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A esperança de um Papai Noel generoso

 
 
Otimista por natureza – e não poderia ser diferente –, o comércio sonha mais uma vez com um Papai Noel generoso, com farta distribuição de presentes. Esse é o mundo ideal. Com esta esperança, o Natal deveria fazer não apenas a alegria das crianças e das famílias, mas também dos comerciantes. Para estes, o melhor presente viria com o retorno dos investimentos feitos para as festas de fim de ano e, especialmente, na certeza de que valeu a pena investir no treinamento do pessoal, com vistas ao atendimento de qualidade a um consumidor cada vez mais exigente.

Afinal, a maior data comemorativa do consumo mundial responde, no Brasil, por um quarto do faturamento do comércio no ano inteiro. Bom para os lojistas, ótimo para a cidade e para o estado, que arrecadam mais impostos, e, também, para os comerciários que ganham mais comissões sobre as vendas.

Não custa lembrar que o Natal, que já foi comemorado como o das multiclasses e do presente farto, tornou-se o das lembrancinhas e dos presentinhos. Este ano, diante do cenário político-econômico em que se encontra o Rio de Janeiro, o Papai Noel pode ser ainda menos generoso por culpa do desemprego, da inflação em alta (que corrói o salário e diminui o poder de compra) e dos juros exorbitantes que formam um assustador conjunto de fatores que afugentam e inibem as pessoas de comprarem. Não foi sem razão que, em 2018, todas as datas comemorativas que geralmente dão fôlego ao comércio não atingiram as expectativas, fato constatado por todos os institutos especializados em pesquisas sobre o movimento do comércio.

Estudiosos das mais variadas escolas de pensamento afirmam que as circunstâncias econômicas de um país influenciam diretamente o mercado, já que o estado geral da economia afeta o comportamento individual do consumidor, ao determinar sua disposição de compra. E como estímulo ao seu comportamento destacam-se os níveis de emprego, salário e a disponibilidade de crédito para consumo, bem como a oferta de produtos. Isso influi na redução ou na expansão do poder de compra das famílias, assim como na disposição de consumir, a partir do otimismo ou do pessimismo, levando as pessoas a fazer ou a adiar as compras.

Na verdade, o bom desempenho da economia propicia o clima de otimismo que viabiliza as compras e encoraja os investimentos. É, portanto, o ambiente econômico que dita o comportamento do consumidor. É a economia em desenvolvimento harmonioso que sustenta os ciclos de produção, emprego, consumo e progresso social. Não se conhece fórmula diferente.

O fato é que, a pouco mais de três meses do Natal, são poucos aqueles que arriscam um palpite sobre como as vendas se comportarão. Especialistas indicam que o consumidor está comedido e com medo de aumentar o seu endividamento. Outros afirmam que o espírito natalino supera tudo e estimula a compra. Preferimos acreditar nesta assertiva.

O Natal que se avizinha é a última data comemorativa do ano e, também, a esperança do setor para melhorar seus resultados que, a exemplo de todas as atividades produtivas, vem passando por uma série de dificuldades causadas pela insistente crise econômica, que afastou o consumidor das lojas. O nosso desejo é que, este ano, o Papai Noel seja mais generoso.
 


 
 
 ALDO CARLOS DE MOURA GONÇALVES
Presidente do SindilojasRio e do CDLRio
 
 
 
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