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18/10/2019
Lojas do Rio podem abrir no feriado de 2 de novembro
 

O comércio do Rio poderá funcionar no feriado de 2 de novembro - Dia de Finados. Os empresários que quiserem abrir suas lojas neste dia deverão aderir à Convenção Coletiva de Trabalho que permite o trabalho nos feriados, firmada entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Comerciários (SECRJ).

É indispensável o Termo devidamente homologado junto ao SindilojasRio e ao SECRJ, que deverá ser emitido na Central do Associado. Clique aqui para conhecer o procedimento.

Os estabelecimentos associados ao SindilojasRio (Ouro e Diamante) que fizerem adesão, estando em dia com as mensalidades sociais, que apresentarem comprovantes atualizados do pagamento das contribuições Sindical, Confederativa, Assistencial e Negocial estarão isentos da taxa devida ao SindilojasRio. Empresas associadas em dia com as mensalidades e duas das contribuições acima citadas pagarão apenas 50% (cinqüenta por cento) da tabela prevista na cláusula Reposição de Despesas da CCT de Feriados.

Mais informações pelos telefones 2217-5037 ou 2217-5055.
 
 
 
17/10/2019
Black Friday: pesquisa mostra que consumidor não vai usar o 13º
 
Levantamento do site oficial do evento mostra que 97% das pessoas costumam pesquisar preços e produtos antes de comprar.

A Black Friday acontece este ano no dia 29 de novembro, mesma data limite para pagamento do 13º salário. Mas pesquisa do site oficial do evento (www.blackfriday.com.br) apontou que 74% daqueles brasileiros que vão receber o benefício disseram que não vão usá-lo para as compras.

"Os brasileiros costumam usar o 13º para quitar alguma dívida. Esta renda extra ajuda indiretamente nas compras da Black Friday, visto que o consumidor tem mais liquidez; mas não diretamente, como esperado. Isso demonstra maior maturidade do brasileiro em relação ao consumo. Outro fato que demonstra isso são os produtos com maior procura no Black Friday, como smartphone e televisão: mais caros e o consumidor pode esperar para comprar, se planejando, inclusive guardando dinheiro para comprar", analisa Ricardo Bove, idealizador da Black Friday.

De acordo com a pesquisa, grande parte dos brasileiros (82%) costuma usar cartão de crédito como meio de pagamento na Black Friday e 69% parcelou suas compras em 2018.

A maioria (98%) vai comprar algo para si este ano. Dessa forma, analisando os produtos adquiridos no ano passado e aqueles que elas pretendem comprar, é possível perceber um comportamento: grande parte aproveita a data para trocar de celular e renovar a casa.

O primeiro item que será mais procurado este ano é o celular: 37% dos consumidores disseram que pretendem comprar um novo. Competindo quase diretamente, estão os eletrodomésticos: 36% das pessoas estão querendo comprar itens novos para casa.

A TV da última geração é a terceira mais desejada: 29%.

Embora as pessoas saibam o que querem comprar - 51% dos entrevistados disseram que em 2018 compraram os produtos da sua lista; e pesquisem muito antes do evento - 97% já tem uma ideia dos preços antes; a pesquisa mostrou também que quase metade dos consumidores (51%) comprou algo que não estava planejado.

"Isso mostra que os brasileiros se preparam para o evento, mas muitos também acabam se rendendo às oportunidades da data. Eles acessam o site para ver as ofertas e se deparam com grandes descontos, isso faz com que eles queiram aproveitar. E eles não gastam pouco", relata Bove.

A grande maioria (70%) pretende gastar mais de R$ 500, e quase a metade dos consumidores (47%) mais de R$ 1.000. Entre os entrevistados, 26% também pretende comprar para terceiros, sendo que 42% destes pretende desembolsar menos de R$ 200.

O preço, como já esperado, é o principal fator que determina a compra para 90% dos entrevistados. No entanto, indo de encontro com essa lógica, o segundo fator mais importante para os brasileiros é a confiança na loja (61%), antes mesmo do custo do frete (45,1%).

"O mercado virtual brasileiro ainda está em consolidação, diferente dos EUA e Europa, por exemplo. Por ainda ser uma novidade para muitos, o brasileiro tende a ser desconfiado no que diz respeito ao meio digital. Por isso, ele é mais fiel e tende a comprar sempre na loja que já conhece e teve boa experiência", analisa Bove.

Dia das Crianças - Levantamento realizado pela plataforma Compre&Confie mostra que o número de pedidos realizados com foco no Dia das Crianças aumentou 26,8% em relação ao mesmo período de 2018, totalizando 7 milhões de compras virtuais.

As vendas foram realizadas entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro e geraram faturamento de R$ 2,7 bilhões, aumento de 24,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

"O ambiente online torna-se uma opção cada vez mais atrativa para os compradores brasileiros também em datas sazonais, pois além de permitir a compra com maior comodidade e rapidez, ajuda os consumidores em todo o processo de busca e escolha do presente ideal, através de informações detalhadas dos produtos e avaliação dos próprios consumidores.", afirma André Dias, diretor-executivo do Compre&Confie.

Esse aumento foi sentido principalmente pela categoria de entretenimento (livros, DVDs, games, papelaria e tíquetes), cujo aumento no número de pedidos foi de 30,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em faturamento, o incremento foi de 12,4%.

A categoria de brinquedos (produtos para bebês e brinquedos) também sentiu o impacto da data, ainda que em grau menor: registrou aumento de 11,8% no número de pedidos e de 2,2% no faturamento.

A maior parte das compras foi feita por consumidores que têm entre 26 e 35 anos (33,7% do total de pedidos), seguidos por compradores de 36 a 50 anos (32,7%). Em terceiro lugar, estão os que têm até 25 anos (19,7%) e, em quarto lugar, os que têm mais de 51 anos (13,9%).

Fonte: Monitor Mercantil
 
 
 
 
17/10/2019
Comércio do Rio teve nova queda de vendas em setembro
 
No acumulado dos nove meses do ano (janeiro/setembro), vendas recuaram 3,3% em comparação com 2018.

As vendas do comércio lojista carioca recuaram 2,2% em setembro em comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), que abrange cerca de 500 estabelecimentos comerciais da cidade. É o nono mês consecutivo do ano de resultado negativo das vendas (janeiro -3,2%, fevereiro -3,8%, março -4,0%, abril -3,6%, maio -3,1%, junho -3,8%, julho -3,9% e agosto -2,1%). No acumulado dos nove meses do ano (janeiro/setembro) houve uma queda de 3,3% em relação ao ano passado.

A pesquisa mostra também que todos os produtos do ramo mole (bens não duráveis) e do ramo duro (bens duráveis) registraram vendas negativas. As maiores quedas no faturamento no ramo mole foram calçados (-4,1%), confecções (-4,0%) e tecidos (-6,5%). No ramo duro (bens duráveis) óticas (-8,4%), jóias (-8,0%), eletrodomésticos (-4,8%) e móveis (-7,9%). A modalidade de pagamento mais utilizada pelos clientes foi a venda a prazo com menos 5,5%, seguida da venda a vista com menos 5,1%.

O presidente do CDL-Rio, Aldo Gonçalves, diz que setembro é um mês imprensado pelo Dia dos Pais, em agosto, e o Dia Das Crianças, em outubro, duas das grandes datas comemorativas para o comércio lojista, que também não atingiram as expectativas do comércio, "refletindo a atual situação econômica do Estado do Rio de Janeiro, que continua sendo um ponto fora da curva quando comparado com a maioria dos estados da Federação", explica Aldo.

Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, no ramo mole (bens não duráveis) as lojas do Centro venderam menos 6,9%, as da Zona Norte menos 6,5% e as da Zona Sul menos 3,8%. No ramo duro (bens duráveis) as lojas do Centro faturaram menos 7,7%, as da Zona Norte menos 5,5% e as da Zona Sul menos 6,0%.

A inadimplência no comércio carioca cresceu 1,5% em setembro em relação ao mesmo mês de 2018, de acordo com os registros do Serviço Central de Proteção ao Crédito do CDL-Rio. As dívidas quitadas (índice que mostra o número de consumidores que colocaram em dia seus compromissos atrasados) aumentou 1,2% e as consultas (item que indica o movimento do comércio) diminuíram 7,1%.

Em relação ao mês anterior (agosto) as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas caíram, respectivamente, 0,6%, 1,3% e 0,2%.

No acumulado dos nove meses do ano (janeiro/setembro), a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 1,2% e 1,1% e as consultas caíram 6,5% em comparação com o mesmo período de 2018.

Cheque - Segundo o LIG Cheque, registro de cadastro da entidade, em setembro em relação ao mesmo período do ano passado as consultas e as dívidas quitadas caíram, respectivamente, 11% e 2,2% e a inadimplência cresceu 1,8%.

Comparando-se setembro com o mês anterior (agosto), as consultas e as dívidas quitadas recuaram 1,8% e 1,1% e a inadimplência aumentou 1,7%.

No acumulado dos nove meses do ano (janeiro/setembro) em relação ao mesmo período do ano passado, as consultas e as dívidas quitadas caíram, respectivamente, 8,5% e 2,7% e a inadimplência cresceu 1,8%.

Fonte: Monitor Mercantil
 
 
 
 
09/10/2019
FISCO FÁCIL - A malha fina do Estado
 
O SindilojasRio alerta que os lojistas do Rio precisam acessar o site do Fisco Fácil diariamente para verificar as notificações e/ou informações da Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro - Sefaz - acerca das questões tributárias de suas respectivas empresas.

O Estado implementou este serviço, mas não realizou a devida divulgação da obrigatoriedade de acessar o sistema e verificar as ocorrências.

O não acesso ao referido sistema pode implicar em multas e, também, causar o cancelamento da Inscrição Estadual, ficando a empresa impedida de emitir notas fiscais.

A fiscalização é eletrônica, portanto não precisa de visita presencial de um auditor fiscal.

Para acessar o sistema, o empresário precisa estar inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado do RJ, utilizando seu certificado digital e-CNPJ e/ou o contabilista responsável, conforme conste do cadastro da empresa, utilizando também o certificado digital.

Mais informações com o setor Fisco-Tributário do SindilojasRio pelos telefones 2217-5045 ou 2217-5030.
 
 
 
09/10/2019
SindilojasRio se reúne na SEFAZ para pleitear revisão das Multas Acessórias
 
Com o objetivo de revisar a legislação que trata das Multas Acessórias, o presidente do SindilojasRio e do CDLRio, Aldo Gonçalves, a gerente do Jurídico, Elizabeth Guimarães e o advogado tributarista, Diogo Coulad, se reuniram com o Secretário Estadual de Fazenda, Luiz Cláudio de Carvalho, e sua equipe, na última quarta-feira (2).

Aldo Gonçalves ressaltou a necessidade de um REFIS, sendo um parcelamento em mais de 60 vezes, com a redução das multas aplicadas, possibilitando mais condições para os lojistas se adequarem, pois o excesso aplicado nas multas acessórias, juros e multas, torna a dívida impagável, inviabilizando o seu cumprimento, fato que tem elevado cada vez mais o número de lojas fechadas do comércio fluminense.

No final da reunião, o presidente do SindilojasRio e do CDLRio agradeceu ao Secretário por receber as entidades que representam o comércio, afirmando que este canal direto é muito importante para a comunicação da sociedade com o Fisco, salientando que é preciso conhecer as dificuldades diárias do comércio, para que a Sefaz crie um ambiente propício para o crescimento econômico do Estado.

Outras importantes representações também estiveram presentes no encontro que ocorreu na Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro – Sefaz: Marcelo Mérida, presidente da Federação das Câmaras Dirigentes Lojistas do Estado do Rio de Janeiro, Joílson Barcelos, presidente da Associação de Distribuidores do Rio de Janeiro, e, Eduardo Blumberg, presidente da Saara – Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega.
 
 
 
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