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18/06/2018
MovIn 2018 - Inovação no comércio
 

Este tema foi amplamente discutido nos dias 8 e 9 de maio, durante o MovIn 2018 – Movimento para a Inovação em Comércio e Serviços, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo - CNC e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, no auditório da CNC em Brasília. Foram apresentados e discutidos novos conceitos, tendências, oportunidades e boas práticas relacionados à inovação para o comércio de bens e serviços na era da economia digital.

Presidente do SindilojasRio e do CDLRio, e diretor da CNC, o empresário Aldo Gonçalves foi o moderador do painel “Tecnologias disruptivas e os novos modelos de negócios de comércio e serviços”, no segundo dia do evento. A mesa contou com a participação de Eduardo Yamashita, da G&S Inteligência; de Marcio Milan, da ABRAS, de Vanderlei Kichel, da Sapati, e de Paulo Pianez, do Carrefour.

Eduardo Yamashita afirmou que as empresas de sucesso, hoje, “estão jogando um jogo diferente”, adaptando ou criando novos modelos de negócios, pensando diferente e sabendo interagir com o consumidor. Ele citou o fechamento de mais de oito mil lojas em 2017 nos EUA, três mil a mais do que no ápice da crise daquele país, em 2008, frisando que o percentual de visitas às lojas físicas cai ano após ano. “O varejo tradicional como a gente conhecia está muito pressionado. Essa é uma realidade aqui no Brasil, nos EUA e no mundo. Novos negócios estão dominando o mercado e isto obriga as empresas a se reinventarem. Estamos vivendo a revolução do setor. É preciso combinar ideias, juntar modelos de negócios e usar a criatividade”, afirmou o especialista. As pessoas estão deixando de ter coisas para ter acesso às coisas, disse Yamashita, citando exemplos como Netflix, Spotify, Uber e de lojas que estão alugando roupas com o slogan “Compre menos, use mais”, oferecendo acesso a marcas para quem talvez nunca pudesse comprá-las. Ele frisou, ainda, que os profissionais, que estão entediados trabalhando no varejo, não estão entendendo as mudanças em curso, e que o mesmo vale para os comerciantes brasileiros que acreditam que a situação irá melhorar quando a crise passar.

A SAPATARIA INTELIGENTE

Vanderlei Kichel, da Sapati – A Sapataria Inteligente, contou como criou a empresa, em Cascavel, no Paraná, tornando-se referência do setor. Inicialmente, ele tinha uma empresa chamada SetaDigital, especializada em sistemas para lojas de calçados. Verificando os muitos problemas do setor, a necessidade de inovar e diversas oportunidades de melhoria, ele resolveu criar uma loja-laboratório no fim de 2015, em plena crise econômica. Com a ajuda do Sebrae e alinhando tecnologia,
processos e pessoas, a Sapati foi inaugurada em abril de 2016 com dois grandes diferenciais: primeiro, todos os clientes da SetaDigital passam pela loja de calçados e, assim, conhecem a loja-laboratório. E, depois, a loja tem um visual merchandising diferenciado, com os sapatos organizados por tamanho. “Com isto, terminamos com aquelas demoradas idas do vendedor ao estoque para procurar os tamanhos. Aliás, não temos vendedores, temos consultores que ajudam o cliente a comprar, melhorando a experiência de compra. Todos os produtos já ficam expostos e o cliente escolhe se quer finalizar a compra em nosso autoatendimento ou com um de nossos colaboradores”, explicou o empresário. 

A empresa identificou os problemas, fez pesquisa de mercado, teve boas ideias e criou um novo modelo de negócios para obter sucesso, o que a transformou em uma referência para os lojistas que buscam melhorar as suas empresas. “Sentimos na pele as necessidades, aprendemos e compartilhamos conhecimento, disseminando tecnologia por meio da SetaDigital e gerando indicadores de mercado. Unimos os dois segmentos e conseguimos mais clientes para a empresa de tecnologia também. Onde há problemas, há oportunidade de inovação”, afirmou Kichel.

MUDANÇAS NECESSÁRIAS

Marcio Milan, da Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS, apresentou os seguintes números do setor: 89 mil pontos no país com 28 milhões de consumidores por dia, gerando um milhão e oitocentos mil empregos. Ele destacou o crescimento do segmento do chamado “atacarejo” e de lojas menores, e comentou cinco plataformas disponibilizadas pela entidade para pequenos e médios negócios, com ênfase para o aplicativo de entrega em domicílio. 

Já Paulo Pianez informou que o Carrefour está em 34 países, sendo desde 1975 no Brasil, com lojas nos 26 estados, além do Distrito Federal, atendendo cerca de um milhão de pessoas por dia. Ele ressaltou que, além de lojas de varejo, a empresa possui postos 
de gasolina, drogarias e atua no segmento atacadista. Com foco nos alimentos, Pianez afirmou que a grande preocupação atual é fornecer o maior número de informações possíveis para o cliente decidir sobre a compra. “Hoje, as pessoas querem saber como foi produzido o alimento, de onde veio, se é seguro, se faz bem para a saúde, se teve trabalho escravo na cadeia de produção.” 

Ao finalizar o painel, Aldo Gonçalves, presidente do SindilojasRio e do CDLRio, e diretor da CNC, afirmou que o MovIN 2018 propiciou a discussão da inovação, imprescindível nos dias atuais, diante da nítida necessidade de reinvenção do varejo. Citando a tendência de downsize, de redução do tamanho do formato das lojas, ele reforçou a importância da experiência do consumidor e do fortalecimento  do relacionamento das marcas com seus públicos-alvo, comentando ainda o conceito de omnichannel, o Big Data e, por fim, a importância das pessoas. “Porque apesar de todo o avanço tecnológico, o varejo é gente”, lembrou. 
 
 
 
15/06/2018
Os novos desafios do varejo brasileiro
 

Encarar o mercado varejista brasileiro, atualmente, não é uma tarefa fácil para os empresários, pois diversas mudanças aconteceram e o varejo ainda mudará muito nos próximos anos. É preciso se reinventar em meio à crise política e econômica que o País atravessa, às mudanças na sociedade e do perfil do consumidor cada vez mais conectado e exigente, às mudanças tecnológicas, à alta carga tributária e à burocracia para se empreender no Brasil. 

Essa conjuntura, que se reflete na queda das vendas e da atividade econômica e no aumento do desemprego, e o aumento da violência e do comércio informal contribuíram para que mais de 21 mil estabelecimentos comerciais fechassem as portas no estado do Rio de Janeiro em 2017, de acordo com estatísticas do Centro de Estudos do CDLRio, representando um aumento de 26,5% em relação ao ano anterior. De todos os comércios fechados no RJ, nove mil deles ficavam na cidade do Rio.

Mas, esse fenômeno de lojas físicas fechadas não é exclusivo brasileiro. Mais de oito mil lojas fecharam nos EUA, no ano passado. É uma tendência mundial devido às novas formas de comportamento do consumidor. Warren Buffett, considerado o mais bem- -sucedido investidor do século XX, já alertou que “o varejo que conhecemos está para morrer”. 

Com essa perspectiva, empresários do varejo precisam estar preparados para enfrentar tantos desafios e seguirem em frente, com suas lojas abertas. A revista O Lojista ouviu o vice-presidente de Marketing do SindilojasRio, o empresário Juedir Teixeira, que atua também como consultor e é mestre em Gestão Estratégica de Negócios e doutorando em Administração com foco no varejo. Ele destacou os três grandes desafios do varejo: melhorar a experiência de compra nos pontos de venda, gerir a loja com foco nas pessoas e operar em mais de um canal. Para Teixeira, hoje é necessário arriscar no mundo dos negócios, pois se nada for feito, nada acontecerá e o concorrente fará antes. “As lojas necessitam ser sustentáveis, significando que o cliente precisa estar satisfeito, pois, sem isso, não há empresa de sucesso. Os colaboradores também têm que estar satisfeitos, com a oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional. A loja precisa estar em harmonia com a sociedade e ter boa reputação. E, é claro, o empresário precisa ter lucro”, ressaltou.

MELHORAR A EXPERIÊNCIA DE COMPRA PARA CONQUISTAR A LEALDADE DO CLIENTE

A loja precisa estar limpa e arrumada, com promoções e preços expostos, claramente definidos na visão do cliente, que deve ser bem recepcionado e chamado pelo nome. O vendedor deve realizar as quatro etapas da venda: (1) abordagem (“bom dia, boa tarde ou boa noite e seja bem-vindo à nossa loja”); (2) sondagem, para identificar o que o cliente deseja e oferecer o produto que o atenda, e, não, o que o vendedor quer vender; (3) fazer uma boa demonstração e mostrar conhecimento sobre o produto; (4) fechar a venda, levando o cliente até a porta da loja. 

É importante conhecer o cliente, entender seu desejo, para proporcionar a ele uma boa experiência de compra e superar suas expectativas. Os pequenos e médios lojistas podem fazer a diferença neste quesito. E, se tiver um nicho de mercado bem definido e souber fazer, fará melhor do que as grandes empresas. Outro fator determinante é a personalização: a possibilidade de customizar o produto com cores, tipos de tecidos, inclusão do nome do cliente, ter uma embalagem diferenciada, etc. Ou seja, oferecer uma peça sob medida, e única às vezes. Mesmo que os pequenos e os médios lojistas não tenham capacidade de investimento em tecnologia, como inteligência artificial e/ou realidade aumentada, é preciso entendê-la e usar a criatividade. 

A marca também precisa ter um propósito, uma razão para existir. Isto vai além do que a empresa faz ou dos benefícios que seus produtos trazem, abrangendo como pretende contribuir para um mundo melhor. Deve ser um “norte”, capaz de unificar consumidores e toda a cultura organizacional da empresa na conquista de um objetivo maior. É fundamental que este propósito seja entendido pelo público e a causa, abraçada por ele. 

Uma boa experiência de compra tornou-se essencial nos dias atuais. Antes do comércio eletrônico, para comprar qualquer produto, obrigatoriamente, era preciso ir à loja. Hoje, como é possível comprar tudo ou quase tudo sem sair de onde está e em qualquer horário, o cliente só vai à loja física se esta lhe proporcionar uma experiência diferenciada.

GESTÃO COM FOCO NAS PESSOAS

O varejo mudou radicalmente e, hoje, o papel principal do vendedor é criar relacionamento com o cliente. O grande diferencial
competitivo é o atendimento e as pessoas são a parte fundamental, mesmo com toda tecnologia que pode ser usada. É preciso investir nas pessoas, portanto, em treinamento. O empresário tem que assumir o papel de cuidador e tomar conta dos seus funcionários, para que estes cuidem dos produtos da loja e dos clientes.

O gestor precisa ensinar, ajudar e motivar seus colaboradores. É importante, também, focar em um determinado público-alvo, para reduzir a variedade de produtos e aumentar a profundidade do estoque; para ganhar no giro, considerando a grande dificuldade de recomposição das margens, em um mercado de custos crescentes e vendas decrescentes. Melhorar o processo de gestão como um todo é essencial para tornar o negócio mais competitivo. É necessário medir e controlar todos os indicadores de performance do negócio, analisar, preocupar-se constantemente com os custos e corrigir o rumo do negócio, sempre que preciso. Aprimorando-se os processos, a empresa diminuirá  despesas, aumentará as vendas e obterá mais lucro. 

OPERAÇÃO EM DIVERSOS CANAIS

Antes, os clientes procuravam os produtos. Hoje, são os produtos que procuram os clientes. A “jornada de compra” mudou. Agora, o consumidor procura os produtos pela internet, verifica preços, condições de pagamento e características do item; procura nas mídias sociais a reputação da marca e ainda vai à loja, em busca de mais informações. Não necessariamente nesta ordem, dependendo do tipo de compra. Mas, na maioria das vezes, essas etapas são cumpridas. Depois, ele decide onde e como comprar. Além disso, a partir do momento que faz buscas na internet, o consumidor começa a ser impactado em seu e-mail e em suas redes sociais por promoções dos produtos procurados, estimulando a compra a todo momento. É um trabalho de re-marketing feito pela área de tecnologia da informação das lojas virtuais.

Apesar do crescimento contínuo do comércio eletrônico, em todo o mundo, mesmo as marcas que estavam apenas on-line, estão abrindo lojas físicas. Uma pesquisa da Global Consumer Insights apontou que o tráfego na internet cresce 52% quando isso acontece, revelando a importância de o negócio estar presente em todos os canais, para não ficar de fora da nova jornada de compra. outro ponto que merece destaque é a divulgação da marca, que também mudou. Muitas vezes, hoje, a propaganda de produtos é feita por meio dos chamados influenciadores, ou seja, passando a mensagem com pessoas que têm domínio sobre determinados assuntos. O papel desses profissionais é fazer propaganda de forma sutil, sempre com uma linguagem muito próxima ao público das marcas. Dentro do conceito de omnichannel, é preciso atuar em diversos canais, ter as lojas física e on-line e estar presente nas mídias sociais. O consumidor tem que achar a loja em qualquer um desses canais e escolher como fará a compra: diretamente na loja física; on-line, recebendo em casa ou retirando e trocando, caso precise, na loja física. O lojista deve unificar os canais, com preço igual, estoque único e uma política única de venda.
 
 
 
15/06/2018
Funcionamento do SindilojasRio nos jogos do Brasil na Copa do Mundo
 
 

Dia 22/06, Brasil x Costa Rica - não haverá expediente.
Dia 27/06, Brasil x Sérvia - o atendimento na sede será das 8h30 às 13h e nas delegacias de serviços será das 9h às 13h.
 
 
 
15/06/2018
Ponto facultativo em dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo
 
 
O governo do Rio publicou na terça-feira (12), no Diário Oficial, decreto que determina ponto facultativo nas repartições estaduais nos dias 22 e 27. O motivo da decisão é a realização dos jogos do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia.

De acordo com o decreto, será ponto facultativo no dia 22 (sexta-feira), dia do jogo entre Brasil e Costa Rica, às 9h, horário de Brasília. Já no dia 27, o expediente será até às 13h. Na data, o Brasil enfrentará a Sérvia, às 15h.

A Prefeitura publicou no dia seguinte (13), no Diário Oficial do Município, decreto com as mesmas determinações.

Bancos
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou comunicado com os horários de atendimento durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo na Rússia.

• dia 22/06, Brasil x Costa Rica - o atendimento será das 13h às 17h;
• dia 27/06, Brasil x Sérvia - o atendimento será das 9h às 13h.

Tribunal de Justiça
Determinou ponto facultativo na sexta-feira (22/06).
 
 
 
15/06/2018
Setrab divulga 1.140 vagas no Sine
 
 

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) e do Sistema Nacional de Empregos (Sine-RJ), informa a existência de 1.140 vagas de trabalho com carteira assinada em várias regiões do estado. Com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo e com Salários que podem chegar até R$ 5 mil.

A Capital tem 571 vagas, sendo 240 para Operador de Telemarketing Receptivo, 125 para Atendente de Loja, 48 para Operador de Telemarketing Ativo, 35 para Atendente de Lanchonete, 35 para Motorista de Ônibus Rodoviário, 21 para Vendedor de Serviços, 15 para Auxiliar de Limpeza e 12 para Frentista, entre outras.

É importante salientar que as unidades do Sistema Nacional de Empregos (Sine-RJ) não recebem currículos e que a inscrição para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria têm que ser cadastradas nos postos Sine/Setrab ou no site maisemprego.mte.gov.br.
 
 
 
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