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O comércio do Rio pede socorro!

Já enfrentando há tempos as graves dificuldades resultantes da penúria financeira do estado do Rio de Janeiro, que não chega ao fim, e da crise política que impede o País de realizar reformas estruturais urgentes e avançar, retomando o caminho do crescimento e do pleno emprego, o comércio da cidade do Rio de Janeiro tornou-se refém, também, do descaso da prefeitura com o setor, de fundamental importância para a nossa combalida economia, por sua mais do que reconhecida capacidade de gerar empregos formais e renda.
A imprensa tem noticiado, quase diariamente, o fechamento de inúmeros estabelecimentos comerciais, relacionando o fato com os gastos cada vez mais altos com segurança e impostos e, também, com a multiplicação de ambulantes ilegais por toda a cidade. Nesse sentido, são recorrentes e crescentes as reclamações que chegam ao SindilojasRio e ao CDLRio, como obstrução dos acessos às lojas e calçadas, venda de produtos roubados e falsos, desordem urbana, que favorece a atuação de marginais, e sujeira, além do aumento da população de rua. Reclamações que são imediatamente levadas ao conhecimento dos órgãos municipais responsáveis por coibir estas situações.
Mas, inadmissivelmente, apesar dos fatos e da forte atuação do SindilojasRio e do CDLRio que, desde o início do ano, têm procurado construir um canal de diálogo com a prefeitura, a atual gestão municipal nada tem feito para solucionar esses problemas que estão prejudicando milhares de lojistas cariocas e, consequentemente, toda a população.
Além de ignorar os apelos do comércio formal e seguir fazendo vista grossa à atuação dos camelôs ilegais, a prefeitura pretende distribuir milhares de novas licenças para ambulantes, sob o falso argumento da criação de empregos. Ao menosprezar os prejuízos causados ao comércio legal, esquece-se o prefeito que os reflexos chegarão também aos serviços públicos municipais, uma vez que cairá a arrecadação de impostos. Ao insistir no discurso populista, de que é preciso ampliar o número de ambulantes para gerar empregos, esquece-se o prefeito que, para continuar existindo apesar de tantas dificuldades, o comércio se verá obrigado a demitir trabalhadores. O mesmo ocorrerá na indústria, pois a proliferação de camelôs, que vendem produtos roubados, contrabandeados ou piratas, afeta toda a cadeia produtiva, da indústria ao consumidor final que paga mais caro, passando pelo comércio.
Já estivemos reunidos com o prefeito e secretários de Ordem Pública e de Fazenda sem obtermos o efetivo comprometimento da prefeitura em realizar ações que coíbam a camelotagem. Enviamos ofícios, solicitando o Cadastro dos Ambulantes da Prefeitura, com base na Lei n° 12.527/11 que garante o acesso à informação do conteúdo dos cadastros públicos, que ficaram sem resposta.
Como se tudo isso não bastasse, a prefeitura também decidiu aumentar impostos. Apesar da grande mobilização que reuniu, além do SindilojasRio e do CDLRio, outras nove entidades organizadas da sociedade civil contra o aumento, a prefeitura conseguiu aprovar, às pressas e na base da velha política do “toma lá, dá cá”, a Lei n° 268/17 que aumenta o IPTU, o ITBI e a Taxa de Lixo já no ano que vem. A única audiência pública sobre a lei, que recebeu mais de 100 emendas e foi considerada um verdadeiro absurdo, só foi realizada depois de muita pressão. Agora, nossas entidades analisam que medidas podem vir a ser tomadas.
O momento grave que vivemos exige muita responsabilidade dos governantes. Exige ação, transparência e diálogo, como não nos cansamos de repetir. O SindilojasRio e o CDLRio, que hoje representam mais de 30 mil lojistas, abrangendo mais de 30 segmentos diferentes do comércio, continuarão buscando este diálogo e continuarão propondo soluções para o enfrentamento dos problemas. Pautados pelo respeito e pela responsabilidade que sempre os caracterizaram.


 
 
 ALDO CARLOS DE MOURA GONÇALVES
Presidente do SindilojasRio e do CDLRio
 

 
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