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05/07/2018
Lançamento do livro "Gestão Estratégica de Negócios"
 

O consultor de varejo Juedir Viana Teixeira autografa o livro “Gestão Estratégica de Negócios” no próximo dia 18 de julho, às 17h. Será no SindilojasRio, na Rua da Quitanda, 3, 10º andar. Ele aborda o grande desafio da gestão dos negócios, cada vez mais competitivo. Para isso, é necessário medir o desempenho da organização, seja para saber onde está e aonde se pretende chegar, além do que é preciso fazer para melhorar cada departamento. No livro, encontram-se respostas para muitas questões visando a melhoria da gestão do negócio. ✅
 
 
 
03/07/2018
Comércio do Saara registra fraco movimento nas oitavas de final
 
 Após a vitória do Brasil contra o México, nesta segunda-feira (dia 2), pelas oitavas de final da Copa do Mundo da Rússia, as ruas do tradicional complexo de lojas da Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega (Saara) apresentavam quase a tranquilidade de um domingo. Segundo Paulo Lin, gerente da 2A Presentes, em dias de jogo, por causa do horário diferenciado do comércio, as vendas caem consideravelmente.

A expectativa era alcançar crescimento nas vendas em torno de 15% em relação à Copa de 2010. Entretanto, a queda do faturamento tem sido cada vez mais significativa, conforme a seleção avança de fase. De acordo com o gerente das lojas Silmer, Gabriel Muniz, o estabelecimento, que é especializado em artigos de decoração, teve redução no movimento desde a estreia do time brasileiro. O mesmo ocorreu na Ed Tênis: apesar de ter registrado faturamento superior ao do Natal antes de a Copa começar, as vendas já caíram 60%.

A maioria das pessoas já comprou o que queria. Agora, só vão comprar cachaça (risos) — opinou o funcionário Lucas Oliveira.

Para o gerente da loja Lopp, as vendas abaixo do esperado são justificadas pela situação política do país e pela crise econômica:

— Em outras Copas, a Saara era toda enfeitada. Agora, não! O brasileiro está desacreditado e não pode gastar o pouco dinheiro que tem com itens de Copa.

A falta de esperança na seleção é a explicação do proprietário da Bijuterias Kacy, Luis Barros, para o baixo faturamento. O empresário investiu em produtos nas cores verde e amarelo e viu as vendas subirem em 20% antes da estreia do Brasil. Mas, agora, ele percebe o desisteresse dos clientes pelos itens da Copa.

— O problema foi ter começado com empate. O pessoal desanimou! — disse Barros.

Fonte: Extra
 
 
 
02/07/2018
Receita do varejo cai 25% nos dias dos jogos da seleção brasileira
 
 

A receita do varejo diminuiu, em média, cerca de 25% durante os dias de jogos da seleção brasileira na 1ª fase da Copa do Mundo na Rússia. A receita do segmento encolheu 26,4% em relação a um dia comum, conforme o Índice do Varejo Ampliado (ICVA) da Cielo. Enquanto o varejo de vestuário teve queda em seu faturamento entre 40% e 60% nos dias em que a seleção brasileira entrou em campo, outros se deram bem. Nos bares, o faturamento foi superior em 40% e nas padarias, o aumento ficou em 9,3%.
Fonte: Estadão
 
 
 
02/07/2018
Comércio eletrônico deve crescer 15% no segundo semestre, diz ABComm
 
As previsões para o crescimento do comércio eletrônico são otimistas no segundo semestre deste ano. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) projeta alta de 15% nas vendas ante igual período do ano passado, chegando a R$ 37,9 bilhões. A entidade não acredita que a realização das eleições presidenciais possa prejudicar os negócios na segunda metade do ano e diz que a única preocupação é o câmbio, que tende a tornar os itens do comércio eletrônico mais caros, devido à forte presença de importados.

Fonte: Estadão
 
 
 
02/07/2018
FX Retail Analytics consolida ferramenta de inteligência para o varejo brasileiro
 
 

A retomada do varejo brasileiro passa pela recuperação econômica do país, mas também pela utilização cada vez maior de dados para a tomada de decisões da empresa. É essa a visão que está por trás dos três anos de operação da FX Retail Analytics, empresa especializada justamente em fornecer informações sobre o comportamento dos consumidores para os varejistas.

A empresa nasceu em 2015 como uma plataforma para medir o fluxo de visitantes no varejo físico. Hoje, seu objetivo é outro: ser um hub de informações detalhadas sobre o consumidor, integrando os mundos on e offline das marcas. Atualmente grandes players já fazem uso da ferramenta como Hering, Boticário, Lindt, Centauro, Levis, Shopping Center Norte, Shopping Santa Cruz, Shopping Ibirapuera, entre outros.

Com tecnologia própria, a FX coleta dados de tráfego dos consumidores e os transforma em indicadores que evidenciam principalmente a ineficiência do estabelecimento, cuja causa pode estar desde ruptura de produto, falta de equipe ou até mesmo ponto físico desalinhado com o perfil de consumo ao redor da sua localização. Dados que podem ditar mudanças estratégicas de forma mais produtiva e certeira, trazendo ganhos exponenciais para os varejistas e ainda proporcionar experiências mais personalizadas e convenientes para o consumidor.

“Atualmente, o varejista já tem mapeado na Internet mais de 90 milhões de consumidores e muitos destes, claro, também fazem compras no mercado físico. Porém, os mundos offline e digital ainda são tratados como distintos nas estratégias das empresas, mesmo sabendo que pelo menos 60% das compras no varejo tradicional começam na internet. A “omicanalidade” não pode ser apenas uma frente de logística, mas sim, a chave para melhorar a experiência do consumo partindo do reconhecimento do cliente para entender toda a sua jornada de compra, independente do canal onde ele começa ou termina a aquisição do serviço ou produto. Com a FX isso já é possível e temos trabalhado para evoluir cada vez mais através de investimentos em tecnologia e parcerias estratégicas”, afirma Walter Sabini Júnior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Não à toa, a consolidação da empresa acompanha a retomada do varejo nacional. Após quatro anos em queda, o setor de comércio cresceu 2% em 2017, de acordo com dados do IBGE. Para 2018, a expectativa é ainda mais otimista: crescimento de 5% segundo previsão do CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

“Do Mapa para o Waze”

Mais do que ter a informação, é preciso tomar decisão. Portanto, o desafio agora é expandir a utilização de dados inteligentes no varejo físico para manter a taxa de crescimento em alta. Diferentemente do e-commerce, as lojas físicas ainda estão se adaptando ao modelo de relatórios e KPI’s avançados que são proporcionados por empresas como a FX Retail Analytics.

“O nosso produto traz as informações que nossos clientes mais precisam de forma rápida e simples. Ao invés de ter que interpretar uma grande quantidade de dados, entregamos insights para que eles possam entender ainda mais o seu consumidor e entregar experiências que retornem em conversão e fidelização. É sair de um mapa e utilizar o Waze”, prossegue o sócio-fundador.

Para isso, a empresa criou neste último ano um Comitê de Estratégia e Inovação em varejo para pensar em soluções para o mercado. Um dos membros é Eduardo Terra, presidente-executivo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) e um dos maiores especialistas desta área no país.

Entenda como funciona

Por meio de pequenos hardwares IoT (Internet das Coisas) multissensoriais desenvolvidos pela própria empresa e instalados no formato plug&play em pontos estratégicos das lojas, a FX Retail Analytics entrega os dados sobre o comportamento dos visitantes via dashboard (web e mobile) ou API.

O varejista terá acesso em tempo real a indicadores como: taxa de conversão, de atratividade, de tempo de permanência, de frequência, com a possibilidade, inclusive, de identificar visitantes únicos. Para as redes, ainda é possível ranquear os estabelecimentos entre si para a comparação de performance cruzando métricas e períodos.

Fonte: ecommercenews
 
 
 
 
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