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20/09/2019
Pesquisa mostra WhatsApp como principal canal de atendimento de lojistas virtuais
 
Nos dias de hoje é praticamente impossível fazer qualquer coisa que não tenha tecnologia envolvida. Diante desse cenário, está cada vez mais comum empreendedores usarem aplicativos como aliados para automatizar processos e melhorar o atendimento ao cliente.

De acordo com uma pesquisa da Loja Integrada – plataforma gratuita para criação de lojas virtuais com mais 1 milhão de lojas criadas – 51% dos micros e pequenos lojistas virtuais usam o WhatsApp como principal canal de atendimento.

O Instagram aparece em segundo lugar com 18%, seguido pelo Messenger online com 9,3%. A pesquisa foi realizada por meio de um formulário online com quase 1 mil lojistas virtuais de todo o país durante os meses abril e maio de 2019.

“O atendimento ao cliente é um dos principais diferenciais competitivos das lojas virtuais e, por isso, garantir agilidade e eficiência nos contatos é cada vez mais importante. Na Loja Integrada, por exemplo, a equipe de atendimento recebe, mensalmente, em média 7 mil contatos. Os canais mais utilizados para que os lojistas entrem em contato com a empresa são o chat, as redes sociais, como Facebook e Instagram,”, explica Mariana Tiemi, especialista em comércio eletrônico e Sucesso do Cliente na Loja Integrada.

Sem dúvidas

O WhatsApp está entre os apps mais baixados do Brasil, com mais de 120 milhões de usuários ativos no país. Os dados também mostram que 61% dos lojistas virtuais usam os serviços de comunicação como canal de vendas e 34,1% para atendimento e dúvidas.

“Hoje faço praticamente todo o meu atendimento pelo whatsapp. Esse canal me permite mais agilidade para responder meus clientes e por meio dele também consigo realizar vendas, otimizando os resultados do meu e-commerce”, conta a empreendedora Luana Moraes, da loja de jóias Use Miaa, fundada em 2016 e que hoje atende clientes de todo o Brasil por meio da loja virtual com o auxilio do app.

Fonte: Portal Novarejo

 
 
 
18/09/2019
Desenvolvimento do Comércio em pauta
 
 
SindilojasRio se reuniu com deputados estaduais para discutir demandas do setor


O SindilojasRio recebeu, nesta quarta-feira, 18 de setembro, a visita dos deputados estaduais Coronel Salema (PSL) e Bruno Dauaire (PSC), que participaram da reunião mensal da diretoria da entidade.

Eleito pelo PSL com quase 100 mil votos, o deputado Coronel Salema é vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Alerj. Coronel reformado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Salema comandou os Batalhões da PM de São Gonçalo, Niterói e Itaboraí, e, também, o Policiamento Especializado (CPE) da corporação, além de integrar a Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça (TJ).

O deputado Bruno Dauaire (PSC) foi reeleito, sendo o mais votado do Norte e Noroeste fluminense para a atual legislatura. Integrante, desde 2017, da Frente Parlamentar do Varejo, Dauaire tem atuado em prol do desenvolvimento do comércio.
Durante a reunião, o presidente do SindilojasRio Aldo Gonçalves fez um breve relato das principais dificuldades enfrentadas, no momento atual, pelo comércio do Rio de Janeiro, pontuando demandas do setor que precisam ser discutidas pela Assembleia Legislativa do estado.
 
Ambos os deputados se comprometeram a estudar essas demandas e, em breve, apresentar caminhos para tentar atendê-las, buscando o apoio tanto do Legislativo estadual, como, também, do Governo do Estado.
 
 
 
18/09/2019
Reajustados os salários dos comerciários do Rio
 

Os presidentes do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro - SindilojasRio e do Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro - SECRJ, Aldo Gonçalves e Márcio Ayer (foto), respectivamente, assinaram nesta quarta-feira (18/9), a Convenção Coletiva de Reajuste Salarial dos Comerciários do Rio. Também foram assinadas as convenções de Banco de Horas e de Tempo Parcial.

O reajuste concedido foi dividido em duas partes: 3,5%, de 1º de maio deste ano até agosto, e, a partir de setembro, o percentual passa a ser de 5,07%, já valendo para o próximo salário. Esses percentuais de reajuste são para salários até R$ 4.890,00. Para quem ganha acima deste valor, o excedente será objeto de livre negociação entre empregadores e empregados. A diferença salarial, retroativa a maio de 2019, deverá ser paga até a folha salarial do próximo mês de outubro.

Para a faixa única, que inclui empacotador, auxiliar de serviços gerais, etiquetador, auxiliar de escritório, estoquistas, repositor, auxiliar de depósito, vendedor, balconista, operador de caixa e pessoal do escritório, telefonia e similares, o valor é de R$ 1.227,00, de maio a agosto de 2019, e de R$ 1.246,00 a partir deste mês de setembro.

Para comissionistas puros e mistos, o valor é de R$ 1.350,00, de maio a agosto deste ano, e de R$ 1.370,00 a partir de setembro de 2019. Já a faixa do contrato de experiência, de 90 dias no máximo, e para menores/aprendizes é de R$ 1.105,00, de maio a agosto de 2019, e de R$ 1.120,00 a partir deste mês de setembro.

Benefícios a partir de setembro de 2019:

• Ajuda de custo (comissionistas puros e mistos): R$ 30,00
• Lanche e jantar (trabalho aos sábados): R$ 23,50
• Lanche aos domingos e feriados: R$ 23,50
• Quebra de caixa (função permanente de caixa): R$ 57,00
• Benefício Social Familiar: empregador: R$ 11,00
• Auxílio-creche: empresas até 50 empregados - R$ 205,00; empresas acima de 50 empregados - R$ 227,00.

Garantias e estabilidades:

• Serviço Militar (de incorporação até a baixa): 30 dias (após baixa);
• Aposentadoria (mínimo de 5 anos de emprego): 12 meses (antecedentes à aposentadoria voluntária);
• Aborto espontâneo ou em casos previstos em lei: 30 dias (emprego ou salário do mês da ocorrência do fato, comprovado mediante atestado médico);
• Licença-Maternidade: 60 dias (após o término da licença-maternidade de 120 dias).

Abono de faltas – Art. 473 da CLT

• Falecimento: 2 dias consecutivos;
• Casamento: 3 dias consecutivos;
• Nascimento de filho: 5 dias decorrer da primeira semana;
• Doação de sangue a cada 12 meses: 1 dia;
• Alistamento eleitoral: 2 dias consecutivos ou não;
• Levar filho menor ou dependente até 6 anos ao médico a cada 6 meses: 1 dia;
• Acompanhar consultas médicas e exames durante período de gravidez de esposa/ companheira: 2 dias;
• Abono de falta em caso de calamidade pública: Dia em que for declarada calamidade pública.

 
 
 
17/09/2019
Percentual de endividados aumenta em agosto e é o maior em seis anos
 
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com dívidas alcançou 64,8% em agosto de 2019, o que representa uma alta em relação aos 64,1% de julho de 2019. Essa foi a oitava alta mensal consecutiva e o maior índice de endividamento desde julho de 2013. Também houve alta em comparação com os 60,7% de famílias endividadas em agosto de 2018.

Houve melhora, no entanto, no percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, que diminuiu para 9,5% em agosto, ante 9,6% em julho e 9,8% em agosto de 2018. Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, mesmo com o aumento do endividamento e da inadimplência, as famílias brasileiras se mostraram mais otimistas em relação à sua capacidade de pagamento, pois diminuiu o percentual das que afirmam que “não terão condição de pagar” as contas. “A redução do comprometimento de renda na comparação mensal e a perspectiva de renda extra com os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS/Pasep ajudam a explicar esse resultado”, afirma Tadros.

Já o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, ou seja, que estão inadimplentes, aumentou na comparação com o mês anterior, passando de 23,9% para 24,3%, e teve alta em relação a agosto de 2018, quando o indicador registrou 23,8%. A economista da CNC Marianne Hanson destaca que, apesar do aumento no percentual de famílias com contas em atraso em agosto, essa alta foi menor em comparação ao aumento observado do endividamento. “Isso demonstra que a redução das taxas de juros ainda tem permitido, à maior parte das famílias, acomodar as dívidas no seu orçamento e pagar as contas em dia”, avalia Marianne.

Tempo de atraso e de comprometimento

Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso diminuiu, nas comparações mensal e anual, de 64,4 dias, em agosto de 2018, e de 64 dias em julho para 63,2 dias em agosto de 2019. Também diminuiu o tempo médio de comprometimento com as dívidas, de 7,1 meses em agosto de 2018 e 7 meses em julho de 2019 para 6,9 meses em agosto de 2019. Entre as famílias com dívidas, 25,2% delas estão comprometidas com as dívidas até três meses; e 31,3%, por mais de um ano.

Comprometimento com dívidas


Ainda entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas aumentou, na comparação anual, de 29,6% em agosto de 2018 para 29,8%, em agosto de 2019, e diminuiu na comparação mensal, já que em julho 29,9% estavam comprometidas.

Fonte: CNC
 
 
 
12/09/2019
Liberação do FGTS e PIS/Pasep vai impulsionar o consumo até o fim do ano
 

A liberação de recursos das contas do PIS/Pasep e do FGTS deve estimular o consumo e elevar o nível de atividade da economia nos últimos quatro meses do ano. Se confirmada a estimativa do Ministério da Economia de saques de cerca de R$30 bilhões até dezembro de 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que R$13,1 bilhões serão gastos no comércio (R$9,6 bilhões) e nos serviços (R$3,5 bilhões), além de R$12,2 bilhões (40% do total) que serão utilizados pelos consumidores para a quitação ou abatimento de dívidas e R$4,7 bilhões (16% do total) que deverão ser poupados ou consumidos somente em 2020.

Para o economista da CNC Fabio Bentes, apesar da quitação ou abatimento de dívidas representar uma parcela significativa dos recursos disponibilizados, o percentual deve ser menor que na liberação do FGTS em 2017 (46% do total), mas o impacto sobre o varejo tende a ser maior em 2019, 32% do total contra 25% em 2017.

Mesmo diante do comprometimento da renda, a liberação de recursos tem potencial para acelerar o consumo. A previsão da CNC é que o consumo das famílias avance 0,9% no último trimestre de 2019, em comparação ao terceiro trimestre, o que significa um impulso adicional de 0,3% com a liberação de recursos, diante da expectativa anterior de 0,6%.

Segmentos do varejo

O varejo deve ficar com cerca de 32% da destinação total de recursos, montante que pode alavancar em 1,3% o setor entre setembro e dezembro de 2019, na comparação com igual período de 2018. Os segmentos do varejo mais beneficiados pelos programas de saques tendem a ser o de vestuário e calçados (R$3,3 bilhões), os hiper e supermercados (R$2,5 bi), as lojas especializadas nas vendas de móveis e eletrodomésticos (R$1,7 bi) e o comércio de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (R$ 0,9 bi).
 
 
 
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