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Mais diálogo e transparência!

A ação de ambulantes ilegais, que vendem mercadorias de origem duvidosa, produtos piratas e/ou roubados vem prejudicando fortemente o comércio. Além disso, esses ambulantes promovem a desordem urbana, que facilita a ação de bandidos, suja nossas ruas e afeta até o básico direito de ir e vir, pois ocupam as calçadas com barracas e lonas. Sabe-se que esta proliferação de camelôs está, inclusive, relacionada ao roubo de cargas, problema que tomou proporções catastróficas em nosso estado.
Desde o início do ano, o SindilojasRio e o CDLRio têm atuado junto à prefeitura, relatando a grande quantidade de reclamações de lojistas que têm sido obrigados a lidar com camelôs diante de seus estabelecimentos, que, muitas vezes, dificultam até o acesso aos mesmos. Estivemos reunidos com a secretaria municipal de Ordem Pública, e, também, com a Guarda Municipal, buscando soluções para o enfrentamento desta questão. No último dia 8 de agosto, solicitamos ao prefeito, também, uma audiência, para discutir o assunto. Não é possível, sob o pretexto da crise, que a prefeitura continue a permitir o vale-tudo que se instalou nas principais áreas comerciais da cidade.
A violência, a crescente inadimplência e o endividamento das famílias e a concorrência desleal com a camelotagem se refletem na forte retração do consumo. O comércio sofre, ainda, com os onerosos custos de sua operação. O número recorde de estabelecimentos comerciais fechados, apenas neste primeiro semestre, é assustador: quase dez mil em todo o Estado, sendo que, só em junho passado, quase mil lojas encerraram suas atividades na capital.
Por tudo isso, foi com grande apreensão que recebemos a notícia de que a prefeitura do Rio tenta aprovar, a toque de caixa, na Câmara Municipal, o Projeto de Lei n° 268/2017 que aumenta o IPTU e, também, o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), além da Taxa de Coleta Domiciliar de Lixo (TCDL). Se for aprovado como apresentado, o PL prejudicará milhões de pessoas, do contribuinte comum aos setores produtivos, já asfixiados pela alta carga tributária. Estudo do SecoviRio, o sindicato da Habitação, mostra que o reajuste do IPTU poderá chegar a 80% ou até ultrapassar os 100% em muitos casos.
Diante deste quadro, mais uma vez destacamos a importância da transparência e do diálogo entre o Poder Público e as entidades representativas da sociedade civil organizada, para que se construam soluções conjuntas visando à retomada do desenvolvimento social e econômico de nossa cidade e do nosso estado, sem prejudicar ainda mais a população. Neste sentido, o SindilojasRio e o CDLRio, junto com várias outras entidades, estão solicitando ao presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro e a cada vereador, que seja realizada, com urgência, uma audiência pública, com representantes da prefeitura, para se discutir alternativas ao aumento de impostos. Mais transparência e mais diálogo. É do que precisamos para voltarmos a crescer.



 
 
 ALDO CARLOS DE MOURA GONÇALVES
Presidente do SindilojasRio e do CDLRio
 

 
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