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04/05/2018
Vendas do comércio varejista do Rio caem 3,6% no trimestre
 

As vendas do comércio varejista do Rio de Janeiro caíram 3,8% em março comparado a março do ano passado, fechando o trimestre com retração acumulada de 3,6% frente a igual período do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (3) pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio).

De acordo com o CDL, o resultado de março repete os fracos resultados dos dois primeiros meses do ano, que foram de quedas de 3,7% em janeiro e de 4,4% em fevereiro, sempre tendo como base de comparação igual mês do ano passado.

Para o presidente do CDL-Rio, Aldo Gonçalves, a “crise financeira” por que passa o estado é a principal causa da retração no comércio varejista. “Para aumentar ainda o quadro de dificuldades enfrentadas pelo comércio, especialmente o carioca, a crise financeira do estado, a maior da sua história, continua refletindo nas vendas, o que tem colaborado para afastar os consumidores das compras”, disse.

Bens

A pesquisa constatou que em março todos os segmentos de bens não duráveis (o chamado Ramo Mole do comércio) e de bens duráveis (Ramo Duro) apresentaram resultados negativos. As retrações em março variaram dos 19,9% do setor de tecidos, passando pelos menos 15,4% de calçados, até os menos 0,7% do setor de móveis, o de menor queda. O setor de confecções fechou em queda de 8%, óticas, menos 6,6%); joias menos 11,5% e eletrodomésticos, menos 2,2%.

Em sua maioria, o consumidor optou pelas vendas a prazo, que fecharam positivo em 0,2% em março frente a março do ano passado. Em contrapartida, as vendas à vista cairam 7,6%.

Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, a pesquisa indica que no segmento de bens não duráveis caíram mais no centro da cidade, onde as lojas venderam 15,7%, enquanto a queda na zona sul ficou em menos 8,3%% e as da zona norte em menos 6,9%.

Já no segmento de bens duráveis, os números divulgados pelo Clube dos Diretores Lojistas indicam que a queda maior continuou ocorrendo nos estabelecimentos comerciais do centro da cidade, onde a queda chegou a 7,6%, seguido da zona sul com menos 2,3% e da zona norte com menos 1,6%.

A pesquisa Termômetro de Vendas ouviu 750 estabelecimentos comerciais.
 
 
 
03/05/2018
Promoção Certisign na Rússia - Certifique Online e SindilojasRio
 
 
 
 
 
27/04/2018
Última plantão para formalizar termos de abertura das lojas no feriado de 1º de maio
 

Para aderir à Convenção Coletiva de Trabalho que permite o trabalho nos feriados, firmada pelo SindilojasRio e pelo Sindicato dos Comerciários (SECRJ), a segunda-feira (30/04) será o último dia disponível para as lojas que quiserem funcionar no feriado de 1º de maio - Dia do Trabalhador.

Plantão 30 de abril, de 9 às 17h: Sedes do SindilojasRio e do SECRJ, Delegacias da Barra da Tijuca do SindilojasRio e do SECRJ e Delegacias de Campo Grande do SindilojasRio e do SECRJ.
 
 
 
27/04/2018
Desemprego vai a 13,1% e é o maior desde maio; 13,7 milhões não têm emprego
 
 
O desemprego no país foi de 13,1%, em média, no primeiro trimestre, de acordo com dados do IBGE. É a maior taxa de desemprego trimestral do país desde maio do ano passado (13,3%).

O índice subiu em relação ao trimestre anterior (11,8%), mas caiu na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (13,7%).

Segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil nos três primeiros meses de 2018 foi de 13,7 milhões de pessoas. Isso representa alta de 11,2% em relação ao quarto trimestre. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, são 500 mil desempregados a menos, uma queda de 3,4%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.).

Segundo o instituto, o aumento do desemprego nessa época do ano é comum por causa da dispensa de trabalhadores temporários.

O IBGE destaca a diminuição de postos de trabalho na indústria (2,7%, ou menos 327 mil pessoas), na construção (5,6%, ou menos 389 mil pessoas) e no comércio (2,2%, ou menos 396 mil pessoas).

Carteira assinada em baixa

O total de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (sem contar trabalhadores domésticos), foi de 2,9 milhões de pessoas, queda de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Também houve queda, de 1,5%, quando a comparação é com o mesmo período do ano passado.

O emprego também caiu no mercado informal. No início do ano, o número de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,7 milhões de pessoas) recuou. Foram 402 mil pessoas a menos trabalhando. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, houve alta de 5,2% (mais 533 mil pessoas).

Total de ocupados caiu

No primeiro trimestre, o total de ocupados foi de 90,6 milhões, 1,7% menor que o registrado no trimestre anterior.

Isso representou uma redução de 1,5 milhões do número de pessoas ocupadas. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, quando havia 88,9 milhões de pessoas ocupadas, houve crescimento de 1,8%.

Metodologia da pesquisa


Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. São pesquisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Existem outros números sobre desemprego apresentados pelo Ministério do Trabalho, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

Fonte: UOL
 
 
 
27/04/2018
Confiança do comércio alcança maior patamar dos últimos quatro anos
 
 Apurado pela CNC, índice teve alta de 11,9% em relação a abril do ano passado

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 114,5 pontos no mês de abril – o maior patamar verificado desde 2014. Na comparação com março, o indicador evoluiu 1,3%, na série com ajuste sazonal. Já ante o mesmo período de 2017, o aumento foi de 11,9%.

O resultado deve-se, principalmente, à melhor avaliação das condições correntes por parte dos comerciantes, que apresentou o sexto aumento mensal consecutivo, com alta de 2,0%, na série com ajuste sazonal. Apesar de ainda situar-se na zona negativa (abaixo dos 100 pontos), o subíndice chegou a 91,1 pontos, um aumento relevante de 30,1%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Neste abril, 48,8% dos comerciantes consideram o desempenho do comércio melhor do que há um ano.

Em relação a 2017, a percepção dos varejistas sobre as condições atuais melhorou expressivamente em todos os itens avaliados (economia, setor e empresa), com destaque para a economia, com aumento de 41,0%. Agora em abril, 44,6% dos entrevistados consideram que a economia está melhor do que há um ano. “Influenciada pela recuperação das vendas em relação a 2017, a confiança dos empresários do comércio pode se aproximar do nível anterior à crise econômica no terceiro trimestre deste ano. O crescimento das vendas, associado à baixa inflação e juros em piso histórico, viabiliza tendência de gradual avanço do consumo”, projeta Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

Expectativas em alta

Segundo a CNC, as expectativas dos comerciantes no curto prazo são as maiores desde dezembro de 2013. O componente se mantém na zona positiva, com 158,7 pontos, um aumento de 1,2% em relação a março e 4,3% na comparação anual.

As perspectivas no curto prazo em relação ao desempenho do comércio (+4,8%), da própria empresa (+3,0%) e da economia (+5,1%) melhoraram em comparação com o mesmo período de 2017. Na avaliação de 91,8% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos seis meses à frente.

Mais contratações

O subíndice que mede as intenções de investimento do comércio teve leve aumento mensal de 1,1%, com destaque para o aumento da intenção de contratação de funcionários (+1,6%). Na comparação com 2017, a reação mais significativa se verifica nas intenções de investimento nas empresas (+18,2%). No auge da crise do varejo, foram fechados 226 mil estabelecimentos comerciais no Brasil. Em 2017, apesar do saldo ainda negativo (-19,3 mil), registrou-se retração de 82% no fechamento de lojas. Nos três últimos meses do ano passado, já foi possível perceber o início de um processo de recuperação em alguns estados, e a CNC projeta abertura líquida de 20,7 mil novos pontos comerciais ao fim de 2018.

Projeções para 2018

Para este ano, a previsão da CNC é que o comércio registre alta de 5,0%, podendo resultar no maior crescimento das vendas desde 2012. Em relação à oportunidade de trabalho, a Confederação projeta 94 mil vagas formais no varejo até o fim de 2018. Esse cenário se baseia na percepção de continuação de menor pressão de preços no curto prazo, além de uma expectativa de recuo no custo do crédito e recuperação do emprego e da renda ao longo do ano.

Fonte: Jornal do Brasil
 
 
 
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