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01/04/2019
Carga tributária bate recorde e avança para 33,58% do PIB
 
A carga tributária total do País chegou a 33,58% do Produto Interno Bruto (PIB), o maior percentual da série histórica apresentada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), iniciada em 2010.

O patamar de 33,58% representou um aumento de 0,97 ponto percentual em relação à carga tributária registrada dos governos federal, estaduais, Distrito Federal e municípios em 2017 (32,62%). Em valores, o peso dos tributos sobre o PIB alcança R$ 2,292 trilhões, dos quais R$ 1,547 trilhão (0,53 ponto) têm origem nos impostos da União; R$ 590 bilhões nos tributos estaduais e R$ 154 bilhões nos impostos cobrados pelas prefeituras.

Somente no governo federal, a carga passou de 22,13% para 22,66% do PIB entre os anos de 2017 e 2018. A alta foi puxada, principalmente, por aumentos da arrecadação da contribuição para o Programa de Integração Social (PIS); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF); Imposto de Importação (II) e Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).

Já na esfera estadual, a carga tributária subiu de 8,42% para 8,65%, impulsionada pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cuja participação sobre o PIB cresceu de 6,80% para 7,04%. No âmbito municipal, a carga avançou de 2,06% para 2,27% do PIB em 2018, explicado pelo crescimento da receita com ISS e do IPTU.

Fonte: DCI

 
 
 
01/04/2019
Pequeno empreendedor pode pegar mais dinheiro no microcrédito
 
O Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou normas e aumentou os limites nas operações de microcrédito. Pelas regras em vigor, os bancos devem direcionar 2% dos depósitos à vista (recursos em conta corrente) a operações de microcrédito, que têm taxas de juros mais baixas e tabeladas pelo governo.

O custo do financiamento do microcrédito é de 3% ao mês mais tarifa de abertura de crédito de 4% do valor da operação. Em fevereiro, havia R$ 5,7 bilhões emprestados em microcrédito, segundo dados do Banco Central.

Resolução aprovada nesta quinta-feira (28) pelo CMN aumenta os limites de quem pode tomar esse tipo de empréstimo. Empreendedores com renda ou receita bruta de até R$ 200 mil por ano podem recorrer ao microcrédito - o limite anterior era de R$ 120 mil. O máximo que podem pedir emprestado também subiu, de R$ 15 mil para R$ 21 mil.

Para ter acesso a esta linha de crédito, o empreendedor tem que ter um endividamento total no sistema financeiro (descontado o financiamento imobiliário) de até R$ 80 mil.

O CMN também alterou a composição do direcionamento de recursos para o microcrédito. Até então, 20% dos recursos direcionados pelos bancos para esta linha poderiam ser usados no consumo e na compra de bens de tecnologia assistida, como cadeira de rodas e aparelhos auditivos.

A partir de agora, os 20% poderão ser usados apenas no financiamento à compra de bens de tecnologia assistida, retirando a possibilidade de microcrédito para o consumo.

O BC está revendo as regras do microcrédito e o novo presidente, Roberto Campos Neto, já disse que pretende impulsionar esta modalidade de crédito como forma de ampliar a inserção no sistema financeiro.

Práticas simplificadas

Nesta quinta-feira, o CMN simplificou algumas práticas para operação neste segmento, permitindo a atuação de empresas de tecnologia.

Será obrigatória, pelo emprestador, apenas a primeira visita ao cliente para autorizar uma operação de microcrédito. A partir de então, novas operações poderão ser feitas de maneira não presencial, pela internet, por exemplo. Além disso, foi autorizado o uso de assinatura eletrônica nos financiamentos de microcrédito.

Fonte: Gazeta do Povo.
 
 
 
01/04/2019
Faltou trabalho para 27,929 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, diz IBGE
 
A taxa composta de subutilização da força de trabalho passou de 23,9% no trimestre até novembro de 2018 para 24,6% no trimestre até fevereiro deste ano. Isso significa que faltou trabalho para 27,929 milhões de pessoas no País no trimestre encerrado em fevereiro, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse contingente de pessoas subutilizadas é recorde na série da Pnad Contínua, iniciada em 2012. Para Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, o fato de o mercado de trabalho ter "quase 30 milhões" de pessoas subutilizadas é pior do que haver 13 milhões de desempregados.

"Estamos nos aproximando de ter 30 milhões de pessoas subutilizadas, com quase 5 milhões de desalentados. Estamos perdendo o bônus demográfico", afirmou Azeredo.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até fevereiro de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho estava mais baixa, em 24,2%.

Desalento

O Brasil tinha 4,855 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em fevereiro, segundo os dados do IBGE.

Fonte: DCI




 
 
 
29/03/2019
Lojas do Rio podem abrir nos feriados de abril e de 1º de maio
 

O comércio no Rio poderá funcionar nos feriados de 19, 21 e 23 de abril, Sexta-feira da Paixão, Tiradentes e São Jorge, respectivamente, e 1º de maio - Dia do Trabalhador. Os lojistas que quiserem abrir nestes dias, deverão aderir à Convenção Coletiva de Trabalho que permite o trabalho nos feriados, firmada entre o SindilojasRio e o Sindicato dos Comerciários (SECRJ).

É indispensável o Termo devidamente homologado junto ao SindilojasRio e ao SECRJ, que deverá ser emitido na Central do Associado, no site do SindilojasRio. Clique aqui para conhecer o procedimento.

Os estabelecimentos associados ao SindilojasRio (Ouro e Diamante) que fizerem adesão, estando em dia com as mensalidades sociais, que apresentarem comprovantes do pagamento das contribuições Sindical e Confederativa 2019 e Assistencial e Negocial de 2018, estarão isentos da taxa devida ao SindilojasRio. Empresas associadas em dia com as mensalidades e duas das contribuições acima citadas pagarão apenas 50% (cinqüenta por cento) da tabela prevista na cláusula Reposição de Despesas da CCT de Feriados.

Mais informações pelos telefones 2217-5037 ou 2217-5055.
 
 
 
28/03/2019
Comércio espera crescimento de 2% na Páscoa
 
Animado com a diversificação da troca de presentes na Páscoa além do chocolate, que vem aumentando a cada ano, o comércio estima aumento de 2% nas vendas. A data é considerada um verdadeiro Natal para as lojas especializadas em chocolate. É o que mostra a pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa dos empresários e como eles se prepararam para a Páscoa.

A pesquisa buscou informações sobre estoque, produtos, promoções e perspectivas de vendas, e contou com a participação de empresários dos setores de Brinquedos, Vestuário (adulto e infantil), Calçados e Bolsas, Papelaria, Perfumaria e Cosméticos, Jóias e Bijuteria, Eletrodomésticos, Utensílios para o Lar e Telefones Celulares.

Para 65% dos lojistas ouvidos o preço médio dos presentes por pessoa deve ficar em torno de R$ 100,00; para 25% até R$ 200,00; para 8% até R$ 260,00 e para 2% acima de R$ 270,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito, cheque pré-datado e dinheiro como forma de pagamento.

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do SindilojasRio e do CDLRIO, limitada anteriormente à troca de ovos de chocolate, o comércio está apostando na Páscoa oferecendo outros produtos como bichos de pelúcia, brinquedos, jogos eletrônicos, cartões criativos e kits montados nas papelarias ao gosto do cliente, roupas (infantis e de adultos), joias e bijuterias entre outros artigos.

“Essa mudança se deu em razão de dois fatores: por ser uma data que nos remete à infância e o de fomentar o romantismo. Por isso os empresários estão inovando a cada ano na data para seduzir os consumidores, direcionando o foco nesta época, não apenas para as crianças, mas também para os adultos, atraindo atenção especial dos casais, principalmente dos namorados”, explica.“Essa mudança se deu em razão de dois fatores: por ser uma data que nos remete à infância e o de fomentar o romantismo. Por isso os empresários estão inovando a cada ano na data para seduzir os consumidores, direcionando o foco nesta época, não apenas para as crianças, mas também para os adultos, atraindo atenção especial dos casais, principalmente dos namorados”, explica.justify;">

De acordo com a pesquisa os lojistas estão preparados para atender o consumidor que não quer apenas dar de presente ovos de chocolate: 68% acreditam em aumento de 2% nas vendas; 24% em crescimento de 4% e para 8% as vendas serão iguais ao do ano passado que foi de menos 0,5%. Para isso os lojistas criaram uma série de ações para estimular os consumidores: apostaram na decoração da loja e vitrine; no lançamento de novos produtos, campanha publicitária, kits promocionais, desconto no total das compras e formas de pagamento facilitado.

A pesquisa mostra também que apenas 23% dos lojistas entrevistados contrataram temporários para as funções de vendedor, caixa, promotor de vendas, demonstrador e repositor. Desses 15% disseram que pretendem contratar após o período de Páscoa, mas que isso depende do comportamento das vendas diante da crise que o comércio atravessa, principalmente no Rio de Janeiro.
 
 
 
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