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11/01/2019
Aposentado do INSS que ganha acima do salário mínimo terá reajuste de 3,43%
 
 

Os aposentados e pensionistas do INSS que ganham mais que um salário mínimo (R$ 998, em 2019) terão reajuste de 3,43% neste ano, acima do registrado no ano passado (+2,07%). O teto do INSS, valor máximo pago pelo instituto, deve ficar em R$ 5.839,45. O segurado que recebia R$ 2.000 de aposentadoria em 2018, por exemplo, passará a ganhar R$ 2.068,60. O índice usado para reajustar os benefícios acima do piso nacional é o INPC acumulado em 2018, divulgado hoje (11) pelo IBGE.
Fonte: Uol
 
 
 
11/01/2019
Inflação fecha 2018 em 3,75% e fica dentro da meta
 
 
A inflação oficial de 2018 foi de 3,75%, acima dos 2,95% de 2017, mas dentro da meta do governo. Para 2019, economistas consultados pelo Banco Central estimam inflação de 4,01%. Em dezembro, a inflação foi de 0,15%, acima do resultado de novembro (-0,21%), mas a menor para o mês desde o início do Plano Real, em 1994.
Fonte: UOL
 
 
 
10/01/2019
MEI - Atividades deixaram de ser permitidas em 2019
 

A partir deste ano algumas atividades não são mais permitidas ao MEI e outras foram incluídas na lista. Quem atua nessas atividades terá que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional. 

Ocupações do MEI


Na lista de ocupações autorizadas a inscrever-se como Microempreendedor Individual (MEI), houve as seguintes modificações:

1 - Em virtude de nova versão dos códigos da CNAE a partir de 2019, duas ocupações foram desmembradas, como segue (tais ocupações ainda podem ser MEI):


Comerciante de peças e acessórios para motocicletas e motonetas independente, desmembrada em:

Comerciante de peças e acessórios novos para motocicletas e motononetas independente
Comerciante de peças e acessórios usados para motocicletas e motononetas independente


Proprietário(a) de bar e congêneres independente, desmembrada em:

Proprietário(a) de bar e congêneres, sem entretenimento, independente
Proprietário(a) de bar e congêneres, com entretenimento, independente


2 - A Ocupação abaixo teve sua descrição alterada:

Descrição atual da ocupação: Comerciante de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação independente

Descrição a partir de 2019: Comerciante de artigos e alimentos para animais de estimação (pet shop) independente (não inclui a venda de medicamentos)


3 - Houve correção na redação da ocupação de “Viveirista Independente”, na qual passou a constar a incidência de ICMS.

4 - A partir de 2019 deixarão de ser autorizadas para o MEI as seguintes ocupações:

Abatedor(a) de aves independente
Alinhador(a) de pneus independente
Aplicador(a) agrícola independente
Balanceador(a) de pneus independente
Coletor de resíduos perigosos independente
Comerciante de extintores de incêndio independente
Comerciante de fogos de artifício independente
Comerciante de gás liquefeito de petróleo (glp) independente
Comerciante de medicamentos veterinários independente
Comerciante de produtos farmacêuticos homeopáticos independente
Comerciante de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas independente
Confeccionador(a) de fraldas descartáveis independente
Coveiro independente
Dedetizador(a) independente
Fabricante de absorventes higiênicos independente
Fabricante de águas naturais independente
Fabricante de desinfestantes independente
Fabricante de produtos de perfumaria e de higiene pessoal independente
Fabricante de produtos de limpeza independente
Fabricante de sabões e detergentes sintéticos independente
Operador(a) de marketing direto independente
Pirotécnico(a) independente
Produtor de pedras para construção, não associada à extração independente
Removedor e exumador de cadáver independente
Restaurador(a) de prédios históricos independente
Sepultador independente


O MEI que atue nessas atividades terá que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional.

O desenquadramento de ofício dessas ocupações, por parte das administrações tributárias, poderá ser efetuado a partir do segundo exercício subsequente à supressão da referida ocupação.

Fonte: Sebrae
 
 
 
10/01/2019
Comércio carioca espera crescimento das vendas com verão e Carnaval
 
 

O comércio lojista do Rio de Janeiro estima um aquecimento nas vendas durante o verão e o Carnaval superior a 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado de acordo com estimatova do CDLRio. Como estratégia estão estimulando os consumidores com liquidações, promoções, descontos e formas de pagamento diferenciados.

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do SindilojasRio e do CDLRio, o verão e o Carnaval têm significado especial para o comércio carioca. É uma estação que coincide com a alta temporada turística, reunindo ao mesmo tempo férias escolares e o Carnaval. Um pacote perfeito dentro de uma embalagem bem tropical: o calor.

"Essas coincidências colaboram para o crescimento das vendas, principalmente de produtos da estação, como moda de praia, roupas feminina e infantil especializadas, acessórios para fantasias e suvenires, estas beneficiadas pelo Carnaval. Os lojistas estão animados com o grande número de visitantes que estão na cidade e esperam uma presença ainda maior do número de turistas nacionais e estrangeiros para o Carnaval", diz Aldo.

Fonte: Monitor Mercantil
 
 
 
10/01/2019
Franquias - O sonho do próprio negócio
 

Montar um negócio investindo em ideias próprias ou optar por uma franquia? Esta costuma ser a dúvida de muitos empreendedores, tanto daqueles que já atuam no comércio e desejam apostar em novos segmentos, como dos que sonham com o próprio negócio. 

Para quem não quer partir do zero, a franquia é um modelo de negócio interessante, pois permite utilizar uma marca já consolidada, testada e padronizada, diminuindo assim riscos e problemas de gestão. Neste caso, o primeiro passo é buscar conhecimento sobre o ramo no qual se pensa atuar, pesquisando, pesando prós e contras, se capacitando se for o caso. 

Para garantir o sucesso, não basta simplesmente escolher uma franquia lucrativa ou considerada “top”. É preciso analisar todos os aspectos do negócio, para verificar se há compatibilidade com o perfil do empreendedor e se atende aos objetivos definidos por ele. Afinal, decidir por um tipo de franquia com o qual se tenha mais afinidade aumentará, com certeza, as chances de sucesso. 

Criada há 31 anos, a Associação Brasileira de Franchising – ABF tem mais de 1.000 associados, entre franqueadores, franqueados e colaboradores. Com sede em São Paulo, a ABF é representada também pela Seccional no Rio de Janeiro e tem o apoio de regionais no interior paulista, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Além de atuar em conjunto com parceiros como a Apex Brasil, o Sebrae e bancos nacionais, no âmbito internacional é uma das fundadoras do WFC (World Franchise Council), entidade que reúne as mais importantes associações no mundo, bem como da FIAF (Federação Ibero- -Americana de Franquias). É, também, integrante da IFA (International Franchise Association) e do Firae (Forum for International Retail Association Executives), e membro-correspondente da Federação
Europeia de Franchising. 

Com foco no desenvolvimento do sistema no  país, a ABF promove e participa de inúmeros eventos e ações, como conferências, seminários, cursos e encontros de formação técnica sobre o Franchising. No fim de setembro, a ABF realizou,
no Riocentro, a 12ª edição da Expo Franchising ABF Rio, a segunda maior feira de franquias do Brasil – atrás apenas de São Paulo – e uma das dez maiores do mundo.

Para saber mais sobre o setor de franchising e as tendências para 2019 no país, a revista O Lojista (OL) entrevistou Eliane Bernardino, presidente da ABF Rio. 

 

OL - Na contramão da crise, o mercado de franquias segue promissor e apresenta crescimento, tendo registrado aumento nominal de 8,4% no segundo trimestre deste ano, segundo a ABF. Quais são os principais fatores que favorecem este crescimento?

Eliane Bernardino - Esse resultado expressivo no trimestre se deve à manutenção das vendas, mas, especialmente, a uma retomada do ritmo de expansão e ao empenho das redes em diversificar formatos e produtos. O Dia dos Namorados e o Dia
das Mães foram bons para as redes de franquias e, nos dias de jogos da Copa do Mundo, ramos como os de padarias e bares tiveram maior demanda, ao contrário de outros, como o de vestuário, que observaram queda. Mas, no geral, o desempenho do setor foi positivo no trimestre pesquisado. Como o mercado em geral, as redes ligadas ao varejo mais tradicional, que dependem da distribuição de produtos, também sentiram um pouco mais o impacto da greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio. Mas, a própria dinâmica do setor – que, em momentos como esse, consegue manter o provimento de produtos ou matérias-primas para as suas operações por atuar em rede – fez com que esse impacto fosse menos intenso. Mesmo com a paralisação e a queda dos índices de confiança empresarial e do consumidor em junho, os níveis ficaram acima dos registrados no 2º trimestre do ano passado. E o setor de franquias foi favorecido pelo aumento da
oferta de crédito para as empresas nos meses de abril a junho deste ano.

OL - Algum segmento merece destaque hoje? Qual é a expectativa para o próximo ano?

Eliane Bernardino - Com base nos dados do 1º trimestre de 2018, a ABF revisa suas projeções para o fechamento do ano: o crescimento do setor deve ficar entre 7% e 8% em termos de faturamento, 3% em número de unidades, 3% em volume de empregos diretos, e o número de redes franqueadoras deve ser estável.

OL - Qual o balanço da 12ª edição da Expo Franchising ABF Rio 2018? Quais são as principais novidades?

Eliane Bernardino - A Expo Franchising ABF Rio é o termômetro e o reflexo do mercado brasileiro. As marcas cresceram, se popularizaram e uma feira como esta, que é um salão de negócios, atrai empresários de todo o país. Além da oportunidade de os visitantes terem contato direto com gestores de mais de uma centena de marcas expositoras – evidentemente, a principal atração do evento – tivemos dois espaços de capacitação e palestras técnicas especializadas, com mais de 20 sessões ministradas por renomados expoentes do sistema. Outro destaque foi o Espaço Portugal, com a presença de marcas
e de representantes da Associação Portuguesa de Franchising (APF), em busca de interessados para instalarem negócios naquele país.

OL – Uma pesquisa da Praxis Business aponta que empresas veteranas representam, hoje, menos da metade do mercado de franchising, enquanto as novatas triplicaram a sua participação, indicando uma clara renovação no setor. A que se deve isso? 

Eliane Bernardino - Muitas empresas, percebendo o sucesso do modelo de franquias, com todas as suas vantagens, decidem ingressar no sistema. Com isso, a base de marcas que operam no sistema aumenta e, nesse contexto de novos entrantes, parece-nos natural que a presença das veteranas diminua, na proporção do total.

OL – A pesquisa mostra que existe demanda por capacitação do setor em áreas como atendimento e vendas, gestão de equipe, produtos e serviços da marca, etc. O que pode melhorar e como o treinamento pode alavancar uma rede?

Eliane Bernardino - Cada vez mais, as redes franqueadoras buscam reforçar o próprio branding e a competitividade. Ações de lançamentos de produtos e de comunicação publicitária são importantes, mas é preciso entregar, dia após dia, a promessa da marca, nos mínimos detalhes da jornada de compra e da experiência do cliente, dentro e fora do ponto de venda. Muitas empresas são fortes no planejamento, mas o risco de cometer erros na execução é imenso. É preciso investir continuamente em capacitação e no engajamento da equipe, pois sem isso, não há como alcançar a excelência. E quando falamos em capacitação, não nos referimos a um simples treinamento, mas a uma cultura de educação, tanto nos processos quanto na cultura. Ter uma liderança com foco em gestão de pessoas e proporcionar um ambiente estimulante de trabalho, com contínua capacitação e acompanhamento, tem papel relevante na busca pelo sucesso. Além disso, é preciso saber atrair e manter os colaboradores com o perfil adequado para a operação. 

OL - Quais os principais desafios do mercado de Franquias para os próximos anos?

Eliane Bernardino - Entendo que é acompanhar as grandes transformações tecnológicas e culturais que acontecem no mercado e manter o sistema forte, ético e que traga sucesso a todas as partes envolvidas.

OL - Os franqueadores investem cada vez mais em inovação, em ferramentas como big data, inteligência artificial e realidade virtual?
 
Eliane Bernardino - Alguns franqueadores investem em tecnologia e já têm iniciativas concretas nessas áreas. Algumas marcas de perfumes, por exemplo, têm usado inteligência artificial na composição de novas fragrâncias. Lançamentos imobiliários usam realidade virtual para mostrar imóveis ambientados para interessados de outras cidades ou depois que
o apartamento modelo decorado é desmontado. 

OL - Quais são os serviços que a ABF Rio oferece aos lojistas que já são franqueados ou a empreendedores que pensam
em ingressar no sistema ?

Eliane Bernardino - A ABF Rio oferece cursos e palestras para que o empreendedor possa conhecer profundamente o sistema, gerencial e juridicamente, a fim de que possa fazer uma avalição sobre o tipo de negócio ao qual pretende se dedicar. Temos como objetivo a formação e o constante aprimoramento dos profissionais que atuam no setor. Além de cursos como “Entendendo o Franchising” e o Programa de Capacitação em Franchising, promovemos, mensalmente, o evento Café com Franquia, reunindo empreendedores, franqueadores e franqueados, que apresenta palestras voltadas à discussão de temas que afetam a gestão dos negócios de franchising. Além disso, enfatizamos tecnicamente os cursos, com profissionais mais capacitados e atualizados com o mercado, que abordam questões pertinentes do dia a dia do sistema.

Revista O LOJISTA, edição de NOV/DEZ de 2018.
 
 
 
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