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05/09/2018
Bradesco e Sebrae assinam convênio para crédito a pequenas empresas
 
O Bradesco e o Sebrae assinaram nesta segunda-feira, 3, um convênio de cooperação técnica (CCT) para promover a melhoria das condições de acesso a crédito, um dos principais gargalos das micro e pequenas empresas. O objetivo é prestar orientação financeira e linhas de financiamento sob medida para os pequenos negócios, incluindo a ampliação do programa de microcrédito do banco, com ênfase no microempreendedor individual (MEI) e a modalidade com a garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

Os valores de desembolso de crédito previstos no acordo entre o Bradesco e o Sebrae não foram revelados. De acordo com o presidente do conselho de administração do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, o convênio está em linha com a estraté gia do banco de apoiar iniciativas que resultem em estímulo à atividade econômica.

"Este é um projeto onde todos ganham. Mas o maior vencedor é ampliar as possibilidade de emprego. As pequenas e médias empresas são grandes empregadoras e o setor de serviços é o principal motor do PIB", diz Trabuco, em nota ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, afirma que a parceria com o Bradesco vai oferecer a orientação que falta para fortalecer a gestão financeira das pequenas empresas. "O acesso a crédito é um dos principais gargalos enfrentados pelo empresário de pequenos negócios. Mesmo respondendo pela franca recuperação do emprego do País, esses empreendedores ainda encontram dificuldades para chegar às instituições financeiras", acrescenta ele.

Além de orientação e oferta de crédito, as duas instituições também pretendem potencializar ferramentas digitais para facilitar a orientação e gestão financeira dos pequenos negócios, a exemplo do Portal mei.bradesco que já conta com a parceria do Sebrae.

O acordo também prevê suporte e mentoria do Sebrae às startups instaladas no espaço inovaBra habitat, do Bradesco, em São Paulo. A proposta é estabelecer uma conexão para geração de negócios, entre as mais de 170 startups e 60 empresas "corporates" presentes no local. Atualmente, o Sebrae atende 2,5 mil startups em projetos estaduais. Em breve, o Sebrae também poderá utilizar o espaço inovaBra habitat.

Fonte: Agencia Estado
 
 
 
04/09/2018
Vendas baseadas em atividades podem ser a solução para o seu negócio
 
Historicamente falando, vendedor é uma das profissões mais antigas que existem, tendo passado por diversas mudanças de rumo ao longo da história. Desde o escambo na época do Império Romano, passando pela Revolução Industrial até o surgimento da venda porta a porta nos anos 1940, o representante de vendas precisou se adaptar constantemente às mudanças comportamentais de seus clientes para se manter relevante e conseguir realizar uma venda.

Com esse cenário, mercados em amadurecimento e consumidores conquistando controle sobre suas compras na era digital, a necessidade do vendedor tradicional se torna cada vez mais obsoleta. A profissão de vendedor parece estar lutando para se manter. De acordo com um recente estudo feito pela Harvard Business Review, 63% de todos os vendedores B2B têm performances abaixo do esperado e esse número só tende a piorar.
Na era digital, os avanços tecnológicos fornecem ferramentas e dados para aprendermos sobre clientes e públicos potenciais. Da geração de leads bem sucedida à retenção de clientes, a variedade de ferramentas que ajudam o vendedor a se sobressair podem ser espantosas. Além disso, uma filosofia baseada em atividades é capaz de fazer toda a diferença.

O que são vendas baseadas em atividades?

A grande maioria dos profissionais de vendas focam nos resultados em vez de ações, o que aparenta fazer sentido, pois o que clientes buscam são esses resultados. Do ponto de vista de vendedores, a pressão para fechar acordos em seus pipelines é muito poderosa – no entanto, deveria ser exatamente o oposto. Times de venda deveriam manter seus focos em ações significativas no processo de conclusão do negócio, não no resultado final.

Um bom exemplo dessa analogia é o processo de correr uma maratona. No início da prova, competidores têm total conhecimento de que precisam cruzar a linha de chegada em um tempo específico. Entretanto, o método baseado em atividades requer que pessoas façam uma mudança mental – e foquem isoladamente nos passos necessários para alcançar a meta – como por exemplo a velocidade na qual seus oponentes estão correndo, se eles estão controlando seus ritmos de respiração, etc. Essas são as métricas que podem ser controladas durante o momento e baseando-se nesses pontos, os corredores poderão chegar com sucesso ao fim da prova.

Por que vendas baseadas em atividades são a solução?

Primeiramente, esse formato dá o controle aos times de venda. Eles decidem que, por um período pré determinado, irão seguir um sistema previamente estabelecido com foco nas suas próprias ações. Depois disso, avaliam como as coisas estão funcionando e como as etapas podem ser aperfeiçoadas. Com essa prática, as pessoas podem repentinamente sentir que estão no controle da situação.

Também há outro ponto quando pessoas focam naquilo que têm controle, elas se tornam mais produtivas. Elas acabam realizando mais atividades que, no final das contas, levam à venda.

Além disso, esse tipo de venda substitui a ansiedade por autoconfiança. Vendas baseadas em resultados podem facilmente ser chamadas de “vendas baseadas em ansiedade”. Os times de venda têm um objetivo, como uma meta, mas simplesmente não sabem como alcançar esse objetivo sem um plano completo e sólido, o que leva à ansiedade.

Ao encontrar novos prospects, ou durante um contato pelo telefone, esses podem sentir a ansiedade da pessoa no outro lado da linha, que pode ser interpretada como um vendedor desesperado para fechar negócio. Por esse motivo, os clientes não têm tanta confiança na equipe de vendas e as chances da transação ser completada diminuem. A ansiedade advinda de um contato baseado em resultado pode desanimar os compradores.

Para reverter este quadro, times de venda precisam confiar em si mesmos, e esse sentimento se inicia com uma sensação de conquista. Vendas baseadas em atividades são as formas mais rápidas para sentir menos ansiedade e mais autoconfiança. Os times se orgulham genuinamente de alcançar as metas previamente estabelecidas por eles – desde a quantidade de calls a serem realizadas em um certo dia e quantas reuniões são conduzidas a quantas prospecções sobem de nível em seus pipelines.

Essa confiança também serve de combustível. Ela mantém os times ativos e constantemente fazendo coisas que funcionam para eles, além de tranquilizar os consumidores, que reagem positivamente à confiança. A melhoria é tão poderosa que a competição se torna quase injusta para a concorrência.

E, por fim, esses tipos de vendas maximizam os Key Performance Indicators (KPIs). Ferramentas online podem ajudar as equipes a se organizar e utilizar melhor seu tempo – ou seja, trabalhar de forma inteligente. Seguindo essa abordagem, times de venda são incentivados a realizar seu melhor trabalho. Eles podem aprender lições com essa estratégia e ter ideias a partir de outros vendedores de sucesso, mas, no fim, os processos serão construídos de acordo com o que for otimizar suas habilidades.

Enquanto times de vendas adotam e refinam suas abordagens, eles verão melhorias em todos esses KPIs. Eles desenvolvem suas habilidades para adquirir mais acordos em seus funis de venda, suas confianças ajudarão a aumentar o valor de seus contratos, eles fecharão mais negócios e, consequentemente, o processo se tornará tão organizado e fluído que eles poderão manter a movimentação de contratos em um ritmo bem mais acelerado.
Baseado em tudo que vi, aprendi e vivi – como um vendedor em todos os níveis, desde vender livros de porta em porta a monitorar a nossa crescente operação de vendas – , posso dizer: quando times dominam as vendas baseadas em atividades, eles se colocam no melhor caminho possível para o sucesso, independentemente da época em que estão vivendo.

* Timo Rein, CEO do Pipedrive, companhia de software em vendas sediada em Nova Iorque

Fonte: Portal No Varejo
 
 
 
04/09/2018
Receita Federal pode declarar inaptos 3,4 milhões de CNPJs
 
Cerca de 3,4 milhões de CNPJs poderão ser considerados inaptos pela Receita Federal, até maio de 2019, porque as empresas se omitiram nas entregas de escriturações e declarações nos últimos cinco anos. O maior problema diz respeito à Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

De acordo com a Receita Federal, quando a inaptidão é declarada, os documentos fiscais da empresa tornam-se nulos, e os sócios são responsabilizados pelos débitos em cobrança. Também não é mais possível utilizar a inscrição para fins cadastrais.

Segundo o Fisco, o Ato Declaratório Executivo (ADE) de inaptidão do CNPJ passará a ser publicado no site idg.receita.fazenda.gov.br, pela Delegacia da Receita Federal do domicílio tributário da empresa.

Como identificar as omissões

O contribuinte pode consultar a existência de omissões na entrega de declarações no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no serviço “Certidões e Situação Fiscal”, nos itens “Consulta Pendências – Situação Fiscal”, com relação às obrigações acessórias não previdenciárias, ou “Consulta Pendências – Situação Fiscal – Relatório Complementar”, com relação às obrigações acessórias previdenciárias.

Regularização da situação

Para evitar a declaração de inaptidão da inscrição, o contribuinte deverá entregar todas as escriturações fiscais e as declarações omitidas referentes aos últimos cinco anos.

Enquanto não for declarada a inaptidão, o contribuinte poderá ser intimado e estará sujeito ao agravamento das multas por atraso na entrega. Os custos da regularização após a intimação serão mais altos, segundo a Receita.
Após a inaptidão ter sido declarada, o empresário que quiser que a inscrição seja reativada deverá entregar todas as declarações omitidas (as pendentes e as já listadas para a inaptidão).

Se as omissões que causaram a inaptidão forem causadas por erros cadastrais, a empresa deverá pedir a correção dos dados para regularizar a omissão e anular a inaptidão.

Baixa da inscrição

O contribuinte que permanecer inapto terá sua inscrição baixada. As obrigações tributárias não cumpridas serão exigidas dos responsáveis pela empresa.

Fonte: Globo
 
 
 
04/09/2018
Criar IVA faz sentido, mas antes é preciso arrumar ICMS e PIS/Cofins, diz Guardia
 
O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta segunda-feira, 3/9, que, antes de o Brasil implementar um Imposto de Valor Agregado (IVA) nacional, é preciso "consertar os problemas" do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Programa de Integração Social (PIS) e do Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

"Quando se pensa em criar um IVA nacional, e a maioria das pessoas gosta da ideia e faz todo o sentido, é preciso arrumar os desequilíbrios que temos hoje no ICMS e no PIS e no Cofins", disse o ministro, durante o 15º Fórum de Economia da FGV.

Segundo ele, uma reforma do PIS e do Cofins é "absolutamente convergente" com a ideia de criar o IVA nacional. O IVA é uma proposta para simplificar a tributação sobre consumo, reunindo vários impostos em um só. Tem sido defendida, por exemplo, pelo candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin (PSDB).

Fonte: Agencia Estado

 
 
 
 
04/09/2018
Governo prorroga 1ª fase do eSocial para empresas que faturam até R$ 78 milhões
 
A primeira fase de implantação do eSocial para empresas que faturam menos de R$ 78 milhões (exceto micro e pequenas e MEIS) teve seu prazo prorrogado até setembro. A data limite anterior era 31 de agosto.

O eSocial é uma ferramenta que reúne os dados trabalhistas, fiscais, previdenciários das empresas em uma só plataforma. Ainda em implantação, o sistema está sendo adotado aos poucos, antes de passar a ser obrigatório para os 18 milhões de empregadores do país. Antes, somente patrões de empregados domésticos eram obrigados a usar o eSocial.

Novo prazo

O início da segunda fase do programa passou de setembro para o dia 10 de outubro. Nesta fase, os empregadores devem fazer seus cadastros e enviar dados não periódicos dos trabalhadores ao eSocial.

Segundo o governo, o prazo foi estendido para que as empresas tenham mais tempo de prestar informações iniciais e montar suas tabelas. A medida atinge cerca de 3 milhões de empresas.

As empresas com faturamento superior a R$ 78 milhõesdeverão continuar enviando todos os eventos para o eSocial.

Fonte: Globo

 
 
 
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