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30/08/2018
Confiança do empresário do comércio atinge nível mais baixo em um ano, diz CNC
 
 A confiança do empresário do comércio na economia brasileira apresenta queda pelo quarto mês seguido. O indicador, divulgado nesta terça-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu o nível mais baixo em dois anos.

De acordo com a entidade, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou 103,7 pontos em agosto – foi o mais baixo desde agosto do ano passado, quando ficou em 103,1. Na comparação com julho, o indicador teve redução de 2,5%, na série com ajuste sazonal.

O levantamento mostrou que 72% dos empresários do varejo consideram que houve deterioração significativa do cenário econômico brasileiro nos últimos meses. Segundo o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, esta percepção se deve à conjuntura econômica do país, que não mostra sinais efetivos de recuperação.

“A desvalorização do real, o ritmo fraco do mercado de trabalho, as pressões de custos e o cenário externo mais desfavorável têm levado a economia e o comércio a um ritmo de crescimento mais fraco nos últimos meses”, avaliou o porta-voz da entidade.

Para calcular o Icec, a CNC apura os dados junto aos tomadores de decisão das empresas do varejo. A amostra da pesquisa é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do país.

Expectativa em baixa

A pesquisa mostrou que a expectativa do empresário em relação ao desempenho econômico do País também atingiu, em agosto, seu menor patamar dos últimos 12 meses. Este indicador ficou em 133,7 pontos.

“A elevada incerteza do cenário político a menos de um mês e meio do primeiro turno das eleições nos leva a projetar um crescimento menor das vendas no segundo semestre”, apontou Bentes.

Além disso, o levantamento da entidade mostrou que o subíndice que captura a avaliação das condições correntes da economia encolheu 6,1% na passagem de julho para agosto e, pela primeira vez em mais de dois anos, retrocedeu no comparativo anual (-2,6% ante agosto de 2017).

Avanço nas vendas

Mesmo com o cenário retraído, a CNC prevê avanço de 3,2% no volume de vendas do varejo na segunda metade do ano ante o mesmo período de 2017. Na análise da entidade, é "um resultado também frustrante, porém mais do que suficiente para garantir o aumento do faturamento real do setor pelo segundo ano consecutivo".
 
 
 
29/08/2018
Comércio eletrônico cresce 12% de janeiro a junho deste ano
 
 O comércio eletrônico cresceu 12% no primeiro semestre, faturando 23,6 bilhões de reais ante os 21 bilhões registrados de janeiro a junho de 2017. No período, o número de pedidos aumentou 8%, de 50,3 milhões para 54,4 milhões, enquanto o tíquete médio foi de 433 reais, alta de 3,8%. Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira, 29, e constam no relatório Webshoppers, da Ebit|Nielsen.

Para este ano, a expectativa é que o e-commerce feche 2018 com vendas de 53,4 bilhões de reais, alta de 12%, sobre os 47,7 bilhões de reais registrados em 2017. O número de pedidos deverá crescer 8%, atingindo a marca de 120 milhões, e o tíquete médio com alta de 4%, chegando aos 445 reais.

De acordo com a pesquisa, 32% das compras online foram realizadas por meio de smartphones (m-commerce), um avanço de 7,4 pontos percentuais. O faturamento no m-commerce ampliou 40% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período de 2017, chegando a 6,7 bilhões de reais. O número de pedidos pela modalidade chegou a 12,4 milhões alta de 41% ante os 17,4 milhões do ano passado. “É uma tendência mundial. A nossa expectativa é que até meados de 2020, 50% das compras online sejam realizadas por smartphones”, disse Pedro Guasti, consultor de Negócios Ebit|Nielsen.

Já o tíquete médio caiu de 417 reais para 386 de reais, retração de 7%. Isso pode ser explicado pela mudança de perfil dos consumidores que buscam produtos mais baratos – cosméticos, perfumaria, moda e acessórios – nas compras pelos smartphones. “Os valores das compras vêm caindo a cada semestre porque são produtos mais fáceis de serem revendidos. O que mais se vende são livros, sapatos, perfumes, todos de baixo valor.”

No ranking de vendas do e-commerce, agregando todas as modalidades de compra, perfumaria e cosméticos ultrapassou moda e acessórios e já é a líder, segundo a pesquisa. “Em um ano, essa categoria cresceu mais de 30%, ficando atrás apenas de Esporte e Lazer (em crescimento), que foi naturalmente impulsionada pela Copa do Mundo. Isso mostra que as farmácias, lojas e fabricantes de cosméticos estão fortalecendo seus canais online e o consumidor está lançando mão dessa opção de compras”, afirmou Guasti.

No segmento de Digital Commerce, que são as vendas de produtos novos e usados em marketplaces (shopping virtuais), além da comercialização de serviços de turismo, locação de veículos e compra de ingressos, a pesquisa mostrou que no ano passado o faturamento alcançou 112,19 bilhões de reais. Em 2017, a taxa de crescimento desse mercado foi de 19,9%, alavancado principalmente pelos marketplaces de produtos novos e usados e artesanato.

Fonte: VEJA
 
 
 
29/08/2018
NeuroMarketing para Negócios
 

 
Este foi o tema da palestra realizada pelo IVAR – Instituto do Varejo, parceiro cultural do SindilojasRio e do CDLRio, na manhã desta quarta-feira (29). O convidado para tratar deste assunto foi Juan Roberto Castro, diretor da empresa dinamarquesa Neurons, que atua na América Latina, com experiência na conceituação de projetos, produtos e serviços. Participaram ainda da apresentação Larissa Colvara e Luiza Alano, representantes da Neurons no Brasil, em Porto Alegre-RS e Blumenau-SC, respectivamente.

A palestra foi fundamentada nos descobrimentos neurocientíficos do comportamento humano e da psicologia de consumo. Juan Castro compartilhou com os presentes o método ADN, uma ferramenta útil e de fácil aplicabilidade, que consiste em despertar nos consumidores a Atenção, o Desejo e a Necessidade do produto ou serviço de uma marca para elevar o seu valor percebido. O método ADN fortalece ainda o modelo de negócios das empresas, focando os segmentos de mercados e facilitando a fidelização dos clientes.
 
 
 
29/08/2018
Curso NFe 55 e NFCe 65
 
 
 
 
 
28/08/2018
Encontro com os candidatos ao Governo do Estado
 
 
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro – Fecomércio-RJ realizou, nesta segunda-feira (27), em sua sede, mais uma rodada do Encontro com os candidatos ao Governo do Estado. Lideranças, empresários e representantes dos sindicatos filiados se reuniram para ouvir as ideias e propostas de Tarcísio Motta, do PSOL, e Wilson Witzel, do PSC, para o Estado do Rio de Janeiro. O vice-presidente de Relações Institucionais do SindilojasRio, Roberto Cury, participou do evento.

Nas conversas, mediadas pelo jornalista Sidney Rezende, cada candidato apresentou brevemente suas principais propostas e respondeu a perguntas sobre temas relevantes para a recuperação e a retomada do desenvolvimento social e econômico do Rio de Janeiro. Ambos os candidatos receberam do presidente da Fecomércio-RJ um documento com as principais demandas do setor. Ao abrir o encontro, o presidente da Federação destacou que o evento é uma oportunidade para que os candidatos conheçam as expectativas do setor e possam apresentar suas propostas.

O documento entregue aos candidatos contém uma análise aprofundada dos principais indicadores sociais do Estado do Rio, divididos em seis temas: pobreza e desigualdade social; mercado de trabalho; educação; saúde, segurança pública e políticas urbanas. O conteúdo destaca os potenciais e os cenários futuros para a melhoria do ambiente de negócio no estado.

A série Encontros com os Candidatos ao Governo do Estado, que teve início no dia 13 de agosto, continua nas próximas segundas-feiras*, sempre às 9h30min, no auditório da Fecomércio-RJ (Rua Marquês de Abrantes, 99, no Flamengo). Os próximos encontros são os seguintes:

3/9 – Romário (Podemos)
10/9 – Anthony Garotinho (PRP)
17/9 – Índio da Costa (PSD) e Marcelo Trindade (Novo)
24/9 – Eduardo Paes (DEM)

*Datas sujeitas à alteração, em função das agendas dos candidatos.
 
 
 
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