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26/06/2018
Tem conta para pagar? Com jogo do Brasil, bancos fecham às 13h amanhã
 
 
As agências bancárias de todo o país vão fechar mais cedo nesta quarta-feira (27) por causa do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo. A partida contra a Sérvia será às 15h (horário de Brasília). O horário excepcional será determinado por cada banco, mas a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) recomenda que seja das 9h às 13h. A recomendação da Febraban segue uma circular do Banco Central publicada em maio, que permite que as agências bancárias funcionem por, pelo menos, quatro horas em dias de jogos do Brasil na Copa. Mesmo sem compromisso de seguir um horário específico, as agências são obrigadas a afixar avisos com o horário de funcionamento nos dias de jogos do Brasil com pelo menos 48 horas de antecedência.
Fonte: Uol
 
 
 
26/06/2018
Intenção de consumo das famílias recua 0,5% em junho
 
 
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela CNC, alcançou 86,7 pontos em junho de 2018, registrando queda de 0,5% em relação ao mês passado. Já na comparação anual, houve alta de 12,4%. Com os resultados de junho, a pesquisa completa trinta e oito meses abaixo dos 100 pontos, mostrando a insatisfação persistente das famílias quanto às condições de consumo.

Segundo o economista da CNC Antonio Everton Chaves Junior, as perturbações na economia com a greve dos caminhoneiros, a escassez na distribuição de produtos e a disparada do dólar afetaram as perspectivas, sobretudo de consumo e a disposição para compra de bens duráveis.

Fonte: Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
 
 
 
25/06/2018
Golpistas estão usando o nome do Procon Estadual para tirar dinheiro de comerciantes
 
 
Pessoas se fazendo passar por fiscais do Procon Estadual estão ligando para comerciantes pedindo quantias em dinheiro para não fiscalizar seus estabelecimentos. O Procon Estadual esclarece que não avisa com antecedência os locais que serão fiscalizados.

Se você, comerciante, receber algum tipo de contato pedindo dinheiro em nome do Procon Estadual, não pague! Denuncie pelo telefone 2216-8686 ou chame a polícia.
 
 
 
25/06/2018
Competitividade: uma marca do comércio
 
 Tema apaixonante e de grande complexidade, a competitividade no comércio tem multiplas facetas que merecem ser analisadas com profundidade. Uma das atividades mais antigas do mundo, talvez seja a que mais transformações vem experimentando desde as suas mais remotas origens, avançando em direção a novos territórios na permanente busca de conquistar mercados e competir com novos produtos.

Por isso está implícita na atividade a consciência da importância de competir, usando as ferramentas disponíveis em cada época. Foi assim que o comércio evoluiu acompanhando sempre as tendências e os conceitos da modernidade para atender as expectativas dos consumidores e às exigências da economia de mercado que não perdoa o amadorismo e pune duramente a incompetência.

O comércio sabe como poucos que as atividades econômicas, em regime de livre iniciativa, são regidas por uma antiga e conhecida lei não decretada nem revogável – a da oferta e da procura - onde o juiz é o consumidor. Dele emana o veredicto que sentencia o sucesso ou o fracasso de um produto ou de um serviço.

Desde a época do Mercantilismo, na Antiga Grécia, esta verdade se faz presente em todos os momentos da História. Expondo as virtudes da racionalidade empresarial e a falência da concorrência predatória, na maioria das vezes estimulada ou imposta por uma série de interesses, explícitos e implícitos. No caso do varejo, por exemplo, especialidade com características específicas e bem definidas, a competição ganhou outra dimensão. É uma atividade que exige permanente investimento.

Os empresários sabem disso. E para não ficar para trás, ganhar escala e enfrentar a concorrência o setor vem se modernizando. Investiu em treinamento, novas tecnologias, adotou melhores práticas e estratégias, redesenhou e tornou mais agradáveis e funcionais a apresentação das lojas, criou novos formatos e agilizou o sistema de crédito, enfim buscou melhorar o atendimento dos clientes, cada vez mais exigentes e informados, em sintonia com as novas normas do consumo moderno que quer qualidade e preço.

Para sobreviver nesse mercado cada vez mais caracterizado por concorrência acirrada, inclusive com a participação de grandes conglomerados internacionais, as empresas não tem outra alternativa a não ser utilizar todos os recursos disponíveis para colocar seus produtos ou serviços no mercado. É aí que sobressai o papel da tecnologia e das comunicações, componentes imprescindíveis da competitividade no mundo dos negócios.

Diferente dos demais setores da economia, o comércio varejista é caracterizado por uso intensivo de mão-de-obra e por influência dos usos e costumes das comunidades que o cercam. Assim, as tecnologias de informação, a comunicação e as novas formas de organização são fundamentais para o desenvolvimento do setor, tornando-o mais produtivo e preparado para enfrentar a acirrada competição, que cresce enormemente a cada dia.

Por exemplo, a concentração de lojas nos primeiros centros comerciais e, hoje, nos modernos shoppings centers, onde o formato e a disposição dos estabelecimentos contribuem para o acirramento da competição, mostram que a competitividade sempre fez parte do negócio.

Mas apesar de ser a mais antiga atividade do mundo o comércio nunca parou no tempo. Atualizou-se sempre, buscando as facilidades disponíveis em cada época e criando as suas próprias iniciativas, como foi o caso da instituição e a massificação das operações de compra e venda a crédito através de carnês, fórmula até hoje utilizada. Aqui vale um parentesis para destacar que foi uma iniciativa dos empresários lojistas cariocas a criação em 1955 do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), que revolucionou o sistema de crediário no Brasil e que deu origem ao Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio), que por sua vez originou novos CDLs por todo o País e, inclusive, às entidades estaduais como a FCDL RJ e a própria CNDL.

Para acelerar essa transformação, as fronteiras econômicas do Brasil foram abertas à competição internacional trazendo novas tecnologias e novos padrões de operação e eficiência, obrigando o comércio varejista a buscar novas formas de desenvolvimento para enfrentar a forte competição.

Com esse novo cenário e também para enfrentar a investida de fundos de investimentos na compra de tradicionais redes de lojas brasileiras, as empresas varejistas buscaram alternativas, concentrando seus esforços em parcerias e fusões. Mas descobriram que precisavam mais do que isso, que era fundamental dar uma boa formação a sua mão de obra, preparando-a para enfrentar os desafios atuais e do futuro.

Conscientes elas têm caminhado no rumo da profissionalização do varejo, incorporando conhecimentos técnicos, estratégicos e de gestão, que têm trazido consideráveis melhorias de eficiência para o setor, que poderiam ser bem maiores não fosse a carência de entidades de ensino preparadas para atender a estas novas e inadiáveis exigências, com baixo custo de formação.

Nesse novo panorama a capacitação passou a ser fundamental para a sua sobrevivência. Antes dessa verdadeira revolução, o grande patrimônio das empresas eram as suas instalações físicas. O diferencial competitivo era ter sede própria. Hoje os ativos de maior valor são os colaboradores e a clientela. Para manter os clientes fiéis, a equipe precisa está bem treinada. E isso só se consegue com o permanente investimento na capacitação das pessoas. Este sim, é o grande patrimônio da empresa.

Convém destacar que o comércio varejista de um modo geral vem se adequando às mutações do mercado e acompanhando de perto as novas exigências do consumo de hoje, que é totalmente diferente do que acontecia recentemente. Consumir deixou de ser uma necessidade para se transformar em prazer, que é uma nova experiência de compra. Para atender a essas novas exigências o comércio varejista tem se preocupado, mesmo que timidamente, com a capacitação de seus colaboradores, instrumentalizando-os para o uso de técnicas de vendas, com a utilização das modernas ferramentas de tecnologia e de organização, proporcionando um salto de qualidade na venda dos produtos.

O desenvolvimento de novas formas de comercialização como por exemplo, a venda por correspondência e por catálogos, embrião da moderna forma de venda pela internet, cuja utilização nas atividades comerciais provocou o célere crescimento do e-commerce, tendo como consequência imediata as transformações nas formas de comercialização impulsionadas apela competição.

O surgimento de aplicativos cada vez mais diversificados com milhões de usuários mundo afora, como o Google, Facebook e blogs para citar apenas alguns, tem contribuído para o crescimento da competitividade entre as empresas comerciais.

Mas não somente comércio de bens mas também de serviços. Vide o Uber que tem afetado profundamente o mercado de táxis, o serviço de locação de automóveis tipo Uber, carros autônomos que é um passo a frente do sistema do Uber, o mercado de seguros que será afetado pelos carros autônomos na medida que alguns fabricantes dão garantia que os carros não “batem”, etc. É a imaginação sem limite impulsionada pelo desenvolvimento tecnológico, produzindo uma série infindável de inovações. Tudo incentivado pela competitividade.

A par de tantas dificuldades e dos percalços da economia, que penaliza duramente os setores produtivos, acreditamos num futuro promissor para o comércio. Que apesar de todo esse cenário, parecido como de vezes anteriores, vai encontrar uma nova saída e continuar, como no início da sua história, competindo sempre.

Aldo Gonçalves

Presidente do CDLRio, SindilojasRio e diretor da CNC

Publicado no Monitor Mercantil no 22.06.2018.
 
 
 
21/06/2018
Combate ao comércio ilegal
 
 
Os camelôs se multiplicam por todos os bairros, ocupando indevidamente o espaço público e favorecendo a desordem urbana, aí incluída a falta de segurança. Além disso, comercializam mercadorias de procedência duvidosa, alimentando o crime organizado.

Além de denunciar e cobrar providências da prefeitura contra o comércio ilegal, que tomou conta das ruas da cidade, o SindilojasRio tem procurado o apoio de outras esferas do poder público em busca de solução para este grave problema, que prejudica não apenas o comércio formal, mas toda a população.

Com esta perspectiva, o vice-presidente de Associativismo do SindilojasRio, Pedro Conti, esteve reunido com o vereador Rafael Aloisio Freitas, que está em seu segundo mandato e integra as comissões de Trabalho e Emprego e de Orçamento e Finanças da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A reunião, ocorrida no último dia 13 de junho, foi realizada no gabinete do parlamentar, na CMRJ. Na ocasião, o vice-presidente do SindilojasRio relatou problemas que os lojistas do Rio vêm enfrentando e solicitou o apoio da Câmara Municipal na construção de ações que coíbam efetivamente o comércio ilegal.

Para verificar a situação dos ambulantes que atuam na cidade, Rafael Freitas se comprometeu a enviar um requerimento de informações à prefeitura, solicitando o cadastro dos ambulantes atualizado, para saber quantos são e onde estão autorizados a trabalhar, entre outros dados. Essas informações servirão para elaborar medidas que possam ser implementadas visando a combater o comércio ilegal.
 
 
 
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