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31/08/2018
Conquistar novos clientes é mais caro do que fidelizar os atuais
 
Muito se ouve que custa mais caro conquistar novos clientes do que fidelizar os atuais. Mas, afinal, quanto mais caro? Segundo um artigo da Neoassist, somando o montante voltado a marketing, propaganda, estratégias, o investimento pode ser até sete vezes maior.

Considerando o grande volume de produtos no mercado – o que torna boa parte das lojas muito parecidas entre si –, é uma excelente estratégia apostar no atendimento como forma de diferenciação buscando a lealdade do cliente. Até porque, de acordo com o livro Métricas de Marketing: o guia definitivo de avaliação de desempenho do marketing, a probabilidade de vender para um cliente recorrente é 14 vezes mais alta do que para alguém que nunca comprou no estabelecimento antes.

Além disso, um cliente fiel cria um efeito exponencial, já que a boa impressão deixada nele se espalha pela sua rede de contatos. Como afirma o SDL Global CX Wakeup Call Report, da SDL, empresa inglesa de soluções em tecnologia, quando os consumidores ficam satisfeitos com a experiência, 73% deles afirmaram que recomendam a marca para conhecidos.

Números a parte, têm marcas que entenderam faz tempo que proporcionar uma experiência exemplar reflete no resultado financeiro. Veja algumas das gigantes em relacionamento com o cliente e como elas conseguem, pela experiência, se diferenciar.

Construindo experts

Quem visita uma loja-conceito da Nespresso, de cápsulas e máquinas de café expresso, concorda que consultoria é a palavra que melhor explica a experiência. Cada cliente novo que chega recebe uma explicação completa sobre os produtos e os diferenciais. Até o descarte das cápsulas, uma questão delicada sobre essa indústria, é convertida pelo programa de logística reversa, que recolhe nas lojas as cápsulas usadas e dá o destino correto.

Se é um cliente habitual que chega, ele é identificado e recebe um atendimento personalizado pelo seu perfil de consumo. E o Nespresso Club – programa exclusivo para quem possui uma máquina da marca – oferece assessoria completa e a possibilidade de degustar nas lojas vários tipos de cafés. Com um atendimento personalizado e atento às necessidades do cliente, a Nespresso se destaca na fidelização do seu consumidor.

Ponto de convergência

Qual a relação entre arte e carros? Para a icônica Cadillac, que produz carros há 115 anos, esses universos têm tudo a ver. Resultado dessa fusão é a Cadillac House, localizada no térreo da sede, em Nova Iorque, que une galeria de arte com exposições rotativas, cafeteria, laboratório de varejo, mesas e poltronas para quem deseja trabalhar e muito design, além de carros, claro, mas que não estão à venda.

Com o objetivo de renovar a grife de luxo, o espaço foi aberto em 2016 para aproximar a marca dos jovens. Um autorama para uso dos visitantes auxilia nessa tarefa e parcerias com artistas ajudam a compor o lugar. O Retail Lab, por exemplo, funciona como uma incubadora para jovens designers e estilistas, que recebem mentoria e ganham o direito de criar uma loja temporária dentro das instalações. A Cadillac House mostra que até mesmo companhias centenárias estão investindo forte em experiência e relacionamento com o cliente.

 
E a sua loja, que iniciativa está promovendo para isso?

Fonte: Sindilojas Porto Alegre
 
 
 
31/08/2018
Varejo de livros teve queda em julho
 

O varejo de livros (incluindo aqui livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento) perdeu 2,2% do seu faturamento se comparando com igual período de 2017, de acordo com relatório da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e da GfK, no período de 3 de julho a 6 de agosto. Em números absolutos, significa que as vendas totalizaram R$ 186,3 milhões em 2018 ante os R$ 190,6 milhões apurados em 2017. A queda no faturamento foi acompanhada pelo decréscimo de 1,5% no volume de unidades vendidas. No período em análise, foram vendidas 4,80 milhões de exemplares enquanto que em 2017, foram 4,87 milhões. No acumulado do ano, no entanto, varejo segue em alta de 4,9%.
Fonte: Publish News
 
 
 
31/08/2018
STF forma maioria a favor da terceirização irrestrita
 
 
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira, 30, a favor da terceirização irrestrita. O ministro Celso de Mello leu o sexto voto adepto à possibilidade de as empresas poderem terceirizar todas as atividades, inclusive as chamadas atividades-fim. Essa é a quinta sessão da Corte dedicada ao tema, que ainda precisa do voto da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

Em seu voto, Celso de Mello destacou que a importância da terceirização irrestrita está no poder de a medida "manter e ampliar postos de trabalho", listando uma série de vantagens que a autorização implica no mercado de trabalho, como a diminuição de custos ao negócio.

"Se serviços e produtos de empresas brasileiras se tornam custosos demais, a tendência é que o consumidor busque os produtos no mercado estrangeiro, o que, a médio e longo prazo, afeta os índices da economia e os postos de trabalho", assinalou o decano da Corte. "A Constituição, ao assegurar a livre iniciativa, garante aos agentes econômicos liberdade para escolher e definir estratégias no domínio empresarial", observou.

A questão é analisada por meio de duas ações apresentadas à Corte antes das alterações legislativas de 2017, que autorizam a terceirização de todas as atividades. Além de Celso, já votaram pela terceirização irrestrita os ministros Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Quatro votaram contra: Rosa Weber, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello.

Barroso e Fux, que votaram na semana passada, são os relatores das duas ações analisadas pela Corte. Uma delas, por ter repercussão geral, irá destravar cerca de 4 mil processos trabalhistas ao final do julgamento.

As ações em pauta no STF contestam decisões da Justiça do Trabalho que vedam a terceirização de atividade-fim baseadas na súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Antes da Lei da Terceirização e da Reforma Trabalhista, a súmula era a única orientação dentro da Justiça do Trabalho em torno do tema. No entanto, mesmo após as inovações de 2017, tribunais continuam decidindo pela restrição da terceirização, com base no texto do TST.

Fonte: Agência Estado
 
 
 
31/08/2018
Varejo de livros teve queda em julho
 
 A Associação Nacional de Livrarias (ANL) e a GfK apresentaram o seu relatório que acompanha o desempenho do varejo de livros no Brasil. No período que vai de 03 de julho a 6 de agosto, o varejo de livros (incluindo aqui livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento) perdeu 2,2% do seu faturamento se comparando com igual período de 2017. Em números absolutos, significa que as vendas totalizaram R$ 186,3 milhões em 2018 ante os R$ 190,6 milhões apurados em 2017. A queda no faturamento foi acompanhada pelo decréscimo de 1,5% no volume de unidades vendidas. No período em análise, foram vendidas 4,80 milhões de exemplares enquanto que em 2017, foram 4,87 milhões.

É importante destacar aqui que o intervalo analisado coincide com a segunda metade da Copa do Mundo (14/06 a 15/07) realizada na Rússia. Essa queda pode estar associada a esse episódio.

Voltando aos números, é importante observar também que, no acumulado do ano, o varejo ainda está no azul. Apresenta crescimento de 4,9% tanto em volume quanto em faturamento. Em números absolutos quer dizer que de janeiro até julho foram vendidas 32,7 milhões de unidades o que redundou em faturamento de R$ 1,43 bilhão. De janeiro a julho de 2017, a apuração da GfK dava conta de 31,2 milhões de exemplares vendidos e faturamento de R$ 1,36 bilhão.

O relatório aponta ainda que as categorias que mais apresentaram crescimento foram as de HQ (32,3%), Autoajuda (29,7%) e Turismo / Lazer / Culinárias (+30,8%), onde está categorizado o álbum de figurinhas da Copa.

A GfK detectou ainda aumento de 0,3 ponto percentual nos descontos médios praticados pelos varejistas.

Clique aqui para ter acesso à íntegra do relatório.

Fonte: Publish News
 
 
 
30/08/2018
Saques do PIS/Pasep podem injetar bilhões de reais no comércio
 
 
O resgate das cotas do Fundo PIS/Pasep, liberado para beneficiários de todas as idades até o dia 28 de setembro, pode injetar até R$ 10,3 bilhões no segmento varejista. Os cálculos são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), tomando como base o saldo de cerca de R$ 35 bilhões disponíveis no fundo. Se essa projeção se confirmar, o comércio pode ser mais beneficiado do que com o que foi liberado das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que injetou mais de R$ 44 bilhões na economia do país no ano passado, com R$ 10 bilhões sendo absorvidos apenas pelo varejo.

“A estimativa é mais otimista para os efeitos do PIS/Pasep porque o comprometimento da renda das famílias hoje, na faixa dos 17%, é melhor do que no ano passado, quando quase 20% da renda estava comprometida com o pagamento de dívidas, parcelas de bens, entre outros”, explica Fábio Bentes, chefe da divisão econômica da CNC. Segundo ele, a disponibilidade de recursos pelas famílias é maior este ano, apesar da “frustração” com a tímida recuperação do mercado de trabalho e o aumento da inflação em relação a 2017.
Fonte: Agência Brasil
 
 
 
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