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18/09/2017
Convocação dos lojistas de shopping centers
 
 
 
 
 
15/09/2017
Violência urbana no Rio intensifica efeitos da recessão
 

Gastos com segurança chegam a quase R$ 1 bi. No primeiro semestre, cerca de 10 mil lojas fecharam as portas no estado

Gastos de quase R$ 1 bilhão com segurança, frete 40% mais caro, fechamento de lojas e suspensão de investimentos são os rastros econômicos deixados pelo aumento da violência urbana no Rio. A Magazine Luiza anunciou esta semana que, das 60 lojas que vai abrir no país, nenhuma será no Rio por causa da violência. Os gastos com segurança privada e vigilantes, equipamentos eletrônicos, grades, blindagens, reforços de portas e vitrines e seguros chegaram a R$ 996 milhões somente este ano, segundo dados do Clube de Diretores Lojistas (CDLRio).

O frete para a distribuição das mercadorias por transportadores subiu em média 40%, segundo as empresas que operam no setor. Nos sete primeiros de 2017, foram 6,860 mil casos de roubo de carga, o equivalente a 870 episódios por mês. No ano passado, essa média estava em 822. Os ataques a caminhões de carga dos Correios no estado cresceram 117% este ano. Por causa da violência, os Correios estão preparando plano logístico de segurança especialmente para o Rio de Janeiro, segundo a empresa, para preservar a integridade física dos empregados e da carga.

Variação percentual por bairros no setor do comércio de bens, serviços e turismo
 




A falta de segurança intensificou os efeitos da recessão, e lojas e indústrias fecharam. Fecharam as portas 9,7 mil lojas no primeiro semestre deste ano em todo o estado, alta de 55% em relação aos 6,2 mil fechados no mesmo período do ano passado. Na capital, o salto foi ainda maior: 78%. Enquanto no primeiro semestre do ano passado 2,3 mil lojas fecharam, este ano foram 4,1 mil, quase o dobro de 2016. A maior parte, 2,8 mil, nas zonas Norte e Oeste, de acordo com dados do Centro de Estudos do CDL-Rio.
 
Medo faz movimento cair

Mapeamento produzido pela Federação do Comércio do Rio (Fecomércio-RJ) entre janeiro de 2015 a agosto de 2017 mostra que fecharam mais estabelecimentos no setor de comércio de bens, serviços e turismo nos bairros da Pavuna, Costa Barros, Jacaré, Deodoro, Mallet, Vila Kennedy, Largo do Machado e Bairro de Fátima. A L’oréal, por exemplo, encerrou suas atividades na Pavuna por causa da violência.

— A sociedade é afetada diretamente numa situação de roubo de cargas, venda de produtos pirateados, falsificados, contrabandeados. O estado tem queda de arrecadação e, com menos receita, faz menos investimentos. A população é prejudicada, e o setor produtivo tem aumento de custos com segurança, frete e logística. Esse é um desafio para toda sociedade carioca e fluminense — afirma Natan Schiper, diretor-secretário da Fecomércio-RJ.

Segundo a federação, a região mais afetada mais afetada pela queda na abertura de estabelecimentos foi a Zona Central, com tombo de 6,8%, seguida da Zona Oeste, com recuo de 3,3%. Quando é analisado o número de lojas fechadas, o aumento foi de 24,3%, com destaque para as zonas Norte e Oeste: 30,6% e 24,9%, respectivamente.

Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Dirigentes Lojistas do Rio (CDL-Rio), diz que a violência vem fechando estabelecimentos no Rio, seja por causa da falta de segurança dos próprios funcionários e prejuízos quanto pela queda de movimento. Os moradores da cidade estão evitando certas regiões da cidade, esvaziando restaurantes em determinados horários com medo da violência.

— A loja do Ponto Frio de Ipanema já foi assaltada 18 vezes esse ano — exemplificou Gonçalves.

Diretor de uma grande rede varejista do ramo de vestuário, que pediu para não ser identificado, disse que a empresa decidiu fechar 11 das suas 32 lojas no Rio nos últimos dois anos. Foi o estado onde mais fecharam lojas. Além da violência, a crise no Rio tem sido mais sentida do que no restante no país, por causa da falência do Estado.

— O movimento caiu 30% em média, e muitas lojas passaram a dar prejuízo. Além da violência, há o problema da crise do estado. Acredito que o varejo que ainda deve demorar alguns anos para voltar a faturar como antes. Optamos por fechar 40% do nosso negócio no Rio — disse o executivo.

Correios: Entregas só nas agências

A Via Varejo, que administra as lojas do Ponto Frio e Casas Bahia, disse que desde o fim do ano passado tem usado escoltas armadas para fazer as entregas nas lojas de todo o Estado do Rio, procedimento que até então era adotado somente em algumas áreas. Além do reforço na escolta, a empresa tem investido em sistemas de segurança eletrônicas e aumentado o número de seguranças nas lojas. Sem informar valores, disse ter tido aumento nos custos com segurança no estado.

Dono de uma transportadora em Minas Gerais, Maurício Rodrigues, que opera há 15 anos na distribuição de produtos alimentícios no Rio, afirma que o preço do seguro das cargas subiu 50% em dois anos.

— Minha empresa não tem interesse em aumentar a participação dos negócios no Rio. Na verdade, se eu pudesse até evitaria as operações para a Região Metropolitana, mas 25% do volume de pedidos ainda é para o mercado consumidor do estado — afirma Rodrigues.

Os Correios já tinham implementado um mapeamento com restrições de entrega em endereços de alguns bairros como: Costa Barros, Ricardo de Albuquerque, Irajá e Thomaz Coelho. Segundo a estatal, nesses locais os consumidores que fazem compras pela internet devem retirar os produtos em uma agência. No ano passado, a estatal contratou escolta armada, rastreadores de carga, gerenciamento de risco, com valor de investimento de R$ 19,8 milhões somente no Rio de Janeiro — 46,8% a mais que em 2015.

— O roubo de cargas e outros indicadores de falta de segurança afetam a instalação de lojas nestes locais. Algumas situações mexem na estrutura industrial e são observadas durante a tomada de decisões para o empresário preservar seu patrimônio. Isso afasta investidores, mas não é apenas a questão da violência. O estado atravessa uma crise. Há a questão da concessão de incentivos. As regiões com dinâmica econômica mais fraca sentem os efeitos da crise mais rapidamente e de maneira mais profunda — ressalta Riley Rodrigues, gerente de Estudos de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Rio (Firjan).

O GLOBO, 15.09.2017
 
 
 
15/09/2017
Receita Federal notifica devedores do Simples Nacional
 
 

 
As microempresas e empresas de pequeno porte devem ter atenção para não serem excluídas de ofício do regime tributário simplificado e diferenciado favorecido pelo Simples Nacional por motivo de inadimplência

Desde 12 de setembro, estão disponibilizados, no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), os Atos Declaratórios Executivos – ADE, que notificaram os optantes pelo Simples Nacional de seus débitos previdenciários e não previdenciários, com a Receita Federal (RFB) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Foram notificados 556.138 devedores em seus domicílios eletrônicos, que respondem por dívidas que totalizam R$ 22,7 bilhões.

A contar da data da ciência do ADE de exclusão, o contribuinte terá um prazo de 30 dias para a regularização da totalidade dos débitos à vista, em parcelas, ou por compensação.

O teor do ADE de exclusão pode ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Atendimento Virtual (e-CAC), no sítio da Receita Federal, mediante certificado digital ou código de acesso. O prazo para consultar o ADE é de 45 dias a partir de sua disponibilização no DTE-SN, e a ciência por esta plataforma será considerada pessoal para todos os efeitos legais.

A pessoa jurídica que regularizar a totalidade dos débitos dentro desse prazo terá a sua exclusão do Simples Nacional automaticamente tornada sem efeito, ou seja, a pessoa jurídica continuará no Simples Nacional, não havendo necessidade de comparecer às unidades da RFB para adotar qualquer procedimento adicional.

A pessoa jurídica que não regularizar a totalidade de seus débitos no prazo de 30 dias contados da ciência será excluída do Simples Nacional, com efeitos a partir do dia 1/1/2018.

 
Observação: A notificação será considerada válida, tendo o contribuinte acessado ou não, seu domicílio eletrônico no dia 27.10.2017. E terá 30 dias a partir desta data para apresentar recurso.

Mais informações com o Núcleo Fisco-Tributário do SindilojasRio pelo email sindilojas.tributario@gmail.com ou pelo telefone 2217-5030.
 
 
 
15/09/2017
Descontos para quitação de tributos
 
 
Em 30 de setembro, se encerra o prazo para adesão ao programa Concilia Rio, iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro que oferece descontos para quitação de débitos de tributos como IPTU, TCL, ISS e ITBI, além de taxas e multas.

Os abatimentos são de 30% nas multas e moras de dívidas pagas em 48 parcelas a até 80% de desconto nas multas e moras de dívidas no caso de pagamento em cota única. Para mais informações, acesse o site do Concilia Rio.

Fonte: Sescon/RJ
 
 
 
14/09/2017
Dúvidas na gestão da sua empresa? Podemos orientar você!
 
 

A partir do dia 19 de outubro, e sempre as 5ªs feiras, o Sebrae/RJ, em parceria com o SindilojasRio, estará orientando os lojistas na sede sindical, na Rua da Quitanda, 3, 9º andar, e também na Delegacia de Serviços do Sindilojas em Madureira, na Rua Maria Freitas, 129, sala 301. Os horários deverão ser agendados pelos telefones 2217-5005 ou 2506-1260, quando a orientação for na sede sindical, e 2489-8066 ou 2489-4600 em Madureira. Cada atendimento do orientador de negócios do Sebrae/RJ terá a duração de uma hora e ocorrerá entre 9 e 16h.

Será traçado um perfil do empresário, avaliando suas necessidades e possíveis soluções para o seu negócio. Entre elas, o SEBRAETEC, que por meio de serviços customizados e especializados, promove o acesso de pequenos negócios a soluções em sete áreas de conhecimento da inovação: Design, Produtividade, Propriedade Intelectual, Qualidade, Inovação, Sustentabilidade e Serviços Digitais.

Ou através das seguintes consultorias em Gestão: Plano de Negócios, Marketing e Vendas, Financeiro, Estratégia e Pessoas, além de treinamentos online em diversas áreas.
 
 
 
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