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14/09/2017
Inadimplência no comércio tem menor alta em dois anos: 1,6%
 

A inadimplência no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro cresceu 1,6% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado. Foi o menor índice para o mês desde 2015, de acordo com o SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio). As Dividas Quitadas (item que mostra o número de consumidores que colocaram suas contas em dia) recuaram 0,1%, e as Consultas (que mede o movimento do comércio) também caíram 8,9%.

No acumulado do ano (janeiro/agosto) em relação ao mesmo período de 2016 as Dívidas Quitadas e a Inadimplência cresceram, respectivamente, 0,6% e 1,5%, e as Consultas caíram 8,1%. Ao comparar agosto com julho de 2017, os registros do CDLRio mostram que as Dívidas Quitadas, a Inadimplência e as Consultas aumentaram, respectivamente, 1,9%, 2% e 0,9%.

Cheque

Segundo o registro de cadastro do LIG Cheque do CDL, em agosto em relação ao mesmo mês de 2016, as Consultas e as Dívidas Quitadas diminuíram, respectivamente, 9,1% e 1,3% e a Inadimplência cresceu 1,9%. Comparando-se agosto com o mês anterior (julho), as Consultas e as Dívidas Quitadas caíram, respectivamente, 6,4% e 0,9%, e a Inadimplência aumentou 3,1%.

No acumulado do ano (janeiro/agosto) em relação ao mesmo período do ano passado, a Inadimplência cresceu 1,4%, e as Consultas e as Dívidas Quitadas recuaram, respectivamente, 8,2% e 0,1%.
Fonte: Monitor Digital
 
 
 
14/09/2017
Sua empresa no Facebook
 

Este foi o tema da palestra oferecida pelo SindilojasRio, em parceria com Sebrae/RJ, ontem (13/09), em seu auditório para lojistas e empreendedores que buscam estar presentes nesta mídia social para construir relacionamento da sua marca, proporcionar experiências e transmitir conteúdo relevante para o seu público, além, é claro, de atrair consumidores para sua loja física ou virtual.

A gestora de Negócios Digitais do Sebrae/RJ, Raquel Abrantes, abriu o evento afirmando que é necessário conhecer o perfil do seu cliente, se posicionar no mercado e pensar no nicho que deseja alcançar. - No que posso ser diferente? Questionou a palestrante.

Em seguida, apresentou dados do Facebook: 1,7 bilhões de usuários ativos mensais; oito em cada dez brasileiros conectados; 80% dos usuários acessam via celular; 2,1 milhões de pequenas empresas possuem páginas ativas; 70% dos usuários ativos estão conectados a pelo menos uma página de negócio; seus anúncios custam 35% menos que em outras mídias online, e, 800 milhões de pessoas estão no Facebook Messenger. Além disso, 950 milhões de pessoas estão no WhatsApp e 400 milhões de pessoas no Instagram, empresas compradas pelo Facebook.

Raquel Abrantes informou sobre a diferenciação de perfis pessoais e páginas empresariais. E deu dicas práticas para converter em Fanpage, páginas empresariais, para aqueles que ainda usam perfis pessoais no seu negócio. “As Fanpages possuem muitas vantagens: fãs ilimitados, visibilidade para o Google, anúncios e ofertas, check-in, customização do seu negócio e relatórios gerenciais sobre a página. E a utilização de perfis para vendas é proibida pela política do Facebook, correndo o risco de ser bloqueado pela ferramenta”, afirmou.

Ela apresentou também cases de sucesso com pequenos negócios que aumentaram suas vendas através do trabalho realizado no Facebook, como a empresa Mega Lanches, localizada na Rocinha, que aumentou suas entregas em 70%. Mostrou os recursos disponíveis da ferramenta que permitem avaliar os resultados da página e conhecer melhor o seu público. Além da importância do atendimento aos clientes, que precisa ser eficiente, rápido e prático, mas requer monitoramento e definição de papéis e responsabilidades de quem atuará nesta função.

Por fim, Raquel Abrantes falou sobre as diferentes formas de se anunciar no Facebook e obter resultados: “Os investimentos são acessíveis e o empresário é quem define o quanto e quando gastar, possibilitam segmentação (localização, sexo, idade, interesses), criam vínculo do seu potencial cliente através das interações na Fanpage, têm variedades de formatos de anúncios e relatórios gerenciais, em tempo real”.



 
 
 
 
13/09/2017
A capital brasileira da informalidade
 
Um dos principais pilares da economia da cidade e do Estado do Rio, responsável pela geração de milhares de empregos e, consequentemente, renda, o comércio carioca vê aumentar desregradamente a camelotagem, que cresce assustadoramente a olhos vistos, como têm mostrado reportagens do GLOBO. Além disso, a capital já vem sofrendo com a dramática situação por que passa o estado.

Esse indiscriminado crescimento, que causa prejuízos às lojas de até 50%, mostra que a cidade quer retomar o incômodo e desconfortável título de “capital brasileira da informalidade”, que havia deixado para trás em passado recente. O fato é que, indiferente às consequências danosas ao comércio formal, que já suporta uma série de impostos que oneram seus custos e minam seus investimentos, a prefeitura, sob pretexto do desemprego, ameaça legalizar a informalidade, criando, inclusive, um modelo de banca para os camelôs. Ao mesmo tempo, anuncia a liberação de mais de quatro mil licenças, além de permitir, via decreto, a criação de feiras ambulantes. Diante de tudo disso, como ficam os lojistas, que pagam impostos e empregam milhares de pessoas diante dessa concorrência desleal?

Não é segredo que a informalidade é o grande balcão de negócios utilizado pelo contrabando e pela pirataria, sem falar no grande número de assaltos aos caminhões de carga de empresas que ocorrem diariamente, cujos danos vão além dos prejuízos tributário, econômico e financeiro. Contaminam a cadeia produtiva e criam profundas feridas sociais. Por culpa disso, segundo pesquisa de vários institutos, milhões de postos de trabalho deixam de ser gerados, justamente quando o estado aspira a aumentar o número de oportunidades de emprego com a consequente geração de renda.

É preciso uma resposta firme das autoridades para combater a informalidade. Nos pequenos tabuleiros que inundam as grandes cidades, desfilam frutos da pirataria, do contrabando e do roubo de carga. São produtos que não têm garantia e oferecem riscos à integridade física. É uma concorrência desleal, que prejudica significativamente o comércio formal, que emprega, paga impostos e aluguel.

A situação é grave. Os setores produtivos estão sufocados. No caso do comércio varejista, só na capital, as vendas caíram 7,7% no primeiro semestre do ano, repetindo mês a mês resultados negativos. Os consumidores botaram o pé no freio e desapareceram, apesar do esforço do empresário lojista com ações promocionais para trazer os clientes de volta.

Para se ter uma ideia do cenário crítico, somente em junho mais de 900 estabelecimentos comerciais fecharam na cidade, 149% a mais do que no mesmo mês do ano passado. No semestre — janeiro a junho — foram mais de 4.150, 76% a mais do que no mesmo período de 2016. Em todo o estado, esses números cresceram assustadoramente: em junho, foram extintas mais de duas mil empresas, 100% a mais em relação ao mesmo mês de 2016, enquanto no primeiro semestre foram mais de 9.700 estabelecimentos, 55% a mais do que no mesmo período do ano passado.

É preciso que a prefeitura reconsidere definitivamente a intenção de estimular a informalidade para que o comércio possa continuar ajudando a girar a roda da produtividade, estimulando o ciclo virtuoso do crescimento. É necessário olhar para o setor com outra perspectiva, com outra ordem de grandeza. Afinal, o comércio também é feito por pessoas.

Aldo Gonçalves é presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro



 
 
 
11/09/2017
Estatuto do Idoso nos estabelecimentos comerciais
 

Período de adequação da Lei termina no dia 17 de setembro



A Lei nº 7.630, de 19 de junho de 2017, torna obrigatória a manutenção de exemplar do estatuto do idoso nos aeroportos, terminais ferroviários, hidroviários, metroviários, rodoviários, estabelecimentos bancários, comerciais e de prestação de serviços, no estado do Rio de Janeiro. E precisam se adequar ao disposto na lei, no prazo de 90 (noventa) dias, contados de sua publicação. O prazo termina no próximo dia 17. Mais informações com o Núcleo Fisco-Tributário do SindilojasRio pelo e-mail sindilojas.tributario@gmail.com ou pelo telefone 2217-5030.

Clique aqui para baixar o Estatuto do Idoso.
 
 
 
11/09/2017
Curso de Mediação e Mediação Trabalhista
 
A câmara privada Vamos Conciliar realiza o segundo workshop de mediação humanista e mediação trabalhista na unidade do Rio de Janeiro. Com 12 aulas durante os meses de setembro e outubro, o curso será ministrado pela mediadora Izabele Holanda e serão abordados os seguintes temas: fundamentos legais da Mediação Trabalhista, a atuação do mediador na rescisão do contrato de trabalho, honorários do mediador, entre outros.

De maneira dinâmica e prática, a mediação humanista será aplicada, ou seja, um processo para conseguir a solução de conflitos que envolve uma escuta ativa entre as duas partes. Os dois lados podem falar como se sentem em relação ao problema, o que torna possível um acordo justo.

De acordo com Izabele, a mediação humanista é essencial nas questões trabalhistas. "Muitos conflitos vão além da rescisão ou das verbas que precisam ser pagas, os problemas pessoais também provocam demissões. Quando as partes expressam o que estão sentindo o acordo acaba ficando mais fácil, pois eles conseguem se colocar um no lugar do outro”, explica. Ao fim do curso, os alunos saem aptos para conduzir uma sessão de mediação.

No Brasil, existem cerca de 100 milhões de processo em análise e há uma estimativa de que, a cada cinco segundos surge uma nova ação nas varas e fóruns. Após a alteração do Código de Processo Civil, essa realidade está mudando, com a cultura da pacificação crescendo, é preciso de profissionais capacitados para conduzir as sessões.
Com este cenário, vale lembrar que a Vamos Conciliar com profissionais qualificados foi a primeira câmara privada a realizar uma mediação trabalhista homologada pela Justiça do Trabalho.

Horário:
⦁ Quarta, quinta e sexta-feira - 17h às 21h
⦁ Sábado - 9h às 17h

Datas:
⦁ 20, 21, 22 e 23 de setembro
⦁ 27, 28, 29 e 30 de setembro
⦁ 04, 05, 06, 07 de outubro

Local:
⦁ SindilojasRio - Rua da Quitanda nº 3, 9º andar - Centro – RJ


Mais informações: cursodemediacao@vamosconciliar.com
⦁ (21) 3148 9060/ (21) 3420 9060/ (21) 98399 0027

 
 
 
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