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INCENTIVO AO EMPREENDEDORISMO
O Brasil acha-se no 56º lugar no ranking de países inóspitos para o empreendedorismo, segundo o Fórum Econômico Mundial. Mas parece que o Governo está satisfeito com esta péssima posição, pois procura complicar ainda mais a vida do empresariado brasileiro. Além da ameaça de redução da jornadade trabalho de 44 para 40 horas, estuda projeto de lei acrescentando na Legislação Trabalhista uma série de medidas que onerará as empresas. O Governo ainda não percebeu que o empresário precisa ser incentivado a produzir mais, naturalmente para ter lucro, também para ampliar o mercado de trabalho e ainda contribuir para as receitas oficiais, através de recolhimento de impostos. Nunca é demais lembrar o famoso círculo básico da economia: “aumento do número de postos de trabalho, crescimento do consumo, aumento da produção, mais receitas fiscais, geração de mais empregos, mais consumo...”. Esta lição primária de economia não é prática do Governo. Ao contrário, não bastasse a expressiva carga tributária a que se submetem as empresas, cria burocracia para o simples recolhimento de impostos. A cada novidade legislativa em benefício do trabalhador, os louros são para o Governo, mas os ônus recaem para os empreendedores. Hoje, o custo das obrigações trabalhistas já é da ordem de 102% do salário.Com as novas medidas a serem propostas ao Congresso Nacional este custo aumentará significativamente. Neste ano de eleições gerais precisamos saber contar com executivos e legisladores que incentivem o empreendedorismo, proporcionando condições para o pleno desenvolvimento do País.
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Aldo Carlos de Moura Gonçalves Presidente do Sindilojas-Rio e do CDLRio
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