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23/09/2019
Comércio inicia recrutamento para contratações temporárias para o Natal
 
Diretor de empresa de Recursos Humanos, Adalberto Santos, alerta sobre os cuidados necessários para esse tipo de trabalho

final do ano está chegando e com ele as contratações extra-Natal. A expectativa em torno das contratações deste ano é grande, principalmente pelo reaquecimento do comércio. Outro fator que gera otimismo é a possibilidade de utilização de recursos do FGTS para gastar nas festas e para recuperar o acesso ao crédito. Segundo Adalberto Santos, diretor executivo da Afamar Recursos Humanos, as empresas pretendem aumentar em até 10% suas contratações de fim de ano. E as seleções de pessoal já começaram.

Com a chegada do fim de ano, é comum as empresas se movimentarem para as contratações temporárias que costumam acontecer nesse período. E a expectativa para 2019 é do aumento de oportunidades de trabalho por causa do reaquecimento do comércio. E a tendência é que o número de vendas aumente por causa da utilização dos recursos liberados do FGTS.

De acordo com o diretor executivo da Alamar Recursos Humanos, Adalberto Santos, as empresas esperam aumentar em até 10% suas contratações de fim de ano. Como a seleção para esse tipo de trabalho já teve seu início, o profissional conta que essa modalidade de trabalho é positiva não apenas para o comércio, mas também para o funcionário contratado. Ele explica como é o procedimento desse tipo de escolha.

"Existe um espaço de tempo que é necessário para seleção, contratação e treinamento, por isso a antecedência. É uma oportunidade de demonstrar sua capacidade de trabalho e dedicação. A média histórica nos mostra que aproximadamente 30% das pessoas contratadas para os extras de final de ano são aproveitadas de forma permanente pelas empresas", afirma Adalberto,

Adalberto lembra que esse tipo de contratação é regulada pela Lei federal 6.019/74, e isso deve ser obrigatoriamente feito através de consultorias de RH. Empresas interessadas em contratar por esta modalidade devem ter o cuidado de verificar se as consultorias estão em conformidade com as regras federais, e se têm as certidões negativas necessárias para seu funcionamento.

Contratação temporária pode durar até nove meses

Apesar da lei ser de 1974, ela passou por diversas transformações ao longo do tempo. Agora, por exemplo, é possível contratar sob esta modalidade por até nove meses - com contratos de seis meses prorrogáveis por mais três. Adalberto frisa que esta modalidade é válida também para outras épocas do ano, não somente no Natal. Além disso, ele alerta que esse tipo de profissional não deve ser considerado como de "segunda classe"

"A contratação temporária foi usada, por muito tempo, para o reforço da equipe nesse tipo de caso, onde há o aumento pontual da demanda. Mas ela também serve para outros fins, como para cobrir a ausência de outros profissionais por tempo determinado. Para o empregador ela é boa porque não impacta de forma indefinida nos seus gastos com folha de pagamento, e para o funcionário ela é segura porque seus direitos trabalhistas são garantidos. O temporário não é um funcionário de segunda classe, é preciso desmistificar esta questão", pontua o especialista em RH, frisando que benefícios como auxílio transporte, FGTS, férias e 13º salários são garantidos a estes profissionais.

Trabalho temporário em outros setores

Adalberto explica, ainda, que o comércio ainda é o grande contratante das vagas temporárias, principalmente nesta época do ano. Mas outros setores também estão aquecidos neste tipo de contratação. A chamada alta temporada do turismo aquece as contratações em setores como hotelaria, gastronomia e serviços. Já empresas do ramo educacional, como escolas e universidades, buscam os temporários como reforço para o período de captação de novos alunos e matrículas.

"O importante é que o candidato deve procurar as vagas, e se portar, como se estivesse procurando um posto definitivo. Profissionalismo, ética e boa postura são critérios que nunca deixam de estar no radar de quem seleciona para uma vaga", alerta.

Fonte: Eu,Rio!
 
 
 
23/09/2019
Número de aberturas de lojas no comércio desacelera no 1º semestre, aponta CNC
 
Nos 6 primeiros meses do ano, foram abertas 3.328 lojas contra 4.999 no mesmo período de 2018 e 6.730 no 2º semestre do ano passado. Supermercados, utilidades domésticas e farmácias lideram novos pontos de venda.

O comércio brasileiro ganhou um adicional de 3.328 novas lojas no 1º semestre, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O número refere-se a diferença entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais com postos de trabalho e aponta uma desaceleração do ritmo de recuperação do setor, que viu fechar mais de 220 mil lojas no país entre 2015 e 2017.

O número de abertura líquida de lojas nos 6 primeiros meses do ano ficou abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (4.999) e corresponde à metade das aberturas do 2º semestre de 2018 (6.730).

Dentre os segmentos dos varejos, os hiper e supermercados foram os que mais abriram novos pontos de atendimento no 1º semestre em números absolutos (+2.716), seguidos pelas lojas de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (+450) e pelo ramo de farmácias, drogarias e perfumarias (+397). Já as lojas de materiais de construção foram as que mais fecharam portas (-456). O resultado também ficou negativo nos ramos de móveis e eletrodomésticos (-162), informática e comunicação (-68) e combustíveis e lubrificantes (-58).

Regionalmente, os estados que mais abriram lojas de janeiro a julho foram São Paulo (+1.134), Paraná (+713) e Mato Grosso (+576). Por outro lado, Rio de Janeiro (-110), Bahia (-260) e Ceará (-313) fecharam estabelecimentos.

Para a CNC, a desaceleração da abertura de novas lojas é "reflexo do fraco nível de atividade da primeira metade de 2019".

"A crise no varejo brasileiro teve início em 2014, quando as vendas encolheram pela primeira vez em onze anos (-1,7% em relação ao ano anterior, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE). Nos dois anos seguintes, o quadro se agravou, com o comércio apurando perdas reais de faturamento de 8,6% e 8,7% em 2015 e 2016, respectivamente. Assim, o setor acumulou retração de 20% no volumes de vendas naqueles três anos", observa a confederação.

Perspectivas

A CNC estima que até dezembro serão abertas 5,4 mil lojas no país, totalizando 8,7 mil novos pontos comerciais, ante 11,7 mil em 2018.

"Para a segunda metade do ano, a tendência é de que haja alguma intensificação no processo de abertura de novos pontos comerciais. Entretanto, mesmo diante de um cenário inegavelmente mais favorável à expansão do consumo até dezembro, o nível de investimentos no setor no médio prazo ainda carece de um patamar mais elevado de confiança para a materialização das inversões", avalia a confederação.

A entidade projeta crescimento de 4,6% nas vendas do varejo em 2019 contra avanço de 5% no ano passado.

Fonte: G1

 
 
 
23/09/2019
Brasil terá sistema de pagamentos instantâneos, 24 horas por dia, em 2020
 
O Banco Central (BC) se prepara para implementar, em 2020, um sistema de pagamentos instantâneos no Brasil, que vai viabilizar transferências entre diferentes instituições financeiras, 24 horas por dia, todos os dias da semana. Tudo online e pelo celular. O objetivo é criar uma alternativa ao uso do dinheiro em espécie e às tradicionais transações bancárias DOC e TED, que além de serem tarifadas, só são compensadas em horário comercial. O novo sistema tem o potencial de reduzir em cerca de 30% o volume de dinheiro em circulação no país.

As transferências poderão ocorrer por meio de aplicativos entre pessoas, empresas e governos. Cada usuário será identificado por um código que unificará diversos dados: números de agências e contas bancárias, códigos das instituições financeiras, CPF e CNPJ. Será possível transferir qualquer quantia ou pagar por um produto em uma loja com um toque no celular.

O valor será debitado de uma conta do pagador em uma instituição financeira ou de pagamentos, como bancos e fintechs. O BC vai prover e gerenciar uma infraestrutura única de liquidação, que libera o crédito na conta do recebedor. Tudo instantaneamente.

A segurança de todo esse sistema segue as mesmas premissas de acesso que hoje garantem a integridade da conta do banco na internet. Cada instituição definirá seus mecanismos de autenticação e validação da identidade dos usuários, seja por meio de senhas, impressão digital e até reconhecimento facial.

O BC adianta que o sistema deverá estar em pleno funcionamento em novembro de 2020. Até lá, a autoridade monetária vai ouvir o mercado para definir os padrões do sistema, a exemplo do tipo de QR code a ser utilizado pelo cliente na hora de transferir uma quantia. Na primeira semana de setembro, o Forum PI (Pagamentos Instantâneos), formado por técnicos do BC, do mercado financeiro e do setor de tecnologia de informação, divulgou a terceira versão do relatório de especificações técnicas para esse sistema.

Diferentemente do que ocorre na China, que massificou os pagamentos instantâneos através de dois gigantes privados, no Brasil a operação ficará centralizada no BC. A autoridade monetária será um agente neutro — o que garante que não só atores tradicionais desse mercado, como os bancos, mas também empresas como fintechs e cooperativas de crédito se associem à infraestrutura do BC para oferecer seus serviços. O objetivo é gerar competição: leva a melhor quem tiver o custo-benefício mais atraente.

Fonte: O Globo
 
 
 
 
20/09/2019
Vencimento da Contribuição Assistencial é no dia 30/9
 
 
 
 
20/09/2019
Workshop gratuito - Como aumentar suas vendas com Marketing Digital
 
 
 
 
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