com o comércio ambulante contribuiu para que 10 mil lojas fechassem na cidade desde 2018:

— Isso (o Ambulante Legal) é pura demagogia do prefeito. Ele cadastra alguns, e os não cadastrados continuam atuando. Fizemos várias reuniões com ele, inclusive coloquei nossas entidades à disposição para fiscalizar, mas não deram resposta. Os camelôs continuam de maneira desenfreada. Nos trens, vendem até remédio e carne.

O que diz a Prefeitura do Rio

A Secretaria Municipal de Fazenda (SMF) afirmou que o programa Ambulante Legal já recadastrou mais de 7 mil titulares de licença para o comércio ambulante e que 69 bairros da cidade já foram alcançados pela política de ordenamento urbano e 4.221 crachás foram entregues aos titulares de licença que atuam com o comércio de rua. A expectativa é que a cidade como um todo receba o Ambulante Legal nos próximos três meses. O Ambulante Legal já passou por bairros localizados nas Zonas Sul, Oeste, Central e Norte.

Sobre os problemas relatados na reportagem, a Coordenadoria de Controle Urbano disse que faz “ações rotineiras de ordenamento urbano" por toda a cidade. Segundo a SMF, o Centro recebe operações diárias e, desde o começo do ano, já apreendeu 50.513 itens vendidos irregularmente. Em Madureira, no mesmo período foram 3.157 apreensões. Em Copacabana, só na última quarta, uma ação conjunta com a Seop e agentes do Rio+Seguro apreendeu cerca de 960 itens.

Fonte: Extra
 
 
 
 
24/10/2019
Plantões para homologar o Termo de adesão do feriado de 2 de novembro
 
 Os seguintes plantões, em conjunto do SindilojasRio e do SECRJ, estão disponíveis para os empresários que irão abrir suas lojas no feriado de 2 de novembro e homologar o Termo de Adesão à Convenção Coletiva de Trabalho, que permite o trabalho neste dia:

29 de outubro - Shopping Bangu

30 de outubro - Sede do SindilojasRio; Sede e Núcleo da Barra da Tijuca do SECRJ; Park Shopping Campo Grande e Shopping Leblon.

31 de outubro - Sede do SindilojasRio; Sede e Núcleos da Barra da Tijuca, Madureira, Campo Grande e Norte Shopping do SECRJ; West Shopping, Shopping Tijuca e Shopping Nova América.

1º de novembro - Sede do SindilojasRio; Sede e Núcleo da Barra da Tijuca do SECRJ.
 
 
 
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