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31/10/2018
Comércio do Rio espera contratar 10 mil trabalhadores no final do ano
 
Com a chegada das festas de fim de ano e a alta temporada do verão, o comércio carioca começa a abrir vagas de emprego temporárias. O varejo do Rio espera contratar cerca de 10 mil trabalhadores neste ano, no entanto, o número é 16% menor em relação a 2017.

A crise econômica foi apontada como um dos principais motivos para a queda no número de contratações. É o que mostra uma pesquisa do CDLRio, em parceria com o SindilojasRio, que ouviu cerca de 500 empregadores.

O presidente do SindilojasRio e do CDLRIo, Aldo Gonçalves, foi um dos entrevistados pela rádio BandNews FM. Clique aqui e ouça na íntegra.

Fonte: BandNews FM
 
 
 
30/10/2018
Registro de Marcas
 
O Núcleo de Marcas do SindilojasRio oferece às empresas associadas, sem a cobrança de honorários, assessoria em Marcas junto ao INPI, desde a busca prévia de anterioridade – primeira etapa, em que se busca na base de dados do órgão a existência de registros anteriores, idênticos ou que possam apresentar eventual oposição de terceiros – até a concessão do registro com a emissão do certificado, além de acompanhamento nas renovações. Mais informações: 2217-5058.
Saiba mais
 
 
 
30/10/2018
Boletos entre R$ 0,01 e R$ 100 já podem ser pagos em qualquer banco, mesmo após vencimento
 
A partir de agora, todos os boletos bancários acima de R$ 0,01 poderão ser pagos em qualquer agência bancária, mesmo após o vencimento, desde que estejam registrados na Nova Plataforma de Cobrança (NPC) — sistema de liquidação e compensação desenvolvido pelas instituições financeiras e pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

No 13 de outubro, a rede bancária deixou de aceitar os boletos de valor igual ou acima de R$ 100 que não estivessem cadastrados na base de dados da ferramenta. Por outro lado, os que foram registrados passaram a ser aceitos em qualquer banco, mesmo depois de vencidos.

No último sábado, dia 27, a mesma regra foi aplicada às cobranças entre R$ 0,01 e R$ 100. A última etapa da implementação vai incluir os boletos de pagamento de cartão de crédito e de doações. Estes deverão estar registrados na nova plataforma até 10 de novembro.

Até agora, 63% dos quatro bilhões de documentos emitidos anualmente no país já estão incorporados ao sistema. Restam as cobranças de cartão e doações, que correspondem aos 37% restantes, segundo a Febraban.

O que fazer se cobrança não estiver cadastrada

Se os boletos não estiverem cadastrados na base do novo sistema, os bancos vão recusá-los. Se isso ocorrer, o pagador deverá procurar o emissor do boleto para quitar o débito ou pedir o cadastramento do título.


Segundo a Febraban, a nova ferramenta evita o pagamento, por engano, de algum documento já quitado. O número de fraudes também tende ser reduzido, uma vez que as cobranças deverão conter informações do emissor e do pagador.

O comprovante de pagamento, segundo a Febraban, ficou mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, como juros, multa e desconto, assim como o CPF ou o CNPJ do emissor e do pagador.

Fonte: EXTRA

 
 
 
30/10/2018
Confiança dos comerciantes tem queda e contratações abaixo da média
 
Apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) alcançou 107,7 pontos no mês de outubro. Na comparação com setembro, o indicador apresentou queda de 0,2%, na série com ajuste sazonal, após alta registrada no mês passado. A pesquisa também revelou que as intenções de contratação estão abaixo da média histórica.
O levantamento da Confederação mostra que, entre os subitens que integram as avaliações das condições correntes, a economia segue apresentando o maior grau de insatisfação (63,6 pontos). Para 68,9% dos entrevistados, a economia está pior que há um ano, visto que, em outubro de 2017, o percentual de empresários insatisfeitos com o nível geral de atividade alcançava 68,0%.

Para o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, a desaceleração do consumo e a natural cautela quanto à retomada dos investimentos neste momento justificam a frustração com as condições correntes da economia. “Mesmo com a valorização do real nas últimas semanas, ainda há pressões sobre o nível geral de preços, especialmente daqueles monitorados pelo governo. Os reajustes de tarifas criam dificuldades adicionais ao varejo não somente pela elevação dos seus próprios custos operacionais, mas também por impor maiores restrições ao orçamento das famílias na aquisição de outros bens”, avalia.

Investimentos, estoques e contratações

A lentidão da recuperação econômica e a indefinição do cenário político apontam um adiamento de investimentos nas empresas, estoques e contratações. O subíndice relativo aos investimentos recuou pelo sexto mês consecutivo (-0,2%), registrando 96,5 pontos. Desde o último mês de maio, esse indicador acumula queda de 3,3%, regredindo ao seu menor nível desde dezembro de 2017 (92,6 pontos).

A maioria dos entrevistados (64,4%) revelou intenção de contratar funcionários no médio prazo. Esse percentual se manteve pouco acima do verificado em outubro de 2017 (63,5%), porém abaixo da média dos quatro anos que antecederam a crise do varejo (78,8%).

Os demais componentes do índice relativo aos investimentos se mantiveram abaixo dos 100 pontos, revelando avaliações predominantemente negativas quanto às ampliações das lojas e dos estoques. Do total de entrevistados, 59,2% não pretendem investir na ampliação do capital físico das empresas e o percentual de empresários que percebem estoques acima do adequado (27,6%) é praticamente o dobro daqueles que pretendem aumentar as encomendas (13,9%).

Previsões para o Natal

Até 2014, a temporada de oferta de vagas temporárias do varejo costumava iniciar em setembro, mas, com a intensificação da crise a partir de 2015, o calendário de contratações foi adiado, passando a iniciar em outubro. Para este Natal, a CNC projeta a oferta de 72,7 mil vagas temporárias – queda de 1,7% em relação às 73,9 mil vagas oferecidas no mesmo período do ano passado. Já em relação ao varejo, a Confederação prevê avanço de 4,5% no faturamento real em relação a 2017 com o volume de vendas natalinas – principal data comemorativa do setor –, avançando 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: CNC

 
 
 
29/10/2018
SindilojasRio participa de seminário de gestão sindical
 
A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ), em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), iniciou no dia 17 de outubro, o Programa de Desenvolvimento para Dirigentes Sindicais (ProSind), projeto de desenvolvimento e qualificação voltado para dirigentes sindicais de todo o Estado. Os seminários abordam os mais modernos modelos de gestão voltados para a estrutura sindical brasileira e o SindilojasRio está participando do programa.

O primeiro módulo do programa foi aberto pelo renomado sociólogo José Pastore, professor da USP e um dos maiores especialistas do país em Relações do Trabalho. Ele falou a respeito da organização sindical e destacou a importância dos sindicatos patronais se adaptarem às novas regras trabalhistas.

“Os sindicatos e empresas devem estar bem informadas para saber usar a nova lei, que abriu um espaço extraordinário para a negociação. É fundamental para o sindicato patronal ter um protagonismo, difundindo bem as informações e ajudando as empresas a fazerem negociações, com trocas que gerem ganho de produtividade. E é preciso preparar os profissionais que atuam nesta área de negociação, especialmente os contadores, além de articular bem com a Federação e a Confederação do Comércio. Será necessário organizar, planejar e executar muito trabalho daqui para frente, mas com certeza o Brasil ficará melhor partindo por este caminho”, afirmou Pastore.

Na segunda parte do evento, a advogada da Divisão Sindical da CNC, Lidiane Nogueira, trouxe um novo olhar sobre assuntos como o papel dos sindicatos, enquadramento e contribuições. Ela dividiu o palco com o vice-presidente da Fecomércio SP, Ivo Dall’Acqua Júnior, especializado em relações trabalhistas. Eles apresentaram juntos as principais mudanças na legislação e responderam a perguntas e dúvidas dos presentes.

Os seminários acontecerão em mais dois módulos, nos dias 5 e 12 de novembro, e são gratuitos. Serão abordados ainda temas como inovação, novas legislações fiscais, reforma trabalhistas, enquadramento sindical, contribuições e incremento em ofertas e serviços, entre outros.

As palestras serão ministradas por profissionais renomados do mercado, que também apresentarão exemplos e casos de negociações e atuação inovadora dos sindicatos em prol dos empresários.
 
 
 
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