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22/09/2017
Proibida a cobrança de estacionamento em Hospitais para pacientes
 
 
De acordo com Lei nº 6.248, de 19 de setembro de 2017, fica proibida a cobrança de valores para utilização de estacionamento de veículos nos hospitais, clínicas, prontos-socorros, ambulatórios, laboratórios, associações e cooperativas médicas, públicas ou privadas, ainda que por serviço terceirizado, no âmbito do Município do Rio de Janeiro, para veículos de pacientes, acompanhantes e demais usuários diretos dos serviços de saúde, para realização de consultas, exames e outros atendimentos e procedimentos pertencentes à atividade principal de saúde do estabelecimento.

Para a comprovação da gratuidade, o condutor deverá apresentar ao responsável pelo estacionamento a comprovação e a permanência gratuita nas referidas vagas ficará vinculada ao funcionamento do estabelecimento.
Esta Lei entrou em vigor na data de sua publicação.
 
 
 
22/09/2017
SindilojasRio e CDLRio aderem à campanha #NãoCompreViolência
 

 
Para conscientizar a população fluminense sobre o papel de cada cidadão no combate ao roubo de cargas, crime que virou uma verdadeira epidemia no estado, o SindilojasRio e o CDLRio aderiram à campanha #NãoCompreViolência lançada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em parceria com o Disque-Denúncia, em setembro. A campanha, cujo slogan é "Mercadoria Roubada: Quem Compra, Faz Vítimas", está sendo coordenada pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro.

As pessoas precisam compreender que, ao comprarem uma mercadoria roubada, também elas estão praticando um crime, previsto no Código Penal (art. 180), com pena de um a quatro anos de prisão, além de alimentarem a violência da qual todos somos vítimas. O roubo de cargas encarece o preço dos produtos, causa desabastecimento e alimenta o crime. O presidente em exercício da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), lembra que “enquanto não engajarmos a ponta do processo, que é quem compra o produto roubado, não se atingirá o objetivo, que é acabar com esse tipo de crime".
O Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de países mais perigosos para transporte de cargas em todo o mundo e o Rio é o recordista nacional, segundo dados da Firjan, o que contribui para afastar investimentos. Em 2016, de acordo com a Federação de Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro (Fetranscarga), o delito causou prejuízo de R$ 1 bilhão ao estado.

O roubo de cargas contribui para agravar a crise econômica fluminense, já que aumenta o preço dos produtos e pode levar ao desabastecimento, causando efeito cascata em diversos setores: diminui a arrecadação de impostos para investimentos públicos em serviços como saúde, segurança e educação; e aumenta a fila de desempregados. Esse crime financia diretamente o crime organizado e o tráfico de drogas e armas. Segundo investigações dos órgãos de segurança pública, o delito garante dinheiro rápido para os traficantes comprarem armas e munição, acirrando a violência.
 
 
 
 
20/09/2017
1º International E-Commerce Experience
 

 

O 1º International E-Commerce Experience tem como objetivo promover a ampliação e a profissionalização cada vez maior do varejo eletrônico nacional.

Empresários de pequeno e médio porte irão a Seattle (EUA) e Vancouver (Canadá) para trocar experiências com as grandes empresas mundiais do varejo eletrônico e aplicá-las aos negócios brasileiros. O grupo participa do 1o International E-Commerce Experience, o primeiro evento prático de porte internacional direcionado ao desenvolvimento do varejo eletrônico no País, que será realizado entre os dias 22 e 30 de Outubro.

A programação contará com encontros técnicos com diretores e gestores de marcas que revolucionaram o comércio eletrônico mundial, como Amazon, Starbucks e Microsoft, além de outras especializadas em negócios correlatos ao e-commerce, a Hootsuite, a maior plataforma de gerenciamento de conteúdo em redes sociais, atualmente um dos grandes canais para a divulgação das marcas, Facebook e Twitter.

A iniciativa, da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico em Santa Catarina (ABCOMM/SC), tem como objetivo promover a ampliação e, cada vez mais, a profissionalização do e-commerce brasileiro, um setor que faturou R$ 53,4 bilhões no ano passado, um crescimento de 11% em relação a 2015.

Embora o comércio eletrônico siga uma trajetória descolada da crise econômica, com perspectiva de fechar 2017 com faturamento de quase R$ 60 bilhões, o potencial de crescimento é gigantesco: menos de 25% das micro e pequenas empresas vendem pela Internet, sendo que as MPEs compõem 98% dos negócios em funcionamento no Brasil. No Turismo, estima-se que metade das transações realizadas sejam feitas pela Internet (venda de passagens, reserva de quartos, delivery de comida, etc). Apesar disso, o Brasil conta com apenas 71 mil lojas virtuais para atender os cerca de 38,5 milhões compradores, que devem fazer cerca de 200 milhões de pedidos até o final deste ano.

Data: 22 a 30 de Outubro
Local: Seattle (EUA) e Vancouver (Canadá)
Investimento: US$ 3.992,00 + taxas (acomodação double e classe econômica)
Condições facilitadas: entrada de 30% + 9 parcelas sem juros no cartão
Contatos: Shopconsult (48) 99649-1122 | shopconsult@terra.com.br
 
 
 
20/09/2017
Comércio do Rio gastou quase R$ 1 bilhão com segurança no primeiro semestre
 
 
O comércio varejista carioca gastou R$ 996 milhões com segurança entre janeiro e junho desse ano com a contratação de vigilantes, equipamentos eletrônicos, grades, blindagens de portas, reforço de vitrines e seguro. O número é da pesquisa “Gastos com segurança em estabelecimentos comerciais” do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio), que ouviu 750 lojistas.

A pesquisa mostra também que, dos entrevistados, 180 já tiveram seus estabelecimentos assaltados, furtados ou roubados, cerca de 20% a mais do que no mesmo período do ano passado.

Do total gasto, R$ 667 milhões foram com segurança privada e vigilantes, R$ 289 milhões com equipamentos de vigilância eletrônica e R$ 40 milhões com gradeamento, blindagens, reforços de portas, vitrines e com seguros.
De acordo com Aldo Gonçalves, presidente do SindilojasRio e do CDLRio, é como se fosse mais um tributo pago pelos lojistas, já massacrados pelo peso da burocracia e da alta carga tributária.

— A violência urbana na cidade do Rio de Janeiro vem prejudicando bastante o comércio, já afetado pelo quadro econômico do país e, em especial pela crise do Estado do Rio, que tem influido profundamente no comportamento do consumidor, que por um lado fica com medo de sair de casa e por outro reduz seus gastos, entre eles as compras, Não é sem razão que mais de 4.150 estabelecimentos comerciais fecharam suas portas entre janeiro e junho na cidade — diz.

Gonçalves lembra que a cifra poderia ter sido investida na ampliação do negócios, como novas lojas, reformas, treinamento de pessoal, gerando mais emprego e renda. Ainda segundo Aldo Gonçalves esse retrocesso na segurança pública no Estado do Rio de Janeiro preocupa a toda a sociedade e inibe os investimentos dos setores produtivos e vê com muita tristeza o esfacelamento das UPPs, projeto que trouxe bastante esperança para toda a população e animou os comerciantes.

 O Globo - 20.09.2017
 
 
 
19/09/2017
Delegacia de serviços do SindilojasRio na Tijuca fechará nesta sexta, 22
 
 

A próxima sexta-feira, 22, será o último dia de funcionamento da delegacia de serviços do SindilojasRio na Tijuca. Para agendamento de certificação digital e de exames médicos ocupacionais, procure nossa sede no Centro do Rio ou as delegacias de serviços de Copacabana, Barra da Tijuca, Campo Grande ou Madureira. Clique aqui para acessar os endereços e telefones.

Para assessoria jurídica e administrativa continue procurando nossa sede, na Rua da Quitanda, 3 - 10º andar, no Centro. Dúvidas, ligue para 2217-5000.
 
 
 
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