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Pacto pelo Rio

Gastos bilionários com segurança, sucessivas quedas nas vendas, fechamento de milhares de estabelecimentos comerciais e, consequentemente, diminuição drástica de vagas de trabalho formal compõem o cenário atual do comércio varejista do Rio de Janeiro, refletindo o aprofundamento da crise que o estado atravessa.
O ano de 2018 mal começou e os resultados do comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro continuam negativos. Recente pesquisa do Centro de Estudos do CDLRio, realizada com cerca de 750 estabelecimentos comerciais, revela que, no acumulado dos meses de janeiro e fevereiro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017, as vendas tiveram queda de 4%. Outra pesquisa mostra o gasto crescente com segurança: em um ano, entre abril de 2016 e abril de 2017, o comércio varejista do Rio gastou R$ 1,2 Bi em equipamentos, pessoal e meios de vigilância. Recursos preciosos que as empresas poderiam ter investido no incremento ou expansão de seus negócios e na qualificação e no treinamento de seus funcionários. Somam-se a esse quadro a carga tributária excessiva e os prejuízos causados pelo comércio ilegal, que age livremente em toda a cidade do Rio de Janeiro e, também, em outros municípios, vendendo produtos piratas, contrabandeados e roubados.
Motivos não faltam para explicar o fechamento em todo o estado, só em dezembro de 2017, de cerca de 2.500 lojas. Um aumento de 43,2% em relação ao mesmo mês de 2016. Ao fechar portas, o comércio – setor que representa cerca de 10% do PIB fluminense e responde por quase um milhão de postos de trabalho no estado – deixa de gerar empregos e renda, afetando também a produção industrial e provocando queda na arrecadação de impostos. Um círculo vicioso que afeta toda a sociedade e precisa ser rompido.
Diante da escalada vertiginosa da violência e do consequente aumento da insegurança no Rio de Janeiro, que ultrapassaram todos os limites, tornou-se prioritária uma rápida e firme resposta do Poder Público e, também, da sociedade, pois este quadro de caos, de degradação social e econômica, só será revertido com a união de esforços e o comprometimento real com a mudança.
Neste sentido, o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro – SindilojasRio e o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, entidades que juntas representam mais de 25 mil empresas lojistas, abrangendo mais de 30 mil estabelecimentos comerciais, apoiam, desde a primeira hora, a intervenção federal na área de segurança pública do estado, e destacam a feliz escolha do experiente e respeitado general Walter Souza Braga Netto para comandar esta árdua missão.
Sabemos que não é possível resolver a grave situação que enfrentamos em um prazo muito curto de tempo. Mas, acreditamos que a intervenção federal na segurança pública do estado é a alternativa capaz de nos devolver a paz e de abrir caminho para a reconstrução do Rio de Janeiro. Reconstrução que só ocorrerá com a conscientização e mobilização de todos, por meio de ações concretas das diferentes esferas governamentais, e com o apoio das instituições representativas da sociedade e da população.
Imbuídos da imensa responsabilidade que temos, como vozes relevantes do comércio, nós, do SindilojasRio e do CDLRio, seguimos lutando, diariamente, não apenas na defesa dos legítimos interesses do setor, mas, também, por toda a sociedade fluminense.


 
 
 ALDO CARLOS DE MOURA GONÇALVES
Presidente do SindilojasRio e do CDLRio
 

 
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