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29/10/2018
Prazo para quitar entrada do parcelamento do Simples acaba esta semana
 
 
As micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais que renegociaram, em junho, as dívidas com o Simples Nacional (regime especial de tributação) têm até quarta-feira (31) para quitar a entrada de 5% do débito. O pagamento é necessário para que os contribuintes possam parcelar o restante da dívida com desconto na multa e nos juros.

Para as empresas que aderiram à negociação em julho, o prazo para quitar a entrada acaba em 30 de novembro. A Receita Federal esclareceu que não prorrogará as datas sob nenhuma hipótese. Quem não pagar integralmente os 5% da dívida será excluído do parcelamento e perderá os benefícios. O contribuinte perderá o direito de emitir a Certidão Negativa de Débitos e, se não regularizar a situação, será excluído do Simples Nacional.

O Programa Especial de Regularização Tributária do Simples Nacional (Pert-SN) e o Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes do Simples Nacional (Pert-MEI) oferecem desconto de 90% dos juros de mora, 70 % das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios, para os contribuintes que liquidaram o débito integralmente, em parcela única.

Quem parcelar a dívida em até 145 meses (12 anos e um mês) terá redução de 80% dos juros de mora, 50% das multas e 100% dos encargos legais. O contribuinte que optar pelo parcelamento em até 175 meses (14 anos e sete meses) receberá desconto de 50% dos juros de mora, 25% das multas e 100% dos encargos legais.

Fonte: Agência Brasil
 
 
 
27/10/2018
Plantões para o feriado de 2 de novembro
 
 Os seguintes plantões estarão disponíveis para as lojas que quiserem funcionar no feriado de 2 de novembro - Finados, para aderir à Convenção Coletiva de Trabalho que permite o trabalho nos feriados, firmada pelo SindilojasRio e pelo Sindicato dos Comerciários (SECRJ).

29 de outubro: Shopping Bangu e Shopping Jardim Guadalupe;

30 de outubro: Sedes do SindilojasRio e do SECRJ, Delegacias de Serviços de Copacabana e da Barra da Tijuca do SindilojasRio; Shopping Leblon e Park Shopping Campo Grande;

31 de outubro: Sedes do SindilojasRio e do SECRJ, Delegacias de Serviços de Copacabana, Madureira, Campo Grande e da Barra da Tijuca do SindilojasRio; Delegacia do SECRJ no Norteshopping, Shopping Nova América e West Shopping;

1º de novembro: Sedes do SindilojasRio e do SECRJ, Delegacias de Serviços de Copacabana, Madureira, Campo Grande e da Barra da Tijuca do SindilojasRio; Delegacia do SECRJ no Norteshopping e Shopping Tijuca.

Endereços e contatos:

SINDILOJASRIO

SEDE

Endereço : Rua da Quitanda, 3 - 10º, 11º, 12º e 13º andares
Bairro : Centro
Telefone : 2217-5000
E-mail : comunicacao@sindilojas-rio.com.br
WhatsApp: +55 (21) 98552-1822
Fan Page: SindilojasRio


DELEGACIA DE SERVIÇOS DA BARRA DA TIJUCA

Endereço : Avenida das Américas, 4790 - sala 226
Centro Profissional Barra Shopping
Bairro : Barra da Tijuca
Telefone : 2431-5096/2431-5569


DELEGACIA DE SERVIÇOS DE CAMPO GRANDE

Endereço : Rua Augusto de Vasconcelos, 177 - Sala 408
Bairro : Campo Grande
Telefone : 3356-2597/3394-4384


DELEGACIA DE SERVIÇOS DE COPACABANA

Endereço : Rua Siqueira Campos, 53 - Salas 804 a 806
Bairro : Copacabana
Telefone : 2235-6873/2235-2992


DELEGACIA DE SERVIÇOS DE MADUREIRA

Endereço : Rua Maria Freitas, 129 - Sala 301
Bairro : Madureira
Telefone : 2489-8066/2489-4600


SECRJ
Sede: Rua André Cavalcanti, 33
Bairro de Fátima - Centro - RJ
Tel: (21) 3266-4100
WhatsApp: (21) 966975260
Fan Page: Sindicato dos Comerciários
 
 
 
26/10/2018
Planejar é essencial
 
 Diante do atual quadro econômico do Rio de Janeiro, com altos índices de fechamento de lojas, falta de segurança, proliferação do comércio ilegal e alta carga tributária, o comércio sofre com vendas cada vez mais baixas e diminuição das margens de lucro, e tem que se preparar para um cenário de dificuldades.

Mais do que nunca é preciso planejar o próximo ano. As empresas precisam estar preparadas para esses novos tempos e ter alternativas para retomar o caminho do crescimento e do sucesso. De acordo com o professor dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretor executivo da Canal Vertical, Roberto Kanter, o período entre outubro e fevereiro é o ideal para revisar ou fazer, pela primeira vez, um Planejamento Estratégico, pois os gestores já têm uma visão ampliada do desempenho no ano e podem projetar com mais rigor os objetivos do ano seguinte. 

Para ele, o maior desafio é encontrar formas sustentáveis de crescimento e o planejamento é uma tarefa imprescindível. “Obriga os gestores a deixarem de somente apagar incêndios no dia a dia e pararem para refletir sobre o futuro da empresa, e, essa é a primeira vantagem. Ter uma melhor visão de mercado, inovar em produtos e serviços, diferenciar-se do concorrente, definir novas formas de comercializar e precificar, desenvolver novos canais de vendas, melhorar a eficiência operacional e logística são algumas das outras vantagens que as empresas têm após fazerem seu Planejamento Estratégico”. 

Luiz Barbieri, professor da Graduação de Administração e coordenador do MBA em Gestão de Processos do Ibmec-RJ, explica que os varejistas devem compreender que todo negócio precisa desenvolver um planejamento a curto, médio e longo prazos, buscando a sustentabilidade do negócio e se questionando sobre onde deseja chegar e qual a razão de existir. “É importante ter a visão e a missão das empresas bem definidas e a partir daí, desenvolver planos de ação e monitorar o seu cumprimento durante o ano”, afirma.

O autoconhecimento do negócio

A metodologia recomendada por Luiz Barbieri é a Análise SWOT, considerada uma ferramenta clássica da Administração, que pode ser usada de diversas formas, mas os empreendedores podem empregá-la como uma ferramenta de autoconhecimento do seu negócio e um guia para a definição de um plano de ação. SWOT é uma sigla em inglês dos termos Strengths (pontos fortes), Weaknesses (pontos fracos), Opportunities (oportunidades para o seu negócio) e Threats (ameaças para o seu negócio). Os pontos fortes e fracos, em geral, estão dentro da própria empresa, enquanto as oportunidades e as ameaças, na maioria dos casos, têm origem externa. Seu uso é simples, conforme ilustração ao lado. E se engana quem pensa que este tipo de planejamento é apenas para grandes empresas. Está ao alcance também das micro e pequenas empresas, pois existem diversos sites e materiais que ajudam os gestores a fazerem seu planejamento, afirma Roberto Kanter. “Entretanto, com uma consultoria especializada no assunto, o gestor pode ter um diferencial bem grande no projeto em função da curva de experiência e do leque variado de experiências que a consultoria possui. Muitas vezes o preço nem é tão alto e o custo-benefício é enorme”, completa o professor da FGV.

Planejamento Estratégico

Para Kanter, o planejamento estratégico se divide em cinco etapas. O diagnóstico é a primeira e se divide em duas partes, ter uma visão mercadológica, envolvendo tendências de consumo e análise dos concorrentes, e uma visão corporativa, tratando de analisar as forças, fraquezas e diferenciações competitivas da empresa. A segunda etapa é a definição dos objetivos, que devem ser numéricos e estarem atrelados a quatro dimensões temporais: imediata (3 a 6 meses), curto prazo (1 ano), médio prazo (2 a 3 anos) e longo prazo (acima de 3 anos). Ele não recomenda as definições a longo prazo para empresas sem tradição em planejamento. Já a terceira etapa envolve as estratégias e ações táticas, a quarta trata do orçamento para a execução e, finalmente, a quinta e última etapa trata de como serão feitos o controle e a avaliação das ações definidas.

Com relação às ações que devem constar nesse planejamento para 2019, o professor de Finanças Corporativas da Pós-Graduação e MBA do Ibmec-RJ, Haroldo Monteiro, diz que o foco dos varejistas deve ser principalmente o sortimento de produtos, pois considera este item fundamental para o sucesso de qualquer loja. “ Hoje, a capacidade do consumidor em procurar aquilo que lhe atende realmente é muito grande com a internet, portanto os varejistas devem integrar seus estoques para o mundo físico e virtual de forma efetiva, de modo que seja a sua estratégia omnichannel um sucesso. Este trabalho tornará a empresa mais assertiva em suas compras, melhorando o giro de seus estoques e fazendo com que haja um forte reflexo em sua disponibilidade de caixa, destacou. 

Outro ponto que deve ser considerado é a mudança no perfil dos consumidores, que vem sendo denominada de empoderamento do consumidor. Para Roberto Kanter, o crescimento de lojas virtuais e uso cada vez maior da tecnologia impactam nas decisões de compra do cliente. “A regra aqui é simples: se não pode combater, una-se ao inimigo. O lojista  físico ficará cada vez mais dependente em oferecer soluções on e off-line, isto é, melhorar a experiência no ponto de venda e integrar sua loja com uma plataforma web, construindo sua autoridade digital e reforçando suas ações por meio das mídias sociais. O uso do Instagram e uma estratégia de divulgação de produtos por meio de influenciadores digitais é uma tática essencial a todos os varejistas”, afirma. 

Ainda sobre este tema do uso da tecnologia no varejo, Luiz Barbieri afirma que um dos maiores desafios do setor para 2019 será melhorar as vendas por meio de ações conjuntas com o Marketing Digital, além de melhorar o atendimento e promover campanhas de fidelização. 

Sobre investir e/ou ampliar os negócios para 2019 é uma questão que deve ser bem avaliada, pois, muitas vezes, na crise aparecem boas oportunidades, como por exemplo bons pontos comerciais a preços acessíveis que façam sentido dentro de uma viabilidade financeira para a empresa se manter saudável, explica Haroldo Monteiro. Para começar os novos negócios, ele recomenda que seja feito um estudo minucioso da viabilidade e que deve considerar três cenários: ruim, provável e otimista. Se o seu negócio for positivo financeiramente no pior cenário proposto, existe uma grande chance de sucesso, isto considerando uma análise bem conservadora para o mercado atual. 

O cenário politico é outro fator a ser considerado para 2019. A economia será impactada diretamente pelos vitoriosos. Para Kanter, a possibilidade de ganhar defensores do liberalismo econômico é maior do que aqueles defensores do aumento do papel do estado na economia. Caso esse cenário ocorra, teremos boas perspectivas de recuperação da economia para os próximos anos, com aumento de renda e de consumo. Já para Haroldo Monteiro, os maiores desafios vão depender de quem será o novo Presidente da República. “Caso venha um reformista, a tendência é que o país volte a receber investimentos e volte a crescer. Caso venha um populista sem compromisso com as reformas, teremos mais um período de turbulência com baixo crescimento. Mas, de uma forma geral, 2019 será ainda um ano difícil, com alto índice de desempregados e poucos investimentos.”

Revista O LOJISTA, edição de setembro/outubro de 2018
 
 
 
 
26/10/2018
Quatro desafios para acelerar o empreendedorismo no país
 
Enquanto um empreendedor leva dois dias para abrir um negócio no Canadá, no Brasil esse processo gira em torno de três meses. Entre as dificuldades que contribuem para esse cenário, estão os processos complexos de abertura de empresas e pagamento de impostos. Pensando em simplificar os entraves burocráticos que impedem a produtividade no país, a Endeavor lançou a Agenda para o Alto Crescimento – um relatório com quatro principais medidas para que os candidatos à Presidência possam integrar aos seus planos de governo, beneficiando o ambiente de negócios.

Os desafios listados pela Endeavor, em parceria com os empreendedores de sua rede, incluem a aprovação da reforma tributária; simplificação de abertura, regularização e fechamento de empresas; facilidade no acesso a capital e redução do tempo de aprovação de propriedade intelectual. De acordo com Rodrigo Brandão, gerente de políticas públicas da instituição, “a Agenda contribui para que os candidatos não percam tempo querendo inventar a roda”, já que todas as soluções foram retiradas de debates públicos.

Fonte: Exame
 
 
 
26/10/2018
Índice de Confiança do Comércio cresce 3,8 pontos
 
O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 3,8 pontos de setembro para outubro. Com a alta, o indicador chegou a 92,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

A alta da confiança atingiu empresários de 11 dos 13 segmentos do comércio e foi influenciada tanto pela melhora da percepção em relação à situação atual quanto das expectativas em relação aos próximos meses.

O Índice da Situação Atual, que analisa a confiança do empresariado, subiu 2,5 pontos e atingiu 88,2 pontos.

Já o Índice de Expectativas, que mede a opinião em relação aos próximos meses, teve alta 4,9 pontos e somou 97,1 pontos.

A alta da confiança fez com que o indicador retornasse ao nível anterior ao da greve dos caminhoneiros, o que, segundo a FGV, sugere que o pior momento do setor começa a ficar para trás.

Fonte: ISTO É
 
 
 
 
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