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Falta de diálogo e de projetos impede recuperação econômica

 
 
No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) voltou a divulgar dados alarmantes. O PIB caiu 0,2% no 1º trimestre deste ano, em comparação com o último trimestre de 2018, registrando a primeira queda desde o quarto trimestre de 2016. No rastro dessa queda, o Banco Central divulgou seu relatório Focus, diminuindo a estimativa de alta do PIB deste ano de 1,23% para 1,13%, a partir de um levantamento feito com mais de 100 instituições financeiras.

No mesmo período, o desemprego atingiu 13,2 milhões de pessoas. Uma alta de 4,4% em comparação com o trimestre anterior (novembro, dezembro e janeiro). Somando desempregados, subocupados (aqueles que trabalham menos de 40 horas semanais) e os desalentados, que são aqueles que desistiram de procurar trabalho, a subutilização atinge 28,4 milhões de pessoas, recorde da série histórica, iniciada em 2012. Quase 30 milhões de brasileiros, em plena capacidade produtiva, sem trabalho e sem perspectivas.

No estado do Rio de Janeiro, onde a crise é ainda mais profunda, a taxa de desemprego chegou a 15,3% no primeiro trimestre de 2019. São 1,358 milhão de pessoas desempregadas, outro (triste) recorde.

Apesar dos percalços, a reforma da Previdência caminha e deve ser aprovada. Algumas medidas importantes, como a recente aprovação da Lei do Cadastro Positivo, também chegam em boa hora. Mas, isoladas, não são suficientes para promover o novo círculo virtuoso de desenvolvimento social e econômico que o país anseia.

Seja no âmbito federal, seja nas esferas estadual e municipal, as incertezas provocadas pela política e a falta de projetos estruturantes inibem a retomada da economia.

A reforma tributária também é urgente. Tributos e burocracia em excesso penalizam o setor produtivo e consumidores. E geram insegurança jurídica. No dia 31 de maio passado, a arrecadação de impostos no Brasil já havia ultrapassado R$ 1 trilhão. Temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, mas, infelizmente, sem a devida contrapartida em serviços públicos de qualidade, principalmente nas áreas de Educação, Saúde, Segurança e Transportes, vitais ao nosso desenvolvimento.

Nessa toada, o desemprego, face mais terrível da crise, aumenta. Enquanto isso, o otimismo inicial com a expectativa de mudanças positivas nos rumos da economia tem, gradualmente, dado lugar a uma profunda apreensão. Que só arrefecerá quando houver clareza sobre as políticas públicas e as ações concretas a serem implementadas.

A construção de uma agenda positiva, tanto para o Brasil como para o Rio de Janeiro, depende da verdadeira disposição ao diálogo e da real integração de todos os atores envolvidos, das diferentes esferas do poder público e do setor produtivo. Nesse sentido, o SindilojasRio e o CDLRio têm participado ativamente de todos os fóruns de discussão, procurando contribuir sempre na elaboração de soluções.


 
 
 ALDO CARLOS DE MOURA GONÇALVES
Presidente do SindilojasRio e do CDLRio
 
 
 
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